Chegou aqui na redação para nós e simplesmente adoramos a 

Coleção Bichinhos da Editora Bamboozinho

 


Com texto da pedagoga Lô Carvalho, que leciona para crianças do ensino infantil e, também, para os anos iniciais do ensino fundamental, a Coleção Bichinhos, da Editora Bamboozinho, traz para os pequenos leitores de até 3 anos uma inovação que une a tradicional leitura com o novo da tecnologia. As belas ilustrações são de  JS Farias, que cativam as crianças e os pais também!

Com o auxilio dos pais, as crianças podem acompanhar a leitura com um aplicativo gratuito, disponibilizado no Google Play e na Apple Store, para conhecer os sons dos animais e depois visualizá-los nas obras. 

A Coleção Bichinhos pertence a série "Bebê Leitor", que consiste no desenvolvimento de livros para bebês a partir de 6 meses de idade, com o intuito de incentivar o gosto pela leitura e o amor aos livros. Todas as obras são ilustradas com imagens bem coloridas e alegres, que têm relação com a nossa cultura e que estimulam os sentidos do bebê. Sabemos que começar o mais cedo possível é bom para a criança e para os pais. 

É a interatividade tecnológica promovendo o conhecimento e estimulando as crianças, ainda em faze de alfabetização, para o mundo mágico da criatividade e da leitura. Indicamos e ressaltamos que as obras são super bem acabadas, coloridas e lúdicas para as crianças. Vale até para o irmãozinho ou irmãzinha mais velha curtir com os mais novos. 

Conheça um pouco mais sobre as obras abaixo.


Bichinhos 1
A leitura se inicia com um fato concreto: há um barulhinho e parece que é um bichinho. O desafio para o "bebê leitor" é descobrir qual bichinho da fauna brasileira faz aquele barulhinho. Será que é a onça? Será que é a arara? Ou será o mico? Com o aplicativo gratuito e desenvolvido para essa coleção, o bebê descobrirá qual é o som real dos animaizinhos do seu livro.



Bichinhos 2
Nosso "bebê leitor" encontrará novos barulhinhos e outros bichinhos para explorar nesse segundo volume da Coleção Bichinhos. Agora o cachorro, o sapo, pato e muitos outros entram na brincadeira e surpreendem o bebê com a alegria de ler e de interagir com a tecnologia de forma saudável e inteligente! Com aplicativo desenvolvido especialmente para essa coleção.




Bichinhos 3
Grauuu. Tssss. Úhúh... Que som é esse? De onde ele vem? Surpreenda o seu "bebê leitor" com o som real dos bichinhos que saem das páginas desse livro a partir de um toque no smartphone ou do tablet. Com o objetivo de estimular o contato do bebê com o livro impresso e também com as novas tecnologias, o terceiro volume da Coleção Bichinhos traz mais informação e mais diversão. Aplicativo gratuito.

Texto introdução: Jornalista Carina Gonçalves

Ficha Técnica: 
Detalhes sobre as obras acesse o portal:
Sinopses: Editora Bamboozinho 
Preço sugerido: R$ 38,00 (cada)

Fonte: Assessoria de Comunicação 

Livro em homenagem aos 100 anos do Palmeiras 



Lançado pela Editora DSOP o livro "Palestra Lágrimas Futebol Clube", de Marcos Teles, surge como uma homenagem aos 100 anos de história do Palmeiras e marca a estreia do novo selo da Editora, "Literatura Marginal", com curadoria de Ferréz.

Marcos Teles surpreende o leitor de Palestra Lágrimas Futebol Clube expondo uma narrativa recheada de dramaticidade, sem perder de vista o compromisso social e ideológico. A obra foi lançada na semana de 26 de agosto, na Bienal, mesmo período que se comemora o centenário do clube que transformou a vida do personagem principal da história, a Sociedade Esportiva Palmeiras. Entretanto, o livro não é destinado somente aos torcedores do Palmeiras, mas a todos os amantes de futebol, bem como os apaixonados por uma excelente leitura.

A obra narra a história de Vicente, um trabalhador já tão fatigado pela miséria e pela forte seca de sua terra natal que encontra na cidade de São Paulo muita esperança, amores, tristezas e uma paixão verde e branca sem igual. Após perceber que a estiagem era tamanha, o sertanejo não tem dúvidas de que é hora de partir e aceita uma proposta para tentar uma vida nova na cidade grande. Mal sabia ele que essa viagem lhe traria tantas aventuras boas e ruins. Apesar de ele no sertão não ter muito contato com o futebol, é a partir de encontros com amigos torcedores do Palmeiras que sua história começa a seguir um caminho diferente, despertando nesse homem de vida tão sofrida a vontade de voltar a sorrir. E por isso ele diz: "Esse verde todo, essa vida toda aqui dentro. É igual meu sertão depois da chuva".

Para o autor, "o livro fala de um amor imensurável, de esperança e da força de um destino implacável. O futebol não é apenas um jogo e o leitor vai entender que só há perdão onde existe muito amor.”

O novo selo  
O selo “Literatura Marginal DSOP” tem curadoria do romancista, contista e poeta Ferréz, um dos pioneiros desse movimento de literatura periférica, constituindo uma continuação do trabalho que ele vem desenvolvendo desde 1999. Ferréz é autor do infantojuvenil Amanhecer esmeralda, recentemente relançado na Casa da Editora DSOP na Flip – Festa Literária Internacional de Paraty. O próximo lançamento a fazer parte desse selo será Te pego lá fora, de Rodrigo Ciríaco, um dos mais novos integrantes do catálogo da casa editorial, reconhecido por ser um ativista em prol da educação, da cultura e da leitura. Seu livro de contos está previsto para setembro.

O movimento Literatura Marginal vem ganhando cada vez mais espaço no Brasil e já é reconhecido como uma importante manifestação vinda daqueles que estão à margem da sociedade, principalmente nos grandes centros urbanos do país. “A Literatura Marginal retrata o cotidiano, a vida normal de pessoas comuns. Ela difere de outros movimentos porque é ação. Nós levamos a literatura para a rua, para os botecos e até a lugares onde outros movimentos literários não vão”, destaca Teles.

Fonte: Assessoria de Imprensa



“Os Cinco Minutos de Jesus para Crianças”,
obra da Editora Ave-Maria, ensina os pequeninos
a conversar com Jesus diariamente

Com a proposta de ensinar as crianças a conversar com Jesus, o livro é composto por 365 citações, entre orações e agradecimentos, para serem praticados todos os dias do ano


Exercitar a fé e construir uma relação com a Palavra de Deus, às vezes, pode parecer difícil, especialmente pela falta de conhecimento e, também, pelo pouco tempo no dia a dia. No entanto, não precisamos dedicar um longo tempo para a realização de uma oração ou para agradecer a Jesus, basta fazê-los com amor. E essa é a proposta da obra Os Cinco Minutos de Jesus para Crianças, de autoria do Padre Luís Erlin, criada especialmente para os pequeninos, e que pertence à Coleção Cinco Minutos”, da Editora Ave-Maria.

Composto por 365 pequenas citações, entre orações e agradecimentos, o livro oferece a oportunidade de evangelizar e criar o hábito de aproximar a criança com a Palavra de Deus, tornando o acesso e a interpretação mais fácil, uma vez que a linguagem da obra foi elaborada para atender ao público infantil. Também, pode ser compartilhado com os pais, para que a família toda participe do momento em comunhão com Jesus.


E para que isso aconteça, é necessário apenas cinco minutos diário para a criança conversar com Jesus, como se fala com um amigo. Um hábito saudável e renovador, que certamente trará novos aprendizados e uma visão diferente do amor de Cristo para conosco. 
O menino que lia nuvens

Timidez, construção de identidade, bullying e esoterismo são temas de livro infantojuvenil 



“O menino que lia nuvens”, de Ricardo Viveiros, ilustrado por Cárcamo, conta a história de Aldebaran, um garoto introspectivo que vence o isolamento ao perceber que poderia ler o futuro

Uma família tradicional, um casarão e um menino que é, no entender de todos, um pouco “estranho”. É a partir desses elementos que o jornalista e escritor Ricardo Viveiros constrói a história de Aldebaran, um garoto introspectivo que transcende a timidez e vence o bullying ao descobrir que tem um dom especial.

É este o enredo de “O menino que lia nuvens” (Editora Gaivota, 34 págs., R$ 28,50), livro em que Viveiros, mais uma vez com a sutileza de sua narrativa poética, oferece ao jovem leitor temas pouco usuais no universo da literatura infantojuvenil. Em sua quarta obra para esse público, o autor utiliza ideias que muitas vezes preferimos esconder dos pequenos, como solidão e perda, para mostrar que a construção da identidade é um rito marcado por descobertas – e que exige coragem. 

Desde muito pequeno, Aldebaran chamava a atenção por seu jeito quieto e bem comportado. Diferentemente da maioria dos bebês, que sempre choram ou se reviram no berço, o menino, quando estava acordado, apenas olhava firme para o teto do quarto. Ora franzia a testa como se estivesse intrigado, ora sorria como se na presença de uma pessoa invisível. 

Até fantasma disseram que o menino via, mas o que lhe interessava, de verdade, eram os volumes, sombras, movimentos e cores que identificava para onde olhava – principalmente nas manchas, espumas, marcas e, mais tarde, também nas nuvens.

Já rapazinho, Aldebaran torna-se um excelente aluno, que, devido à sua introspecção, passa a ser discriminado por colegas da vizinhança, da escola e do clube que sua família frequenta. Sofria bullying pelo seu jeito diferente de ser.  

E, nesse processo de se sentir cada vez mais solitário, ele também desperta para um dom especial. Ao observar atentamente as nuvens, como tanto gostava, constata que, diferentemente da maioria das outras crianças, ele via mais do que apenas desenhos de pessoas, animais ou objetos. Aldebaran começa a perceber que era capaz de ler as nuvens como quem lê um livro. E que, por mais incrível que pareça, algumas coisas que ele lia no céu, acabavam por acontecer.

Rapidamente, o dom da premonição torna o menino popular entre os colegas. Mas alguns mistérios permanecem no ar. Durante toda a história, apenas a babá, a avó e o pai de Aldebaran são mencionados. Nada se sabe sobre sua mãe. Não há, sequer, um único retrato dela pela casa, até que um dia, já adolescente, o garoto resolve entrar em um sótão no qual nunca havia estado...

Para ilustrar a obra, o renomado artista gráfico Cárcamo fez algo incomum na literatura infantojuvenil brasileira: aquarelas. Ou seja, como Aldebaran ao contemplar as nuvens, quem olha as belas ilustrações de Cárcamo consegue ver o que é invisível em cada cena.

Do ponto de vista da linguagem, “O menino que lia nuvens” também apresenta uma proposta diferente: sem anunciar uma época específica, reúne personagens, cenários, paisagens, objetos, palavras, expressões e circunstâncias que não fazem mais parte do repertório dos jovens leitores. É o caso, por exemplo, dos nomes das pessoas, como Eleuthério, ou das expressões, como “aos costumes”. 

Ao conter, não apenas ideias, mas toda uma linguagem “estranha” ao universo de seu público, Viveiros faz pensar sobre o que é, de fato, a normalidade, pois ter algo diferente, estranhou ou único é ponto básico da condição humana – ou seja, da própria ideia do que é normal.

Ficha Técnica: 
Livro: O menino que lia nuvens
Autor: Ricardo Viveiros
Ilustrador: Cárcamo
Número de páginas: 34 páginas
Preço sugerido: R$ 28,50


Fonte: