Planeta DeAgostini lança coleção Crie e 
Decore a sua Casa de Fazenda

  


A Planeta DeAgostini acaba de lançar a Coleção Crie e Decore sua Casa de Fazenda, uma oportunidade única de montar e dar vida a um típica casa de fazenda brasileira em miniatura. A casa conta com 5 cômodos em estilo colonial, decoração única e detalhista, além de alpendre, bancos de madeira, telhas em barro, e vasos de flores em toda a fachada, características de uma típica casa de fazenda.

A coleção é composta por 100 edições, e cada uma delas vem acompanhada de um fascículo e de peças, móveis ou acessórios para construir e decorar a casa. 

 O colecionador ainda terá uma obra editorial completa por meio do qual aprenderá variadas técnicas de decoração e curiosidades sobre o mundo do colecionismo de casa de bonecas. Os fascículos contam ainda com fichas de montagens ilustradas, que explicam passo a passo, de forma simples, como construir a estrutura da casa. 

 A estrutura da casa é em madeira e todos os detalhes são trabalhados com grande realismo por cuidadosos artesãos. Além disso, os móveis e os elementos decorativos são todos feitos à mão . A qualidade dos materiais utilizados é surpreendente, com cores belíssimas e detalhes encantadores. Cada cômodo é uma reprodução perfeita do ambiente original e os pequenos acessórios complementarão com perfeição cada área da casa: das refinadas louças em porcelana aos divertidos brinquedos do quarto do bebê.

A primeira edição estará nas bancas a partir do dia 29 de julho e terá um preço especial de lançamento de R$ 9,99, com o primeiro fascículo + cristaleira. A segunda edição também terá um valor promocional de R$ 24,99, fascículo + móvel de banheiro, jarra, bacia e duas toalhas. A partir da terceira edição o fascículo com o conjunto de peças custará R$ 34,99. 

 Para os assinantes, a Editora Planeta DeAgostini oferece vantagens especiais: Aqueles que assinarem a coleção receberão os exemplares em casa, sem custo de frete para todo o Brasil e ainda serão contemplados com brindes exclusivos.

Mais informações: www.colecaocasadafazenda.com.br

Ficha Técnica
Coleção Crie e Decore a sua Casa de Fazenda
Número de edições: 100
Periodicidade em bancas: Quinzenal até a edição 11ª, semanal nas seguintes.


Promoção Colecionar é 10! - A Editora Planeta DeAgostini está com uma promoção imperdível: Colecionar é 10! Nesta promoção a editora irá sortear 10 tablets iPad entre seus leitores. A promoção será divulgada em encartes das edições 1 e 2 de todos os lançamentos de julho a novembro de 2014 e para participar basta se cadastrar no site:  https://www.planetadeagostini.com.br/microsites/colecionare10/ até o dia 30/07/14, às 10h. 

Sobre a Editora Planeta DeAgostini do Brasil -  Empresa líder do mercado de colecionáveis, a Editora Planeta DeAgostini do Brasil está presente no país desde 1995 comercializando coleções culturais, hobby e lazer nas bancas de jornal de todo o País. 

Suas coleções exclusivas e de elevada qualidade se concentram nos segmentos infantil, hobby masculino, colecionismo feminino, figuras e modelismo. A Editora Planeta DeAgostini é licenciada de grandes marcas como Disney, Warner, Lucasfilm, Faber-Castell e Harley Davidson, tendo lançado no Brasil ao longo destes anos, coleções de grande êxito, como Perfumes de Coleção, Xadrez do Harry Potter, Princesas Disney, A Arte do Desenho, Harley Davidson Fat Boy, Veículos Star Wars, entre muitas outras.

Fonte: CR. Comunicação 

Livro de Ricardo Viveiros ‘redescobre o Brasil’

“A Vila que descobriu o Brasil: A incrível história de Santana de Parnaíba" mostra como, a partir da cidade, paulistas e parnaibanos trilharam os caminhos que levaram à expansão territorial do País.



O jornalista e escritor Ricardo Viveiros lança no próximo dia 12 de agosto, o livro A Vila que descobriu o Brasil: A incrível história de Santana de Parnaíba (Editora Geração, 288 páginas, R$ 44,90). Resultado do trabalho de oito anos de pesquisa, que envolveu viagem a Portugal e a análise de uma vasta bibliografia, a obra mostra como a cidade, na ocasião um pequeno povoado às margens do Rio Tietê, foi fundamental para as Bandeiras e a expansão do território sob o domínio dos portugueses, que resultou na formação do Brasil. 

Cruzando os acontecimentos de época na Europa, com os episódios na Colônia, Viveiros constrói uma narrativa que mostra como a história do pequeno povoado – que mais tarde seria elevado a Vila e que é, hoje, uma cidade com mais de cem mil habitantes – influenciou e foi impactada pelos momentos vividos no Brasil e na Península Ibérica.

Um aspecto interessante trazido pelo livro é o mapeamento da trajetória dos primeiros exploradores do planalto de Piratininga, “o lugar onde o peixe seca”, com a descrição de acidentes geográficos hoje tão conhecidos – e completamente transformados – pela recentes gerações de paulistas. É o caso da bacia hidrográfica do Rio Tietê, “principal acidente geográfico do planalto, não só pela sua dimensão e quantidade de águas, mas também por correr na direção do interior e desaguar no Rio Paraná”. Segundo Viveiros, “o rio que não corre para o mar era, portanto, a principal via de penetração nos sertões dos domínios portugueses, nos séculos XVI e XVII”.

É este o ponto de partida da grande aventura descrita por Viveiros em uma obra que, nas palavras do prefaciador e último vencedor de Livro do Ano de Não Ficção do Prêmio Jabuti, Audálio Dantas, mesclam “a paixão do jornalista ao rigor da pesquisa histórica”. Na definição do prefaciador, “Ricardo Viveiros narra a fascinante história de Parnaíba com a preocupação do repórter atento que sempre foi. Ele é, como todo bom repórter, um caçador de histórias, do tipo que é capaz de ir até o fim do mundo para contar o que viu. De certa forma, um tipo de bandeirante da informação”.

Em 288 páginas, o autor refaz, literalmente, o caminho desde Portugal até Pindorama (como os índios chamavam o Brasil), de Porto Seguro (Bahia) até Santana de Parnaíba (São Paulo) e, dela, alcança as fronteiras de todo o País. “Foram muitas e impressionantes as constatações feitas. A principal é que partindo de Santana de Parnaíba se descobriu, efetivamente, o Brasil, fruto da coragem desbravadora de lendários bandeirantes, como: Fernão Dias Pais Leme, Raposo Tavares, Bartolomeu Bueno da Silva (o “Anhanguera”), Borba Gato e Domingos Jorge Velho”, resume Viveiros.


Tudo era sertão

Encrustada, hoje, no coração da maior região metropolitana do País, Santana de Parnaíba era, em 1580, o local em que “principiava o sertão”. Ou seja, era a confluência tanto entre os caminhos indígenas que, por terra, seguiam o fluxo do Tietê, quanto ponto de partida para expedições rio adentro. Era também, por conta disto, uma localização estratégica para a defesa da Vila de Piratininga, que mais tarde daria origem à cidade de São Paulo. Talvez por isso, tantas figuras importantes para a colonização passaram – e deixaram suas marcas – por Santana de Parnaíba.

Escrito como um romance de época, o livro traz detalhes de personagens locais fundamentais para a formação da Vila e cujas trajetórias impactaram a história nacional. É o caso de Suzana Dias, neta do cacique Tibiriçá, importante líder indígena aliado dos portugueses. Viúva do senhor da sesmaria em que o povoado de Paranaíba estava situado, tornou-se a "líder de fato” da localidade devido às constantes ausências dos homens da família, que se embrenham com frequência em expedições bandeirantes. É, hoje, considerada por muitos, a verdadeira fundadora de Santana de Parnaíba. 

Filha da índia Beatriz e do colono Lopo Dias, Suzana Dias casou-se por volta de 1570 com Manuel Fernandes Ramos, proprietário de terras que chegara ao Brasil em 1564. Tiveram 16 filhos, entre eles três conhecidos pelas contribuições para a fundação de importantes cidades do Estado – Domingos (fundador de Itu), Baltazar (fundador de Sorocaba) e André Fernandes (que teve papel importante na fundação de Santa de Parnaíba). Originais de São Paulo, mudaram-se para Parnaíba, “a quebra da grande água”, por volta de 1580, ano em que uma epidemia de disenteria dizimou centenas de habitantes do planalto. Após a morte de Manuel Fernandes, por volta de 1589, o primogênito André, ainda com 10 anos, passaria a proprietário das terras. No entanto, o mando de fato foi exercido por Suzana, cuja grande importância podia ser medida pela citação de seu nome em documentos oficiais – algo extremamente raro para a época, em se tratando de uma mulher.

Mas, Suzana não foi a única mulher a administrar propriedades na Parnaíba dos séculos XVI e XVII. Por conta da ausência prolongada dos maridos, imbuídos nas entradas e bandeiras que, cada vez mais, estendiam-se por meses ou anos a fio, era papel das esposas cuidar e tirar proveito econômico dos sítios e fazendas do povoado. O padre José de Anchieta, recém santificado, foi confessor de Suzana Dias.

Além de ponta de lança para as bandeiras que definiram as rotas e fronteiras do sertão, a Vila de Santana de Paranaíba ficou famosa também por sua rivalidade com sua vizinha mais destacada, a Vila de São Paulo. Não concordavam, por exemplo, quanto à necessidade de manutenção do Caminho do Mar, que interessava aos moradores de São Paulo, mas não possuía qualquer serventia aos que viviam em Parnaíba, mais preocupados com as estradas que levavam ao interior. 

O livro detalha os aspectos da formação da vila e suas influências na expansão do Brasil, mas chega até momentos mais recentes que contribuíram para o desenvolvimento do Estado de São Paulo, como a construção da primeira usina da Companhia Light and Power no Brasil. Concluída em 1901, viria a fornecer energia para funcionamento dos bondes e iluminação pública da capital paulista, além da própria Santana de Parnaíba. A obra, gigantesca para a época, trouxe uma efervescência econômica durante sua execução, que não perdurou. Como aponta Viveiros, o único consolo foi que, dois anos depois, a vila foi elevada a condição de cidade, em 19 de novembro de 1906. E a história do lugar, trazendo descobertas e fatos divertidos, continua até o projeto urbanístico “Alphaville”, realizado em 1970 durante a ditadura militar que tomou o País em 1964.

A Vila que descobriu o Brasil: A incrível história de Santana de Parnaíba reúne documentos, pinturas de época, fotos antigas e imagens iconográficas que ilustram o resgate da história desta cidade e sua importância para o estado de São Paulo e a expansão nacional. 

Santana de Parnaíba foi fundada em 1580 e elevada à Vila, em 1625. Completa em 14 de novembro próximo 434 anos. Está localizada há 35 quilômetros da capital paulista e tem aproximadamente 110 mil habitantes.

O autor - Ricardo Viveiros nasceu no Rio de Janeiro em 1950, mas mora em São Paulo desde 1976. Sua infância foi de um típico garoto carioca, brincando na rua, andando de bicicleta, jogando bola, subindo em árvores e namorando. O gosto pelos estudos só era superado pelo encantamento por histórias lidas em livros ou ouvidas dos mais velhos, o que sedimentou o caminho para a carreira de jornalista e escritor. Viveiros trabalhou em jornais, revistas, rádios e TVs, e atuou ainda como ator, professor, diretor de museu, palestrante e produtor artístico. Escreveu 32 livros em vários gêneros, como: Poesia, Reportagem, Biografias, História, Arte, Crônicas e Infantojuvenis.

Ficha técnica: 
“A vila que descobriu o Brasil: a incrível história de Santana de Parnaíba”
Autor: Ricardo Viveiros
Número de páginas: 288
Preço sugerido: R$ 44,90 



Para quem pensa em mudar de carreira: 

Não é fácil abandonar uma carreira e começar outra, afinal, dedicamos a maior parte do nosso dia fazendo contatos, aprendendo sobre nossa área, buscando sempre inovar e obter destaque naquilo que fazemos. Mas será que mudar os planos pode nos trazer traumas? Em que momento de nossas vidas a mudança de carreira pode ser perigoso para nossa estabilidade profissional? Como tornar o conhecimento adquirido até agora útil na nova profissão? Para orientar a transição dos leitores, a Editora Évora listou 3 dos maiores sucessos em gestão de carreira! Saiba quais são as algemas que nos prendem ao universo corporativo e como se livrar delas em 3 livros:

 “Todo novo começo surge de um antigo começo”, de Rogério Chér

Com uma linguagem informal, Rogério Chér apresenta em “Todo novo começo surge de um antigo começo” várias histórias de transição de vida e carreira que mostram ao leitor que transformações pessoais e profissionais fazem parte do nosso amadurecimento enquanto seres humanos. Você vive alguma mudança importante neste exato momento? Está assustado por não saber o que vem pela frente? Sente a incerteza em relação a decisões já tomadas e a outras ainda por tomar? Sente-se "desconectado", "sem chão", "nem cá nem lá", com uma grande lacuna entre o que você foi e o que ainda não se tornou? Então, é provável que esteja vivenciando o final de um ciclo e esteja prestes a iniciar outro. Especialmente neste contexto, o livro de Rogério Chér inspirará o leitor a buscar seu permanente trânsito, inclusive naquele que o levará à sua essência e ao núcleo de seus maiores propósitos.  Saiba mais sobre o livro: http://editoraevora.com.br/livro/todo-novo-comeco-surge-de-um-antigo-comeco.aspx 


“My Job - Doce Ilusão”, de José Augusto Figueiredo

Os dilemas das escolhas profissionais existem desde quando saímos da universidade, ainda jovens, e sonhamos com o emprego dos sonhos que nos trará felicidade e estabilidade financeira. Para explorar os anseios do ser humano quanto às escolhas do passado, presente e futuro, José Augusto Figueiredo, um dos mais renomados coaches do mercado brasileiro, lança “My Job - Doce Ilusão”. O livro conta a saga de quatro jovens que vivenciam as mazelas do mundo do trabalho e são inseridos em um mercado extremamente competitivo, no qual a força da maioria das empresas é constituída por jovens com menos de 35 anos. O autor nos convida a participar das incertezas, frustrações e aventuras dos personagens - que refletem sobre as escolhas profissionais e nos levantam a seguinte questão: será que a felicidade profissional é uma doce ilusão? Saiba mais sobre o livro: http://editoraevora.com.br/livro/my-job-%E2%80%93-doce-ilusao.aspx 


“O Jogo da Transição”, de Mariá Giuliese

É impossível falar em transição de carreira e não mencionar um dos maiores guias sobre o tema, escrito pela psicóloga especialista em gerenciamento de transição de carreira, Mariá Giuliese. Seu livro, “O Jogo da Transição”, ensina o leitor a autodiagnosticar o estágio de sua carreira (se está em fase inicial, adolescência ou maturidade) e, partir daí, tomar as decisões certeiras. O livro nos mostra o quanto o processo de transição está ligado ao autoconhecimento e que as descobertas sobre nossos desejos e metas podem nos fazer enxergar com outros olhos a nossa carreira, o chefe, a empresa ou o mercado. Mariá defende que dependendo do momento em que nossa carreira estiver, devemos considerar variáveis diferentes. Para ajudar na forma em que o leitor pode conduzir sua trajetória, o livro conta conteúdo extra exclusivo no site da Editora Évora, com um jogo da transição online. Saiba mais sobre o livro: http://editoraevora.com.br/livro/o-jogo-da-transicao.aspx


Fonte: assessoria de imprensa
Artigos para Amar


O advogado Caleb Salomão lança a primeira obra no Brasil que contempla a “Declaração dos Direitos da Mulher Amada”

                       "Se amar é nosso destino – uma crença que nos impõem desde o berço – é preciso acreditar que podemos fazê-lo plenamente.  E pra isto, é indispensável pôr a Mulher no seu devido Lugar".


Para entrar no mundo dos Artigos para Amar – escrito como um texto de lei –, é preciso libertar-se do Ser emocional para caminhar ao Dever-ser tão desejado por todos. Com maestria, o advogado Caleb Salomão faz uma análise a crítica da razão efetiva que contempla também um dos principais problemas afetivos: homens e mulheres que se sentem sozinhos quando estão acompanhados.

E qual seria a solução para sair deste estado emocional? O que o autor quer dizer com “pôr a Mulher no seu devido lugar’’? 

Para responder a estas e outras tantas indagações que sondavam a mente do escritor, ele primeiro recorreu aos fragmentos que estavam próximos, histórias compartilhadas por amigas e amigos, familiares, clientes, alunos e alunas e até desconhecidos. 

“No contexto das relações afetivo-sexuais, difícil é deixar de considerar que – num tempo de inúmeros tons de cinza e de outras cores fúnebres – pode soar ingênua a tentativa de lançar sobre a Mulher, sua imagem pública e seus atributos, cores mais dignificantes, inclusive como forma de contribuir para um debate capaz de reduzir as neuroses de origem afetiva e sexual que desequilibram como vigor o universo feminino”. 

Talvez, em um primeiro momento, o texto de Salomão soe machista. Porém, está longe disso. Ao longo dos 21 artigos que compõe a Declaração dos Direitos da Mulher Amada, o autor procura tratar da vida emocional das mulheres, principalmente dos seus direitos afetivos em seus relacionamentos.

O texto, pela estrutura, remete à Declaração dos Direitos do Homem, o mais importante marco no que se refere aos direitos humanos. Assim, o autor navega por uma rota em que todos parecem saber o destino, mas é preciso compreender melhor a figura da mulher. Quais são as reais necessidades que elas podem exigir e perseguir para resgatarem a própria autoestima? 

São estas e outras tantas indagações que “Artigos para Amar” sugerem. Elas levarão homens e mulheres a um patamar reflexivo que transcende o livro físico – um tema para ser discutido na clássica roda entre amigos. Como no Artigo 15, quando o autor fala da relação do casal no cotidiano.

“Toda Mulher tem direito a receber de seu Homem diuturno e incansável apoio no desempenho das atividades essenciais à manutenção da harmonia doméstica, especialmente no que respeita aos cuidados com a prole.”

Ao ler todos os artigos e as ponderações descritas por Caleb, não há como o leitor não sentir uma inquietação, seja para concordar ou discordar do que é proposto. E para acompanhar esta inusitada criação, o autor abre sua biblioteca e expõe para o leitor um guia literário que o inspiram como: Woody Allen; Platão; Goethe; Lacan; Rubens Fonseca, Irvin Yalom e Max Weber.

Caleb Salomão vive em Vitória, no Espírito Santo. Com formação jurídica, atualmente é professor de Direito Constitucional da Faculdade de Direito de Vitória (FDV). Além de Artigos para Amar, escreveu outras obras na área do direito. Ainda este ano, irá lançar também os livros Em Busca da Legitimidade e Constituição 1988 – 25 anos de valores e transições.

Ficha técnica: 
Editora: Editora Cognorama
Páginas: 168
Preço sugerido: R$ 34,90

Fonte: Assessoria de imprensa
Editora Moderna e Associação Cidade Escola Aprendiz lançam o quinto volume da coleção “Tecnologias do Bairro-escola”

Publicação aborda a importância da articulação entre a escola e a comunidade e reúne experiências de sucesso, reconhecidas pelo MEC, na área de educação integral

A coleção “Tecnologias do Bairro-escola”, coletânea sobre as metodologias do Bairro-escola, conceito desenvolvido pela Associação Cidade Escola Aprendiz, acaba de ganhar o seu quinto e mais recente volume. O título “Articulação Escola-Comunidade”, publicado com o apoio da Editora Moderna, reúne e exemplifica as quatro tecnologias sociais que se revelaram importantes ferramentas para as escolas que desenvolvem seus projetos pedagógicos de educação integral. 

Reconhecidas pelo Ministério da Educação (MEC) como “potenciais para a promoção da qualidade da educação e para a consolidação do direito de aprender na perspectiva da educação integral e da articulação da escola com seu território”, essas tecnologias são detalhadas - dos objetivos do projeto à sistemática de acompanhamento -, de forma a viabilizar sua realização por qualquer rede de ensino. 

A obra está organizada nos seguintes capítulos: “Trilhas Educativas: uma proposta de organização curricular em diálogo com os saberes comunitários e com os interesses dos educandos”; “Programa de avaliação contínua de aprendizagem na perspectiva da educação integral”; “Criação de espaços de diálogo na escola: Exercício de democracia e respeito aos direitos humanos no ambiente escolar” e “Repórter Aprendiz”, tecnologia educacional para formação de jovens comunicadores na escola.

Para aprofundar o debate sobre o tema, a publicação conta também com entrevista da pedagoga e doutora em educação Jaqueline Moll, que foi Diretora de Currículos e Educação Integral da Secretaria de Educação Básica do MEC de 2007 a 2013.

Helena Singer, diretora pedagógica da Associação Cidade Escola Aprendiz e organizadora da coleção “Tecnologias do Bairro-escola”, ressalta que “este novo volume procura tornar o mais acessível possível um conjunto de ferramentas que podem auxiliar as escolas interessadas em se aproximar de suas comunidades”. 

Bairro-escola
Proposta que norteia as ações da Associação Cidade Escola Aprendiz e tem por princípio a articulação de diversas oportunidades educativas locais, compondo redes sociais que envolvem diferentes agentes, políticas públicas e iniciativas comunitárias dos bairros e das cidades. A coleção “Tecnologias do Bairro-escola”, publicada com o apoio da Editora Moderna, apresenta as metodologias que orientam esta proposta nos seguintes volumes: Pesquisa-ação Comunitária, Trilhas Educativas, Comunicação Comunitária, Arranjos Culturais e no novo Articulação Escola-Comunidade. 

A Editora Moderna e a Associação Cidade Escola Aprendiz disponibilizam os livros para download em seus sites: www.moderna.com.br/responsabilidade-social/publicacoes/ ewww.cidadeescolaaprendiz.org.br/publicacoes/
            

Evento
No dia 12 de agosto, durante o 18º Encontro Estadual dos Conselhos Municipais de Educação, evento organizado pela UNCME-SP em parceria com a Prefeitura de Guarulhos, a Associação Cidade Escola Aprendiz realizará a oficina "Educação Integral e a articulação entre escola, comunidade e gestão pública". Na oportunidade, os participantes inscritos na oficina receberão o livro e poderão discutir o tema com os especialistas convidados.

Inscrições e mais informações sobre o encontro podem ser encontradas no site www.uncmesp.com.br ou por e-mail: secretaria@uncmesp.org.br.


Sobre a Editora Moderna - Fundada em 1968, a Editora Moderna publica livros didáticos, de literatura e materiais de apoio, oferece serviços pedagógicos e mantém iniciativas de responsabilidade social, visando contribuir para o desenvolvimento educacional e cultural do país. Desde 2001, integra o grupo editorial Santillana, referência no segmento em 22 países ibero-americanos. No Brasil, em sintonia com a Fundação Santillana, a empresa promove ações e estabelece parcerias com instituições nacionais e internacionais de fomento à educação e à cultura, como OCDE, Unesco, OEI, movimento Todos Pela Educação, Associação Cidade Escola Aprendiz e Mestres da Obra.

Sobre a Associação Cidade Escola Aprendiz - A Associação Cidade Escola Aprendiz é uma Oscip que, desde 1997, atua na aproximação e articulação entre escolas, comunidades e organizações dos diversos setores, buscando a promoção de condições para o desenvolvimento integral de indivíduos e territórios, com especial atenção às crianças, adolescentes e jovens.

Para isso, a organização promove a proposta Bairro-escola e realiza projetos nas áreas de educação e direitos humanos, em ações de pesquisa e produção de conteúdos de referência, formação de educadores, disseminação de práticas e experiências, e assessoria a programas e políticas de iniciativas privadas ou públicas, sempre na perspectiva da educação integral e da construção de cidades mais democráticas e inclusivas.


Fonte: S2Publicom Comunicação