“Como Dizia Minha Avó” é a nova obra da jornalista Mônica Picavêa


Tarde de autógrafos acontece dia 21 de março, na Livraria Martins Fontes Paulista 


A jornalista Mônica Picavêa – reconhecida por sua atuação em mais de 50 projetos nas áreas social, de geração de renda, desenvolvimento socioambiental e educação para a sustentabilidade lançou o seu segundo livro infantil "Como Dizia a Minha Avó" no início deste ano. O primeiro, “Simplesmente Diferente”, foi publicado em 2011, tendo sido pioneiro no Brasil em audiodescrição (destinado a crianças com deficiência visual).

Com ilustrações de Hugo Serra, “Como Dizia Minha Avó” é editado pela Livrus e pela Oficina da Sustentabilidade. Trata-se de uma coletânea de sete historinhas rimadas, que contam algumas experiências que avós verdadeiros ensinaram aos seus netos, e que lhes trouxeram aprendizados preciosos para a vida. O objetivo do trabalho é acender nas crianças a curiosidade de tais narrativas e o quanto esses entes queridos têm para lhes ensinar, promovendo a convivência entre eles. No final da publicação, a autora reserva um espaço especial para que o leitor mirim possa compartilhar de sua próxima história. Assim, o livro passa a ser também de sua autoria, podendo ainda ser enviado para ser publicado no blog: comodiziaminhaavoevoce.blogspot.com.br

Ficha Técnica: 
Como Dizia a Minha Avó
42 páginas
R$ 25,00
Editora: Livrus

Sobre a autora: graduada em Jornalismo, com pós-graduação em Marketing e MBA em Administração de Empresas, Mônica Picavêa tem mais de 18 anos de experiência e atuação em mais de 50 projetos em 13 estados nas áreas social, de geração de renda, desenvolvimento socioambiental e educação para a sustentabilidade. É pioneira no Brasil, junto com Marcelo Todescan e May East, na implantação da metodologia do Programa Cidades em Transição. Atuou como presidente da Fundação Alphaville, superintendente da Fundação Stickel e hoje comanda sua própria empresa: a Oficina da Sustentabilidade, que, além de desenvolver projetos nas áreas acima citadas, também fornece consultoria para empresas de grande porte.


Quem Matar na Hora da Crise?

Livro da Editora Évora fornece as ferramentas para a superação da crise corporativa


Num mundo altamente conectado como o que estamos vivendo atualmente, empresas nascem e morrem numa agilidade impressionante, só não é mais rápido por conta da burocracia que ainda emperra o país. Ser um empreendedor no Brasil requer paciência e muito jogo de cintura já que a carga tributária e a legislação costumam agir como entraves para o crescimento corporativo. Artur Lopes, autor do livro “Quem matar na hora da crise?”, publicado pela Editora Évora, explica que: “na era da informação e da globalização, o grande desafio na história de cada empresa não é saber SE a crise virá, mas sim QUANDO virá, e O QUE fazer para dissipar seu impacto, pois são raras as empresas, pequenas ou grandes, nacionais ou multinacionais, que não foram, em determinado momento e de algum modo, ameaçadas na sua sobrevivência”.

O livro traz know how gerencial e auxilia o empresário a entender não somente a natureza e origem da dificuldade, mas também propicia elementos para percepção da adequação (ou não) da sua atuação. Além de tocar em aspectos sensíveis da conduta do empresário, o livro fornece as ferramentas certas para a superação da crise.

“Quem matar na hora da crise?” traz a tona um dos momentos mais cruciais do mundo corporativo, quando a crise vem para a empresa, o momento em que o dito popular resume “que na casa onde falta pão, todo mundo grita e ninguém tem razão”. É nessa hora que se discute “quem deve morrer quando a crise se impõe e a busca pela sobrevivência fala mais alto? As convicções de quem deu vida ao negócio, ou os empregos, as riquezas e tudo o mais gerado por essa louvável iniciativa?”.

Sobre o autor: Artur Lopes é advogado, foi secretário executivo do CONAR – Conselho Nacional de Autorregulamentação Publicitária, dirigiu empresas no segmento alimentício de TI e capitaneou diversos projetos de reestruturação empresarial. Atua como gestor financeiro há mais de 17 anos e, atualmente, é sócio-fundador da consultoria Artur Lopes & Associados e membro da TMA Brasil, representante brasileira da Turnaround Management Association. Para mais informações, visite www.arturlopes.com.br .

Ficha Técnica:
Título: Quem matar na hora da crise?
Subtítulo: Como resgatar a sua empresa e fazê-la crescer
Autore: Artur Lopes
Assunto: negócios, finanças, gestão empresarial
Preço: R$ 59,90
Páginas: 208

Fonte:  Digital Trix

Você é aquilo que come

Através da própria experiência, o tenista Novak Djokovic fala sobre a importância da alimentação na vida cotidiana das pessoas


Novak Djokovic é um atleta acima da média. Natural de um país dividido por uma guerra civil, passou sua infância e adolescência fugindo de bombas e, às vezes vivendo à base de pão e água. Não desistiu e, mesmo tendo que se esconder ou treinar sobressaltado por conta dos bombardeios, se tornou o melhor tenista do mundo, encabeçando o ranking da ATP por dois anos consecutivos. Nem é preciso dizer que o caminho que o levou ao sucesso teve percalços, fracassos e descobertas. No livro “Sirva para vencer – a dieta sem glúten para a excelência física e mental”, lançado pela Editora Évora, Djokovic narra sua trajetória até o pódio e reforça o ditado popular – “você é aquilo que você come”. Antes de mostrar a solução, Djokovic decreve todos os problemas que teve enquanto participava de torneios, onde passava mal, se distraia, e perdia as forças para jogar, e competir, muitas vezes em partidas decisivas. Ganhou apelidos, trocou de técnicos e até ouviu de muita gente que não treinava suficiente, ou ainda, que era muito doente e fraco.

Em 2010, enquanto o mal estar começou a devastá-lo durante uma partida no Australian Open, um nutricionista da Sérvia, Igor Cetojevic, zapeando a TV e assistindo ao seu colapso ao vivo, quis falar com Djokovic – “Na opinião dele, era minha alimentação. Mais especificamente, ele percebeu que meus problemas respiratórios eram resultado de um desequilíbrio no sistema digestivo, o que provocava um acúmulo de toxinas nos intestinos”.

Depois disso o tenista recebeu acompanhamento médico e resolveu narrar sua experiência em “Sirva para vencer”. No livro, a partir de sua própria experiência ele lembra que - “Não estou prescrevendo nada; não sou médico e nem nutricionista. Estou apenas recomendando que você abra a mente, dê uma chance a essas diversas ideias”, além de recomendar que cada um de nós ouça as mensagens que nosso corpo manda a todo o momento, Djokovic lembra do relógio corporal - “a ideia que nossos corpos têm um cronograma diário e que cada órgão tem sua hora quando o corpo está se autocurando. De acordo com a tradição chinesa, cada órgão de nosso corpo está “em manutenção” mais ou menos nos seguintes horários”. O autor lembra também que “a comida é informação” e, que as pessoas devem mudar seu jeito de se alimentar para que o corpo viva bem, é enfático ao afirmar que “a medicina oriental ensina a alinhar a mente, o corpo e a alma. Quando você tem sentimentos positivos na mente – amor, alegria, felicidade – isso afeta seu corpo”.

“Sirva para vencer – a dieta sem glúten para a excelência física e mental” de Novak Djokovic chega ao Brasil pelo selo Generale, da Editora Évora e está disponível em todas as livrarias ou pelo site – www.editoraevora.com.br

 Sobre o autor: Novak Djokovic é um tenista servio ranqueado mundialmente em primeiro lugar pela ATP (Association of Tennis Professionals). Ele é considerado um dos melhores jogadores de tênis do mundo de todos os tempos.

Sobre o livro: 
Título: Sirva para vencer
Subtítulo: A dieta sem glúten para a excelência física e mental
Autor: Novak Djokovic
Assunto: Dieta 
Preço: R$ 39,90
Páginas: 202


Sobre  a Editora Évora: A Editora Évora (www.editoraevora.com.br) chegou ao mercado com uma proposta inovadora, pautada em obras de qualidade, com conteúdos de alta relevância e inovadores que agreguem valor aos leitores e os ajudem a realizar objetivos e projetos pessoais e profissionais com excelência. O catálogo da editora conta com obras de ficção e não ficção, de autores relevantes nacionais e internacionais.

Fonte: Digital Trix 

Com novos documentos, livro que reconstitui a história da extinção da Panair pelo regime militar ganha edição ampliada

Nova versão de Pouso Forçado consolida hipótese de que motivos políticos determinaram o fim da gigante da aviação



Sucesso de público e de crítica quando foi lançado em 2005, Pouso Forçado, de Daniel Leb Sasaki, foi indicado como finalista do Prêmio Jabuti no ano seguinte.  Como jornalista obstinado, o autor continuou a buscar respostas para um dos casos mais emblemáticos de intervenção da ditadura em empresas privadas: a extinção da companhia aérea Panair do Brasil.

Dez anos após a primeira publicação, Sasaki brinda os leitores com um livro praticamente novo com quase o dobro de páginas, apoiado em documentos inéditos pesquisados por meio da Lei de Acesso à Informação e posteriormente abertos na Comissão Nacional da Verdade.  A obra chega às livrarias em agosto pela editora Record.

“Foi a primeira vez que o país admitiu ― pública, ainda que indiretamente ― responsabilidade por aquela injustiça”, declara o autor, se referindo ao relatório final da Comissão da Verdade, publicado em dezembro de 2014, com a confirmação de que a Panair foi extinta por motivos políticos. Dois anos antes, o jornalista já tinha tido acesso às informações conclusivas, que trouxeram à tona fatos até então desconhecidos e ratificou suspeitas originadas durante as apurações da primeira edição do livro.

Algumas das revelações tratam da perseguição política de um dos acionistas majoritários da companhia aérea, Celso da Rocha Lima. Devassas fiscais, espionagem, distorção de fatos e falsificação de documentos estão entre os mecanismos utilizados para desmoralizar o empresário: “Nenhum agente jamais foi punido pelos crimes cometidos contra a Panair, contra ele [Celso] e contra os funcionários, e a União nunca pediu desculpas”, afirma o autor.

Mário Wallace Simonsen, que era sócio de Celso na holding que controlava a Panair, e era ainda acionista de mais de 30 empresas, entre elas a extinta TV Excelsior, também é considerado por Sasaki como um dos perseguidos políticos da ditadura: “Simonsen foi extirpado da História do capitalismo nacional. Os poucos que se lembram dele o associam ao lamaçal das denúncias fabricadas. É como dizia Saulo Ramos, que assina o prefácio do livro: ‘a lesão produzida pelos atos da ditadura perdura até hoje’ ”, escreve o autor.

Por meio de uma narrativa dinâmica, que mescla a tradicional reportagem com o jornalismo literário, Pouso Forçado reconstrói as conquistas da Panair no Brasil e no exterior, expõe o complô político e comercial articulado para derrubá-la e o favorecimento do governo a outras companhias, sobretudo, à Varig,  comandada à época pelo empresário Ruben Berta.

Daniel Leb Sasaki nasceu em Salvador, Bahia, em 1982, mas mora desde pequeno no estado de São Paulo. Formado em Jornalismo pela PUC-Campinas, trabalhou para a revista IstoÉ Dinheiro. É também consultor e roteirista de documentários.

Ficha Técnica: 
Pouso Forçado
Daniel Leb Sasaki
Páginas: 490 
Preço: R$ 58,00
Editora Record/ Grupo Editorial Record

Fonte: Assessoria de Imprensa Grupo Editorial Record