Frida Kahlo, As Cartas de Ernest Hemingway, Cesare Battisti e C.S. Lewis (criador de Nárnia) são destaques da Martins Fontes – Selo Martins para a Bienal do Rio / 2015


A Martins Fontes – Selo Martins, representante da literatura nacional e estrangeira, estará na XVII Bienal Internacional do Livro - Rio com lançamentos exclusivos e biografias aguardadas pelo público e pela crítica. O evento, que acontece entre 3 e 13 de setembro, no Riocentro – Av. Salvador Allende, 6555, Barra da Tijuca - RJ, terá importantes atrações como, por exemplo, a noite de autógrafo, às 19h, com o italiano Cesare Battisti (ex-refugiado e antigo membro dos Proletários Armados pelo Comunismo (PAC), grupo de extrema esquerda ativo na Itália), para o lançamento exclusivo de seu novo livroO Cargueiro Sentimental”, no estande da editora localizado entre as ruas I16/J13. Também, está com lançamentos inéditos no Brasil aguardados pelo público e pala crítica, que são: 


- Frida Kahlo, Rauda Jamis
- As Cartas De Ernest Hemingway - Volume I 1907-1922, com org. de Sandra Spainer e Robert W. Trogdon
- Francisco: O Santo de Assis na Origem dos Movimentos Franciscanos, de Giovanni Miccoli
- C.S. Lewis - Além do Universo Mágico de Nárnia, de Robert MacSwain e Michael Ward
- Moral Universal ou os Deveres do Homem Fundamentados Na Sua Natureza, do Barão de Holbach
- Os Objetos e a Vida – reflexões sobre as posses, as emoções, a memória, de Giovanni Starace
- Os Animais Célebres, de Michel Pastoureau 


A seguir, os releases de cada obra:



Bienal Internacional do Rio recebe Cesare Battisti
para noite de autógrafo no estande da Martins Fontes – Selo Martins



Cesare Battisti, agora livre cidadão e morador em solo brasileiro, também considerado como ex-terrorista pelos governos italiano e francês, lança com exclusividade, pela Martins Fontes – Selo Martins, seu novo livro: “O Cargueiro Sentimental”, com noite de autógrafo dia 12 de setembro, a partir das 19h, durante a Bienal Internacional do Livro – RJ, no estande da editora localizado entre as ruas I16/J13.

Antigo membro dos Proletários Armados pelo Comunismo (PAC), grupo de extrema esquerda ativo na Itália no fim dos anos 1970, o escritor é colecionador de fatos polêmicos. Quando vivia foragido, na França, trabalhou como escritor, editor e até zelador de um prédio. Antes de ter a sentença executada sobre sua extradição ao país de origem, fugiu novamente para o Brasil, onde teve sua prisão preventiva, em 2007, a pedido do governo da Itália. Em 2009, o Supremo Tribunal Federal autorizou a extradição, mas como extradição é feita mediante decreto, a decisão final é do presidente da República. Battisti permaneceu preso no Complexo Penitenciário da Papuda, em Brasília até dezembro de 2010Abaixo segue o release editorial:

O Cargueiro Sentimental


Na Itália, nos anos 1970, um jovem deixa a casa da família para se juntar a um movimento esquerdista, rompendo assim com seu pai, ele próprio envolvido a contragosto na Resistência. No entanto, tão interessado nas garotas quanto no combate político, ele logo encontra Silvana, que o inicia no amor. Porém, um dia, a moça lhe informa que está grávida antes de desaparecer. A luta chega ao fim. É hora da fuga. Vem, então, o tempo das andanças que o levam a Paris, onde ele deve se confrontar com as dificuldades de um exilado político sem situação reconhecida.

Sobre o autor: Cesare Battisti nasceu em 1954, nos arredores de Roma. Ele faz seu aprendizado nas ruas de um bairro popular. Aos 21 anos, junta-se à luta armada: os anos 1970 são para ele anos de clandestinidade, anos de chumbo. Em 1981, ele foge da prisão e se exila no México, onde cria uma revista e organiza a Bienal de Artes Gráficas do México. Em seguida, instala-se na França e publica seu primeiro romance policial, Les Habits d’ombre. Em 1998, ele publica Dernières cartouches, nas edições Joëlle Losfeld. Em 2000, pelas edições Rivages, é publicado Avenida Revolucion.

Serviço: Noite de autografo com Cesare Battisti
Livro: O Cargueiro Sentimental, Martins Fontes – Selo Martins
Quando: 12/08/2015 / Horário: a partir das 19h

Onde: Bienal Internacional do Livro - Rio 2015 (Riocentro - Av. Salvador Allende, 6.555 - Barra da Tijuca – RJ)

Estande:  J13/I16 / Site: www.emartinsfontes.com.br   
Informações: (21) 2221-2823 / (11) 3116-0000 

Ficha Técnica: Obra: O Cargueiro Sentimental

Autor: Cesare Battisti / Coleção: Prosa / Páginas: 180

Ano de Publicação:  2015 / Edição:
  Valor: no prelo (lançamento na Bienal do Livro)
Editora: Martins Fontes - Selo Martins


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Martins Fontes – Selo Martins apresenta
um novo olhar sobre Frida Kahlo




A Martins Fontes – Selo Martins lança com exclusividade a obra “Frida Kahlo”, de Rauda Jamis, a partir de setembro (programada para a Bienal do RJ). Fora dos padrões de beleza e da imposição hollywoodiana da época, a artista mexicana Frida Kahlo (1907-1954), com suas sobrancelhas unidas e o buço em evidência, era uma mulher à frente de seu tempo. Com personalidade forte, nunca se deixou intimidar por nada ou ninguém, tornando-se referência mundial, especialmente para as mulheres – ao qual ainda é símbolo de força e independência. Mesmo décadas após sua morte, sua presença – também sempre lembrada pelos bordados coloridos, pelas flores delicadas, as rendas e suas tranças, que refletiam um ar de alegre – já tema de grandes coleções da moda internacional atual como: Missoni - primavera 2015; Valentino – Resort 2015; Alberta Ferreti - verão 2014Moschino - verão 2012; e Kenzo - inverno 2012Abaixo segue release editorial:


FRIDA KAHLO


Baseada nas melhores fontes de documentação e escrita com entusiasmo e sensibilidade, esta biografia romanceada traça o retrato de uma mulher extraordinária, dilacerada por terríveis sofrimentos físicos e uma imensa força de criação. Apresenta, além disso, o quadro de uma época, do México revolucionário aos riquíssimos salões nova-iorquinos, passando pelas galerias surrealistas da Paris dos anos 1930. Conhecer a vida de Frida Kahlo significa conhecer também a vida de Diogo Rivera, seu marido, além de facetas importantes de homens como Trotsky, Picasso, Breton, Duchamp, Kandinsky e outros.


Sobre o autor: Rauda Jamis (1955) é uma romancista e jornalista de origem mexicana, mas nascida em Cuba. Cresceu na França, onde estudou arte, arqueologia e psicologia. Publicou diversas obras, romances e biografias, e foi a primeira a divulgar a natureza de Frida Kahlo na França, onde agora vive e trabalha como psicoterapeuta.

Ficha Técnica:
Título: Frida Kahlo
Autor: Rauda Jamis
Editora: Martins Fontes - Selo Martins
Ano de Publicação: 2015 / 2ª Edição
 Páginas: 340 / Valor: no prelo
Disponível para a Bienal do Livro - RJ

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Biografia inédita
sobre Ernest Hemingway




A Martins Fontes – Selo Martins lança com exclusividade As Cartas de Ernest Hemingway – Volume I – 1907 - 1922, com organização de Sandra Spanier e Robert W. Trogdon (disponível para a Bienal do RJ).  Com mais de 20 obras publicadas e uma trajetória de acontecimentos históricos, o escritor, patriota e, também, jornalista norte-americano Ernest Hemingway é uma das figuras mais importantes da literatura mundial. Abaixo segue release editorial:



As Cartas de Ernest Hemingway
 Volume I - 1907-1922


 As cartas de Ernest Hemingway (1899-1961) permitem aos leitores acompanhar pela primeira vez os pensamentos, as ideias e atitudes de uma das grandes personalidades literárias do século xx em suas próprias palavras. O primeiro volume abrange sua juventude, a vivência da Primeira Guerra Mundial e a chegada à Paris. As cartas revelam um indivíduo mais complexo do que sugere a personalidade pública de homem durão: filho dedicado, irmão afetuoso, amante apaixonado, marido reverente, amigo espirituoso e escritor disciplinado. Despreocupadas, sem que tenham sido escritas com o prelo em mente, as cartas registram as experiências que inspiraram a arte do escritor, permitem compreender seu processo criativo e deixam clara a avaliação sincera que ele faz de sua própria obra e da obra de seus contemporâneos. As cartas são relatos instantâneos de fatos e relacionamentos que, da maneira mais profunda, deram forma à vida e à obra de Hemingway. A publicação também contém apresentação, notas, cronologia, ilustrações e um índice, todos minuciosos.

Recepção crítica - Cartas de Ernest Hemingway:

“E assim começa a publicação ambiciosa e muitíssimo esperada de Cartas de Ernest Hemingway, uma coleção vasta que acaba demonstrando ser uma autobiografia reveladora e a chave mestra para as obras literárias do autor. O primeiro volume é um retrato vibrante do artista quando jovem, tocando em todos os pontos que voltariam mais tarde como temas na vida épica e na literatura memorável do escritor.” Scott Berg, vencedor do Prêmio Pulitzer.

“As cartas reunidas de Hemingway serão recebidas com entusiasmo pelo mundo acadêmico e também pelas legiões de fãs do artista em todo o mundo. Ele não é só um dos escritores mais importantes do século xx, como também um missivista franco e fascinante. Esta coleção será uma aquisição valiosíssima para o universo epistolar.” Noël Riley Fitch.


“Esta edição de todas as cartas conhecidas de Hemingway é uma solução das mais apropriadas e elegantes para um desafio amedrontador: como disponibilizar esse tesouro para todos os estudiosos e leitores interessados de gerações ainda por vir. Creio que Papa Hemingway ficaria contente. Sua máxima predileta parece cair como uma luva nesta ocasião magnífica: ‘Il faut, d'abord, durer’ (‘primeiro é preciso persistir’; ou, como meu pai a traduzia com suprema parcimônia, ‘primeiro: durar’). Juntamente com seus livros, os pensamentos e as declarações mais pessoais de Hemingway agora irão persistir mais do que ele teria imaginado em seus mais insanos devaneios.” Charles Scribner iii.


Sobre os autores:
Sandra Spanier é a organizadora-mor do projeto Cartas de Ernest Hemingway e professora-doutora de literatura inglesa na Universidade Estadual da Pensilvânia, eua. Seus ensaios a respeito de Hemingway foram publicados em Modern critical interpretations: Ernest Heminway’s A farewell to arms (1987), New essays on A farewell to arms (1990) e Hemingway and women: female critics and the female voice (2002). Ela também faz parte do conselho editorial da revista acadêmica Hemingway Review. Autora de Kay Boyle: artist and activist (1986), organizadora da coletânea Life being the best and other stories (1998) e editora de Process (2001), representantes da obra da escritora norte-americana Kay Boyle. Spanier é co-organizadora (ao lado de David Morrell) de American fiction, American myth (2000), uma coletânea de ensaios de Philip Young, estudioso de Hemingway. Ela também ajudou Martha Gellhorn, jornalista renomada e ex-esposa de Hemingway, a publicar pela primeira vez sua peça teatral de 1946, em coautoria com Virgina Cowles, Love goes to press: a comedy in three acts (1995; ed. rev. 2010).

Robert W. Trogdon é professor-doutor de literatura inglesa e diretor do Instituto de Bibliografia e Publicação na Universidade Estadual de Kent, eua. Autor de The lousy racket: Hemingway, Scribners, and the business of literature (2007) e organizador de Ernest Heminway: a literary reference (2002). Além de se dedicar a Hemingway, Trogdon é consultor textual do projeto de publicação das obras completas de Joseph Conrad pela Cambridge University Press e publicou ensaios a respeito do autor. É um dos diretores da Fundação e Associação Ernest Heminway.


Ficha Técnica:
Título: As Cartas de Ernest Hemingway - Volume I - 1907-1922
Organizadores: Sandra Spainer e Robert W. Trogdon
Editora: Martins Fontes - Selo Martins
Ano de Publicação:  2015 / Edição: 1ª
Páginas: 404 / Valor: no prelo
Disponível para a Bienal do Livro - RJ


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Protetor dos pobres e dos animais



A Martins Fontes – Selo Martins lança com exclusividade a obra Francisco: O Santo de Assis na Origem dos Movimentos Franciscanos, de Giovanni Miccoli, com tradução de Sérgio Maduro. “Comece fazendo o que é necessário, depois o que é possível, e de repente você estará fazendo o impossível”. Palavras sábias de um jovem italiano, que aos 24 anos renunciou toda a sua riqueza para dedicar a vida aos pobres e aos doentes. São Francisco de Assis, que também é conhecido como protetor dos animais, foi considerado por Dante Alighieri como uma "luz que brilhou sobre o mundo" e “para muitos ele foi à maior figura do Cristianismo desde Jesus”. Considerado santo ainda em vida, foi canonizado pela Igreja Católica em 1228, menos de dois anos após falecer aos 43 anos. Abaixo segue release editorial: 


Francisco:
O Santo de Assis na Origem dos Movimentos Franciscanos

A história de Francisco de Assis representa um dos pontos chave de todos os acontecimentos dos dois mil anos de história do cristianismo. Tal vitalidade tampouco se esgota na sua – sempre exemplar – biografia, uma vez que sua extraordinária trajetória de vida se funde profundamente com os eventos históricos da ordem que ele fundou, a qual, em poucas décadas, tornou-se a mais numerosa e animada de toda a cristandade ocidental. Com efeito, o nexo entre a sua original proposta cristã e os rumos perseguidos pela ordem a que deu origem colocam muitos problemas. Surgem ainda várias questões ao se analisar as características e perspectivas reais da experiência religiosa de Francisco e seus primeiros companheiros, confrontando-as com os termos em que foram diversas vezes traduzidas e transmitidas na prática e na memória histórica da Igreja nos séculos subsequentes.

Não por acaso, a figura de Francisco, canonizado poucos anos depois de sua morte, virou referência para uma extraordinária variedade de movimentos e possibilidades, com frequência em evidente contradição com o que propõem e sugerem seus próprios escritos. Está nesse labirinto de problemas o aspecto central da longa e ainda muito atual “questão franciscana”, ainda mais intrigante depois da escolha recente do cardeal Bergoglio de, como bispo de Roma, pela primeira vez adotar o nome de Francisco: porque ao Francisco histórico, que facilmente pode ser conhecido nos seus aspectos básicos, somam-se e adicionam- se os tantos Franciscos que a tradição construiu e que continuam a propor múltiplos modelos diferentes de experiência religiosa.

Sobre o autor: Giovanni Miccoli, nascido em Trieste em 1933, estudou na Scuola Normale Superiore da Universidade de Pisa, onde foi aluno de Ottorino Bertolini, Delio Cantimori e Arsenio Frugoni. Por mais de quarenta anos ensinou história medieval e história da Igreja, primeiro em Pisa, depois em Trieste, em Veneza e, novamente, em Trieste. No âmbito medieval, ocupou-se, sobretudo da reforma gregoriana e das origens franciscanas; na esfera contemporânea, de antissemitismo católico, do Vaticano, guerra e Shoah, bem como dos posicionamentos do papado depois do Concílio do Vaticano II. O livro Una storiografia inattuale? Giovanni Miccoli e la funzione civile della ricerca storica, de G. Battelli e D. Menozzi (Viella, 2005), foi dedicado à sua obra.

Ficha Técnica:
Título: Francisco: O Santo de Assis na Origem dos Movimentos Franciscanos
Autor: Giovanni Miccoli
 Tradução: Sérgio Maduro
 Editora: Martins Fontes - Selo Martins
Ano de Publicação: 2015 /  Páginas: 316 /  Valor: R$ 49,00

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Fantasia e realidade do Mundo de Nárnia



A Martins Fontes – Selo Martins lança com exclusividade a inédita obra “C.S. Lewis - Além Do Universo Mágico De Nárnia”, com organização de Robert MacSwain e Michael Ward. Com mais de 120 milhões de cópias vendidas no mundo, tradução para 41 idiomas e figurar entre as obras literárias mais bem sucedidas e conhecidas de todos os tempos, a série de sete livros de “As Crônicas de Nárnia”, escrita por Clive Staples Lewis na década de 50, são a prova de que a mescla entre fantasia e realidade não impõem períodos, gêneros e independem de idade ou nacionalidade, pois nelas tudo é possível. C. S. Lewis, como é conhecido, já mostrava seu talento na infância quando, além de escrever, também ilustrava suas histórias e personagens fantásticos. Lewis, mesmo após 50 anos de sua morte, ainda é tema pertinente da atualidade. Vinte e um especialistas de Oxford, Cambridge, Princeton e Wheaton, dentre muitas outras instituições de ensino, analisam sua obra a partir das perspectivas teológica, filosófica e literária. Abaixo segue o release editorial sobre a obra:


C.S. Lewis - Além Do Universo Mágico De Nárnia


Acadêmico de renome, influente apologista cristão e autor de best-sellers de literatura infantil, C. S. Lewis (1898-1963) é um personagem polêmico e enigmático cujo fascínio permanece intocado cinquenta anos após sua morte. Este livro é o primeiro volume de grande abrangência a ser escrito por um grupo internacional de estudiosos, com o objetivo de examinar a carreira de Lewis como historiador da literatura, teólogo popular e ficcionista. Vinte e um especialistas de Oxford, Cambridge, Princeton e Wheaton, dentre muitas outras instituições de ensino, analisam a obra de Lewis a partir das perspectivas teológica, filosófica e literária. Alguns capítulos examinam sua contribuição profissional a campos como a teoria crítica e a história intelectual, enquanto outros avaliam suas ideias sobre questões que incluem conhecimento moral, gênero, prece, guerra, amor, sofrimento e as Escrituras. Os capítulos finais investigam sua obra de ficção e poesia. Original em sua abordagem e único em sua abrangência, este livro mostra que C. S. Lewis foi muito mais do que apenas o homem por trás de Nárnia. 

Sobre o autor: Robert MacSwain é professor assistente de teologia e ética cristã na Faculdade de Teologia da Universidade do Sul, Sewanee, Tennessee. Com Jeffrey Stout, é coeditor de Grammar and Grace: Reformulations of Aquinas and Wittgenstein (2004) e, com Ann Loades, de The Truth-Seeking Heart: Austin Farrer and His Writings (2006). Michael Ward é capelão da St. Peter’s College, Universidade de Oxford. É autor de Planet Narnia: The Seven Heavens in the Imagination of C. S. Lewis (2008) e coeditor, com Ben Quash, de Heresies and How to Avoid Them: Why it Matters What Christians Believe (2007).
Ficha Técnica:
Título: C.S. Lewis - Além Do Universo Mágico De Nárnia
Autor: C.S. Lewis 
 Organização: Robert MacSwain e Michael Ward
Tradução: Jeferson Camargo
Editora: Martins Fontes - Selo Martins
Ano de Publicação: 2015 / Edição: 1ª
Páginas: 440  /Valor: R$ 64,00


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Você é livre?  Exerce o livre-arbítrio?



Será que somos livres ou possuímos de fato o livre-arbítrio como pensamos? Será que a natureza exerce seu poder de persuasão em nós sem que percebamos e, assim, criamos uma falsa ilusão de que temos a capacidade de exercer tudo e qualquer atividade de interesse pessoal? Todos os temas são polêmicos e suscitados na nova obra da Martins Fontes – Selo Martins: A Moral Universal ou os Deveres do Homem Fundamentados na sua Natureza”, escrita pelo filosofo, autor e enciclopedista franco-alemão Barão Paul Henri d’Holbach (1723-89), também conhecido como Barão d'Holbach. Além de ele ter sido uma figura proeminente do Iluminismo francês, foi um dos primeiros filósofos que criticou de maneira sistemática e com fundamentos a doutrina do livre-arbítrio. Dizia que a natureza é uma grande máquina e os seres humanos seus mecanismos particulares, em outras palavras, que as pessoas não possuem livre-arbítrio, deixando-se enganar pela própria consciência. A obra rica em seu contexto responde algumas perguntas e sugere reflexões sobre outros temas importantes, ainda hoje discutidos na sociedade. Abaixo segue o release editorial sobre a obra:


A Moral Universal ou
os deveres do homem fundamentados na sua natureza

Se viver feliz e viver segundo a natureza é uma e a mesma coisa, como afirma Sêneca na epígrafe do livro “A moral universal”, do grande iluminista Barão de Holbach, então é possível dizer que a verdadeira moral é aquela que deve servir à vida, é aquela que está a serviço da existência. O que vemos nessa obra é uma busca minuciosa pela compreensão dos fundamentos de uma moral que deve se assentar na natureza, que, antes de ser uma ideia abstrata, é aquela que nos constituiu concretamente, materialmente. Essa natureza da qual somos parte, e que está por todo lado, e também dentro de nós, e que, para Holbach, só se encontra vedada aos que insistem em permanecer de olhos fechados para o mundo.

Sobre o autor: Barão de Holbach (1723-1789) nasceu e foi educado na Alemanha, mas se naturalizou francês em 1749. Herdeiro de uma grande fortuna, ele transformou seu salão num grande centro de reunião de filósofos e enciclopedistas. Ateísta, determinista e materialista, opunha-se à monarquia absoluta, à religião do Estado e aos privilégios feudais. Por isto, é considerado um dos intelectuais mais radicais do seu tempo. O seu trabalho mais famoso é o Sistema da Natureza, de 1770. Faleceu em 1789, nas primeiras semanas da Revolução Francesa.



Ficha Técnica:
Título: A Moral Universal - Ou Os Deveres Do Homem Fundamentados Na Sua Natureza
Autor: Barão de Holbach / Tradução: Regina Schöpke e Mauro Baladi
Editora: Martins Fontes - Selo Martins
Ano de Publicação: 2015 /  Páginas: 896 / Valor: 49,00
Site: http://www.livrariamartinseditora.com.br/moral-universal-a-ou-os-deveres-do-homem-fundamentados-na-sua-natureza-p24045/

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O acúmulo de objetos pode significar
muito mais do que apego


A Martins Fontes – Selo Martins lança, com exclusividade, a obra Os Objetos e a Vida: reflexões sobre as posses, as emoções, a memória”, do italiano e professor de psicologia Giovanni Starace. No contexto, o leitor terá a oportunidade de conhecer motivos pelos quais preservamos objetos em nossas vidas, por diversos motivos, assim como o que eles podem representar sobre nossas características e personalidades. Abaixo segue o release editorial:



Os objetos e a Vida:
reflexões sobre as posses, as emoções, a memória


Qual a importância dos objetos na nossa vida? Quem não guarda algo com ciúmes? Quem já não quis remover tudo da casa de uma pessoa querida que se foi? Quem, ao menos uma vez, não decidiu começar uma coleção? Em que medida isso representa uma materialização da nossa memória? Os objetos são espelho do que somos e do que fomos; das pessoas que povoam a nossa existência e das que nos acompanharam em fases da vida. Por meio dos objetos, todos nós desenhamos traços importantes da história pessoal: testemunhos concretos, fragmentos ou relíquias, documentos e evidências, todos marcados por investimentos simbólicos mutáveis no tempo. Os objetos materiais, de fato, são parte integrante da nossa vida psíquica e emotiva, contribuem para construir a nossa personalidade, participando da formação do nosso caráter, de diversas maneiras, conforme a fase da vida.

Por que guardamos? Por que jogamos fora? A posse dos objetos garante uma continuidade da própria pessoa ao longo da vida; onde se dispersam – como ocorre nas calamidades naturais –, os objetos tornam-se testemunhas da ruptura da integridade da pessoa, mas, em outros casos, a sua eliminação pode representar também uma tensão libertadora que coincide com a vontade de dar espaço a novas experiências. Os objetos seguem de perto as relações de amor, marcam as histórias familiares. Aqueles que pertenceram a pessoas que já se foram ficam na vida de alguns tanto quanto ou mais do que a memória da própria pessoa. Em torno do tema da nossa relação com os objetos que povoam a vida, Giovanni Starace compõe uma narrativa rica, intensa e de leitura muito agradável, graças a um amplo espectro de referências à literatura psicanalítica, antropológica e sociológica que, de modo feliz, se revezam com citações literárias, breves alusões a quadros clínicos e a fragmentos autobiográficos. Um livro denso e apaixonante destinado a despertar uma imediata identificação em seus leitores, porque entra em contato com algo que diz respeito a cada um de nós.



Sobre o autor: Giovanni Starace ensina psicologia clínica na Universidade Federico II, em Nápoles. É membro regular, com funções de formação, da Sociedade Italiana de Psicoterapia Psicanalítica. Entre as suas publicaçõess estão as seguintes obras: Le storie, la storia. Psioanalisi e mutamento [As histórias, a história. Psicanálise e transformação] (Marsilio, 1989); Vite incerte. Giovani, droga, comunità [Vidas incertas. Jovens, droga, comunidade] (l’ancora del mediterraneo, 2000); Il racconto della vita. Psicoanalisi e autobiografia [A narrativa da vida. Psicanálise e autobiografia] (Bollati Boringhieri, 2004).
Ficha Técnica:
Obra: Os objetos e a vida: reflexões sobre as posses, as emoções, a memória
Autor: Giovanni Starace / Editora: Martins Fontes - Selo Martins
Coleção: Dialética / Páginas: 200
Ano de Publicação:  2015 / Edição: 1ª / 
 Valor: no prelo 
Disponível para a Bienal Internacional do Livro - Rio

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Os animais e sua participação na história



Se você gosta de pets, certamente vai adorar a leitura desta obra: “Os Animais Celebres”, de Michel Pastoureau, lançamento exclusivo da Martins Fontes – Selo Martins, que retrata a importância deles no dia a dia das pessoas e na cultura mundial, assim como sua influência direta na produção de produtos – com fins diversos para humanos ou não. O autor aborda múltiplos assuntos, que inclui estudos sobre animais reais da história mundial como, por exemplo, os elefantes de guerra de Aníbal (Primeira Guerra Púnica – Roma, Século III a.C.) e a Besta de Gévaudan (animal que aterrorizou a região francesa no final do século XVIII). Também, menciona outros tirados da Bíblia – a Arca de Noé e a Baleia de Jonas –, da mitologia – o Minotauro e o Cavalo de Tróia –, da literatura (Renart/Raposa), de animações como Mickey e Pato Donald entre outros que vão de objetos (ursinho de pelúcia) aos dos sonhos (monstro do Lago Ness). Abaixo segue release editorial:


Os Animais Célebres


Desprezado anos a fio pelos historiadores e relegado às coletâneas de curiosidades e à história “menor”, o animal é hoje um verdadeiro objeto de estudo, situado no cerne da pesquisa e na intersecção de várias disciplinas. Ao considerar quarenta animais célebres (pelos mais variados atributos), Michel Pastoureau destaca tudo o que o estudo das relações entre o homem e o animal pode trazer para a história social, econômica, religiosa, cultural e simbólica. Cada capítulo é dedicado a um animal e composto de duas partes: a exposição dos fatos e tradições que lhe concernem e um comentário histórico que procura situar o respectivo contexto e objetivos. Entre os animais estudados, alguns existiram de fato (o elefante de Aníbal, a Besta de Gévaudan), outros foram tirados da Bíblia (a Arca de Noé, a baleia de Jonas), ou da mitologia (o Minotauro, o cavalo de Tróia), outros, da literatura (Renart) e de imagens (Mickey, Pato Donald), outros, enfim do mundo dos emblemas (o leopardo inglês), dos objetos (o ursinho de pelúcia) e dos sonhos (o monstro do Lago Ness).



Sobre o autor: Michel Pastoureau é historiador,  arquivista, paleógrafo e diretor de estudos na Ecole Pratique des Hautes Estudes (Sorbonne iv) em Paris, onde leciona, desde 1983, a história do simbolismo ocidental. Publicou mais de trinta livros a respeito da história das cores, dos animais e dos símbolos.

Ficha Técnica:
Obra: Os animais célebres
Autor:  Michel Pastoureau
Editora: Martins Fontes - Selo Martins
Coleção: O Homem e a História / Páginas: 312
Ano de Publicação:  2015 / Edição:
Valor: no prelo – previsão para Bienal Internacional do Livro - RJ



Fonte: JCG Comunicação - Jornalista Carina Gonçalves 
11-4113-6820 / contato@jcgcomunicacao.com 

Os animais e sua participação na história

Se você gosta de pets, certamente vai adorar a leitura desta obra: Os Animais Celebres”, de Michel Pastoureau, lançamento exclusivo da Martins Fontes – Selo Martins, que retrata a importância deles no dia a dia das pessoas e na cultura mundial, assim como sua influência direta na produção de produtos – com fins diversos para humanos ou não. O autor aborda múltiplos assuntos, que inclui estudos sobre animais reais da história mundial como, por exemplo, os elefantes de guerra de Aníbal (Primeira Guerra Púnica – Roma, Século III a.C.) e a Besta de Gévaudan (animal que aterrorizou a região francesa no final do século XVIII). Também, menciona outros tirados da Bíblia – a Arca de Noé e a Baleia de Jonas –, da mitologia – o Minotauro e o Cavalo de Tróia –, da literatura (Renart/Raposa), de animações como Mickey e Pato Donald entre outros que vão de objetos (ursinho de pelúcia) aos dos sonhos (monstro do Lago Ness). Abaixo segue release editorial:


Os animais célebres



Desprezado anos a fio pelos historiadores e relegado às coletâneas de curiosidades e à história “menor”, o animal é hoje um verdadeiro objeto de estudo, situado no cerne da pesquisa e na intersecção de várias disciplinas.
Ao considerar quarenta animais célebres (pelos mais variados atributos), Michel Pastoureau destaca tudo o que o estudo das relações entre o homem e o animal pode trazer para a história social, econômica, religiosa, cultural e simbólica. Cada capítulo é dedicado a um animal e composto de duas partes: a exposição dos fatos e tradições que lhe concernem e um comentário histórico que procura situar o respectivo contexto e objetivos. Entre os animais estudados, alguns existiram de fato (o elefante de Aníbal, a Besta de Gévaudan), outros foram tirados da Bíblia (a Arca de Noé, a baleia de Jonas), ou da mitologia (o Minotauro, o cavalo de Tróia), outros, da literatura (Renart) e de imagens (Mickey, Pato Donald), outros, enfim do mundo dos emblemas (o leopardo inglês), dos objetos (o ursinho de pelúcia) e dos sonhos (o monstro do Lago Ness).

Sobre o autor: Michel Pastoureau é historiador,  arquivista, paleógrafo e diretor de estudos na Ecole Pratique des Hautes Estudes (Sorbonne iv) em Paris, onde leciona, desde 1983, a história do simbolismo ocidental. Publicou mais de trinta livros a respeito da história das cores, dos animais e dos símbolos.

Ficha Técnica:
Obra: Os animais célebres
Autor:  Michel Pastoureau
Editora: Martins Fontes - Selo Martins
Coleção: O Homem e a História / Páginas: 312
Ano de Publicação:  2015 / Edição:
Valor: no preloprevisão para Bienal Internacional do Livro - RJ

Fonte: JCG Comunicação