"A Arte Muda da Fuga"

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A Editora Positivo tem a honra em convidá-lo para o lançamento do livro 
"A arte muda da fuga", de Carlos Dala Stella, em São Paulo. 
O evento conta com uma exposição inédita de um dos cadernos do autor, 
onde os poemas foram escritos.



Sinopse: 
A arte muda da fuga é um livro inédito do poeta e artista plástico curitibano Carlos Dala Stella - uma seleção criteriosa de 108 poemas feita por Marta Morais da Costa, doutora em literatura pela USP, a partir de um conjunto com aproximadamente duas mil páginas de textos, desenhos, recortes e colagens. As imagens do livro são pistas sobre o processo criativo do autor, que escreve e desenha cotidianamente em seus cadernos ilustrados há 40 anos.

Nos vazados e nas aberturas das imagens, o artista revela uma multiplicação de planos: camadas sucessivas em que continente e conteúdo se alternam e se contrapõem. Os desenhos a nanquim do ateliê, que aparecem na abertura e no encerramento, também são de autoria de Dala Stella e foram feitos especialmente para este livro.

A presença da natureza é representada na obra por uma pluralidade de elementos simples – aves, árvores, chuva, sol, estrelas, grão de areia. O poeta constata com espanto as manifestações da natureza: voejam pararus, urubus, sabiás, pintassilgos; a lesma se arrasta sobre o mármore, a libélula esplende em vitral e a aranha tece, como o tempo. "São pequenos animais a significar enigmas da vida e da arte", define Marta.

O silêncio, presente em diversos versos do poeta, é também o título da poesia que encerra a obra. Para Dala Stella, “A arte muda da fuga” chama a atenção pela polifonia de percepções e materialidades verbais de que é feito cada poema. "Um poema não é uma linha reta entre o que o poeta sente, ou pensa, e a expressão desse sentimento ou dessa ideia. É no percurso da escrita que o sentimento de mundo se dá, num espelhamento interno e externo sem o qual a vida resultaria num simples artefato de palavra, desprovido da animação que lhe é tão cara. Um poema é um pequeno percurso de linguagem onde a vida, misteriosa e engenhosamente, se dá. A linha reta, em poesia, é sempre curva”, diz o poeta.


Sobre Carlos Dala Stella -  nasceu em 1961, no bairro de Santa Felicidade, em Curitiba. É poeta, artista plástico e também contista. Formado em Letras pela Universidade Federal do Paraná, dedica-se ao desenho desde a década de 80, quando expôs na Itália. Publicou os livros “O caçador de vaga-lumes” (poemas, 1998), “Riachuelo, 266” (contos e crônicas, 2000), “Bicicletas de Montreal” (fotografia e outras artes visuais, 2002) e “Ogatosemnome” (poemas, 2007). Foi finalista do Prêmio Jabuti em 2012 na categoria Ilustração com o livro “Quer Jogar?” (livro ilustrado, 2011). Nas artes, o autor transita por murais de cimento e vidro, telas, retratos a lápis, nanquim e esculturas em papel, mas é nos cadernos de ateliê que cotidianamente escreve e desenha.


Sobre Marta Morais da Costa - é crítica literária, escritora e professora. É doutora em literatura pela USP. Nasceu em Ouro - Santa Catarina, em 1945. É graduada em Letras pela Universidade Federal do Paraná (UFPR) e tem Mestrado e Doutorado em Literatura Brasileira pela Universidade de São Paulo. Professora desde 1965, lecionou no Colégio Estadual do Paraná, entre outras escolas. É professora da UFPR e da Pontifícia Universidade Católica do Paraná. Sempre considerou o estudo uma forma prazerosa de viver, o que veio a se estender ao ensino, em sua atividade no magistério. O interesse pelo teatro e pela literatura, principalmente vistos pelo olhar crítico, a fez produzir textos por encomenda ou por interesse pessoal.

Serviço: 
Lançamento: LIVRO "A ARTE MUDA DA FUGA"
Data: 23 de março de 2019
Horário: 15h30
Local: Livraria Zaccara - R. Cardoso de Almeida, 1356 - Perdizes 
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Mauricio de Sousa & a Turma da Mônica
lançam o primeiro livro infantil escrito por
Monteiro Lobato:

Narizinho Arrebitado,
com adaptação de Regina Zilberman


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No ano em que a obra de Monteiro Lobato entra em domínio público, a turma mais amada pelas crianças e jovens do Brasil chega às livrarias para contar a primeira história infantil escrita pelo pai de todos os leitores: Monteiro Lobato.

Com ilustrações de Mauricio de Sousa, Narizinho Arrebitado, agora publicado pela Girassol Brasil Edições, traz para o jovem leitor as primeiras peripécias da neta de Dona Benta, Lúcia, prima de Pedrinho, também conhecida por Narizinho.

“Narizinho tem 7 anos, é morena como jambo, gosta muito de pipoca e já sabe fazer bolinhos de polvilho”.

Em Narizinho Arrebitado, Monteiro Lobato apresenta o universo lúdico e fascinante do Sítio do Picapau Amarelo, onde fica a casa de sua avó, dona Benta, a partir das andanças de uma Narizinho mais do que simpática (nossa já conhecida Magali),sempre acompanhada de sua inseparável amiga, a tagarela boneca de pano Emília (aqui, vivida pela carismática Mônica).

Na beira do rio e no Reino das Águas Claras, Lúcia – ops, Narizinho –, faz o que mais gosta: fica em contato e interage com a natureza, com os peixes e tudo que a cerca. É por ali que vive momentos lúdicos e inesquecíveis com o Doutor Caramujo – com o Príncipe Escamado, rei do Reino das Águas Claras –, até ser chamada por Tia Anastácia para voltar para casa e reencontrar sua querida avó.

É uma aventura atrás da outra e a turma que Narizinho conhece não para por aí: a famosa barata, Dona Carochinha (e suas histórias que não terminam), o Maestro Tangará, o sapo Major Agarra, o Fura-Bolos e a renomada costureira francesa (Dona Aranha) trazem ao dia a dia de Narizinho momentos inesquecíveis e que criança alguma é capaz de se esquecer. No entanto, o maior desafio de todos estava por vir: salvar sua boneca e melhor amiga Emília, que ainda nem fala, de ficar cega....


Sobre Mauricio de Sousa
Nasceu em 1935 e iniciou sua carreira como ilustrador em Mogi das Cruzes, uma cidade do interior de São Paulo - Brasil. Aos 19 anos, mudou-se para a capital e, durante cinco anos, trabalhou no Jornal Folha da Manhã (atual Folha de São Paulo), escrevendo reportagens policiais. Em 1959 criou seu primeiro personagem, o cãozinho Bidu. A partir daí vieram, Cebolinha, Cascão, Mônica, e tantos outros. Em 1970, lançou a revista Mônica. Depois de passar pela Editora Abril e Editora Globo, assinou contrato com a multinacional italiana Panini. Cerca de 150 empresas nacionais e internacionais são licenciadas para produzir mais de três mil itens, com os personagens de Mauricio de Sousa; suas criações chegam a cerca de 30 países.


Sobre Regina Zilberman – adaptação:
Regina Zilberman é licenciada em Letras pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul e doutorada em Romanística pela Universidade de Heidelberg, na Alemanha. Seus estágios de pós-doutorado foram realizados na University College (Inglaterra) e na Brown University (Estados Unidos). É professora adjunta do Instituto de Letras, da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, e pesquisadora 1A do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq). Autora de diversas obras, entre elas Como e por que ler a literatura infantil brasileira (2014) e Literatura infantil brasileira: uma nova outra história(2017), é uma das maiores especialistas brasileiras em
Monteiro Lobato.

Sobre a Girassol Brasil e Mauricio de Sousa
Fundada no ano 2000, a Girassol Brasil nasceu com o objetivo de levar a crianças e jovens leitores livros com altíssima qualidade editorial e gráfica, que pudessem despertar o interesse pela leitura, além de também proporcionar momentos de diversão. Hoje, a editora tornou-se referência no mercado editorial. Com mais de três mil obras publicadas ao longo de sua história, a Girassol Brasil publica obras educativas e interativas, como contos de fadas, fábulas, literatura infantil e de estudo e pesquisa. Os livros também são conhecidos pelo primoroso acabamento: pop-ups, com abas, som e cheiro, que encantam crianças e jovens. Com muita responsabilidade e dedicação, a editora busca constantemente se renovar e ter sempre em seu catálogo obras com as mais modernas tecnologias do mundo gráfico a favor do estímulo à leitura. São mais de 120 títulos ao longo de 11 anos de parceria entre a Girassol e a Mauricio de Sousa Produções.


SERVIÇO:

Turma da Mônica – Narizinho Arrebitado
Autor: Monteiro Lobato
Adaptação: Regina Zilberman
Ilustrações: Maurício de Sousa
Apresentação na orelha: José Vicente – Reitor da Faculdade Zumbi dos Palmares
64 páginas
Girassol Brasil
Preço: R$ 34,90
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Gioia Nostra transforma memórias em livros


Empresa resgata momentos importantes da vida das pessoas e eterniza em livros com diferentes temáticas, como histórias de Vida, Amor, Amizade, Receitas, PET, Viagens e Empresarial.


Agora, todos nós já podemos ter nossa história registrada em páginas de literatura. Essa é a proposta da Gioia Nostra, que tem transformado memórias em livros, evitando que elas se apaguem com o passar do tempo. A empresa é especializada em fazer “design de memórias”, ou seja, produzir livros para quem tem interesse em contar suas melhores histórias, seja de vida, família, amor, amizade, receitas, pets, viagens ou para empresas.

Dessa maneira, os momentos podem ser preservados e contados para as próximas gerações. “As pessoas nem sabem que podem ter um livro com suas memórias, normalmente associam essa possibilidade às biografias literárias de pessoas famosas”, observa Giulliana Pasian, diretora criativa da empresa.

A ideia de criar a Gioia Nostra surgiu em 2015, quando a avó das sócias fez uma festa de 80 anos. “Na ocasião, a família se reuniu e escreveu um livro surpresa contando sua história de vida, que foi distribuído como lembrança para os convidados”, explica. A partir desse livro, os produtos da empresa têm conquistado a preferência de leitores com diferentes gostos e estilos.

Habilidades

Para a criação da empresa, foi necessária uma somatória de habilidades: Giulliana com sua experiência como designer se aliou à Nicolle Pasian, com sua expertise em comunicação e seu carisma. As duas perceberam que poderiam utilizar seus talentos para registrar momentos significativos a serem compartilhados entre as pessoas.

“A Gioia Nostra existe para eternizar memórias e mostrar que os momentos felizes não podem ser apagados com o tempo”, observa Nicolle, gerente de projetos. Dessa maneira, os livros ajudam as gerações futuras a entenderem mais sobre si mesmas ao conhecerem as histórias de seus antepassados. Muitos aprendizados também podem ser transmitidos de geração em geração, assim como uma joia de família.

A empresa vem na contracultura do mundo digital, trazendo as memórias de volta ao papel. Compilando as melhores fotos e histórias que ficariam perdidas em álbuns antigos ou nas milhares informações que guardamos nos serviços de nuvem e redes sociais.

Lembranças repaginadas

Quando uma pessoa procura a Gioia Nostra no intuito de registrar suas memórias, o primeiro passo é criar um briefing, entendendo melhor a história do cliente.
O segundo passo é uma entrevista para reunir os momentos e memórias, que serão registrados em textos e fotos. Com essas informações, o livro é escrito e diagramado com um design exclusivo e totalmente personalizado. Por fim, é impresso, encadernado artesanalmente em atelier e entregue nas mãos do cliente. Cada projeto é único e eterno.
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Dois clássicos de Willian Shakespeare 
são lançados pela Editora do Brasil

Sonho de uma noite de verão e Romeu e Julieta foram traduzidos e adaptados 
por Fernando Nuno, que deu uma linguagem desenvolta para as obras


capa_romeu_e_julieta_2019A Editora do Brasil lança Sonho de uma noite de verão e Romeu e Julieta, duas famosas obras de Willian Shakespeare, traduzidas e recontadas em prosa pelo consagrado escritor brasileiro Fernando Nuno. Os livros fazem parte da Coleção Biblioteca Shakespeare, que apresenta os clássicos shakespearianos aos leitores de maneira leve, em forma de romance e proporcionando uma leitura mais espontânea, mas respeitando todas as ações e profundidade dos diálogos presentes nos originais do autor.

Romeu e Julieta é o mais famoso clássico de Shakespeare. A história de um casal apaixonado que vive um amor impossível, pois suas famílias são inimigas. O trágico final é conhecido por todos, mas a emoção de ler essa história em texto integral é única, e desfrutá-la em linguagem atualizada certamente encantará os jovens leitores.


Já Sonho de uma Noite de Verão relata três tramas: Hérmia, Lisandro, Demétrio e Helena e suas confusões amorosas; o rei dos elfos Oberon e a rainha das fadas Titânia e seus desentendimentos e magias; e Pedro Marmelo e sua trupe, que estão ensaiando uma peça. As histórias se amarram com o casamento do duque Teseu e a rainha das amazonas Hipólita. Com este delicioso texto, repleto de magia, confusões e humor, os leitores poderão fazer um primeiro contato com esta divertida peça, uma das mais célebres obras de Shakespeare, em linguagem modernizada. A adaptação, conduzida com maestria por Fernando Nuno, é um presente para todos.


As obras foram ilustradas por Daniel Araújo que conseguiu harmonizar de forma perfeita com o texto de Fernando Nuno.

Sobre o autor:
Fernando Nuno é autor de 15 livros. Todas as suas adaptações de clássicos da literatura receberam o Altamente Recomendável da FNLIJ. Estudou História da Arte no Instituto Dante Alighieri de Florença e Mitologia nos sítios arqueológicos gregos, pela Viking Students, de Atenas. Foi o editor do Círculo do Livro e fez Jornalismo e Letras na USP. Também dirigiu a redação do conteúdo do site brasileiro da Encyclopaedia Britannica.

Sobre o ilustrador
Daniel Araujo formou-se em arquitetura (FAU-USP) e é ilustrador desde então. Já colaborou com revistas e livros, tanto de ficção quanto de arquitetura e pesquisa. Faz animações e ilustrações para publicidade, e já trabalhou com restauração de filmes clássicos brasileiros.

Romeu e Julieta
Autor: Fernando Nuno
Ilustrador: Daniel Araujo
Formato: 14 x 23 cm
Número de Páginas: 144 páginas
Preço sugerido: R$ 55,50
ISBN: 978-85-10-06898-7


Sonho de uma noite de verão
Autor: Fernando Nuno
Ilustrações: Daniel Araujo
Formato: 14 x 23 cm
Número de Páginas: 112 páginas
Preço sugerido: R$ 54,20
ISBN: 978-85-10-06900-7


Sobre a Editora do Brasil:
A Editora do Brasil está há 75 anos buscando sempre renovar produtos e serviços, para levar conteúdos atuais e materiais de qualidade para milhares de educadores e alunos da Educação Infantil ao Ensino Médio. Em todos os cantos do país, professores e gestores que trabalham com os nossos livros têm acesso a um projeto didático comprometido com a ética e com uma educação cada dia melhor. Nossa missão é ser uma editora de melhor conteúdo e maior presença na educação brasileira. Isso significa que, antes de mais nada, temos compromisso com o dinamismo do conhecimento. A educação que transforma também tem que se transformar. Mais do que nunca, estamos ao lado dos educadores, observando, analisando e discutindo os novos desafios do ensino em nosso país.
Assim, fornecer o melhor conteúdo educacional é mais do que a nossa missão, é a nossa é razão de existir. Mais informações pelo site: www.editoradobrasil.com.br.
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Minha Vida não é cor-de-rosa retrata com delicadeza o despertar para questões importantes como o feminismo, a igualdade e os Direitos Humanos

A obra faz parte da coleção Toda Prosa,
 que é feita para o jovem leitor que ama boas histórias



A Editora do Brasil lança Minha vida não é cor-de-rosa, novo livro de Penélope Martins, ilustrado por Mara Oliveira. Nesta ficção, enquanto a jovem protagonista Olívia busca seu lugar no mundo, precisa lidar com as responsabilidades, assédios, namoros complicados e amizades rompidas.

O livro é intenso e aborda temas difíceis de maneira bastante delicada, retratando com doçura o despertar para questões importantes como o feminismo, a desconstrução de estereótipos, a igualdade e os Direitos Humanos. Ao longo das páginas do livro, o leitor irá acompanhar o desabrochar dessa adolescente, tratando os temas como florescimento para as alegrias e tristezas da vida.

A obra faz parte da série juvenil Toda Prosa, que foi concebida especialmente pela Editora do Brasil para ser um divisor de águas no mercado de livros para os jovens leitores. Desenvolvida em um projeto gráfico atrativo e inovador, a série conta com ilustrações coloridas e com alta qualidade estética, aliada a textos que primam também pela grande qualidade literária. Com temáticas bastante diversas, as histórias de Toda Prosa abordam assuntos desde o cotidiano dos adolescentes até narrativas fascinantes e misteriosas, que retratam o folclore e a história do Brasil.

Sobre a autora
Penélope Martins é escritora e narradora de histórias. Idealizadora do blog Toda Hora Tem História, ministra oficinas de mediação de leitura e de escrita criativa. Para o livro Minha vida não é cor-de-rosa, baseou-se em suas memórias, recordou o primeiro gesto apaixonado que recebeu de alguém. Relembrou suas histórias, algumas pessoais e outras que aconteceram perto dela. Pela Editora do Brasil lançou também Que amores de sons!.
Sobre a ilustradora
Mara Oliveira é ilustradora e desenvolve, principalmente, trabalhos que abordam as questões de luta das mulheres, sua força e diversidade, o que combinou com o livro Minha vida não é cor-de-rosa, seu primeiro livro infantojuvenil.

Minha vida não é cor-de-rosa
Autora: Penélope Martins
Ilustradora: .Mara Oliveira
Número de Páginas: 136 páginas
Preço sugerido: R$ 49,80


Sobre a Editora do Brasil:
A Editora do Brasil está há 75 anos buscando sempre renovar produtos e serviços, para levar conteúdos atuais e materiais de qualidade para milhares de educadores e alunos da Educação Infantil ao Ensino Médio. Em todos os cantos do país, professores e gestores que trabalham com os nossos livros têm acesso a um projeto didático comprometido com a ética e com uma educação cada dia melhor. Nossa missão é ser uma editora de melhor conteúdo e maior presença na educação brasileira. Isso significa que, antes de mais nada, temos compromisso com o dinamismo do conhecimento. A educação que transforma também tem que se transformar. Mais do que nunca, estamos ao lado dos educadores, observando, analisando e discutindo os novos desafios do ensino em nosso país. Assim, fornecer o melhor conteúdo educacional é mais do que a nossa missão, é a nossa é razão de existir. Mais informações pelo site: www.editoradobrasil.com.br.

Fonte: assessoria de imprensa
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“As 4 disciplinas da execução” entra na lista dos melhores livros de negócios da Best Business Books Of All Time


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As 4 Disciplinas da Execução: Garanta o Foco nas Metas Crucialmente Importantes, de autoria de Chris McChesney, Sean Covey e co-autoria de Bill Moraes, VP Executivo da FranklinCovey, conquistou o 10° lugar na lista dos melhores livros de negócios da Best Business Books Of All Time, promovido pelo portal BookAuthority, que é pioneiro em recomendações de livros de não-fição.
 
No Brasil, ele é editado pela Alta Books com conteúdo baseado em um método desenvolvido pelos consultores da FranklinCovey, Chris McChesney e Sean Covey, que traz uma fórmula simples, repetível e comprovada para se executar as mais importantes prioridades estratégicas em meio ao redemoinho de atividades do dia a dia. Com foco no que é realmente importante, atuação nas medidas de direção, manutenção de um placar envolvente e a criação de uma cadência de responsabilidade, os líderes podem gerar resultados surpreendentes, até mesmo quando a execução da estratégia demanda significativa mudança no comportamento de suas equipes. 
 
O programa faz parte da grade da FranklinCovey Brasil.  As 4 Disciplinas da Execução é a implementação de um conjunto de práticas comprovadas que atendem desafios com sucesso o tempo todo. Não é apenas um método, mas, a aplicação de um método em toda a organização para o alcance das metas que requer mudança de comportamento e “não canetadas”. Saiba mais em www.franklincovey.com.br.
 

FranklinCovey
Com atuação em 144 países, a FranklinCovey é uma empresa global especializada em aprimorar desempenhos. Tem como intuito ajudar as organizações a conquistarem resultados que exigem mudanças no comportamento humano.

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 O PODER DE SER DO JEITO QUE A GENTE É

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Essa é a principal lição que a protagonista do livro QUE CABELO É ESSE, BELA?, da escritora Simone Mota, um lançamento da Editora do Brasil, aprende ao refletir sobre a implicância que as pessoas têm com suas madeixas

Toda vez que chovia, a garotada fazia a festa no quintal da vila onde Bela morava. Ela e os amigos adoravam brincar com a água que caia do céu. Principalmente por um detalhe mágico: com a água da chuva, o cabelo dela começava a brilhar! “Toda vez que um amigo a alcançava, ela passava as mãos nos cabelos e dividia seu brilho. E rapidamente voltava a brilhar e a correr dos amigos. Quando nenhum deles conseguia pegá-la, Bela balançava a cabeça respingando brilho em todos”, diz um trecho de Que cabelo é esse, Bela?, escrito por Simone Mota, com ilustrações de Roberta Nunes, um lançamento da Editora do Brasil.

Mas nem todos se encantavam com o poder de brilho do cabelo da garota. Alguns faziam bullying com a menina, implicavam com aquela cabeleira e gritavam “Corta essa juba!”, “Alisa!”. E Bela começou a se incomodar, ficou triste e preferiu não ter mais tanto brilho. Por que não podia ser quem era?  Seria melhor não ter mais aquele poder nos cabelos?

Sua mãe lhe explica então a origem daquele brilho, que remontava à tataravó de Bela, uma mulher escravizada. E agora ela tem a escolha de renunciar ou não a esse poder. O que fazer?

Com essa narrativa singela, a escritora Simone Mota aborda um tema superatual: a importância de quebrar preconceitos e padrões de beleza impostos. E mais, a importância de descobrir e valorizar o poder da ancestralidade e afirmar-se enquanto indivíduo consciente.

Indicado para crianças a partir dos 9 anos, o livro faz parte da coleção Mil e uma histórias, que reúne autores renomados, ilustrações encantadoras e narrativas cativantes. As obras dessa série refletem a cultura popular e a infância, mostrando a realidade de um jeito diferente levando o pequeno leitor a pensar sobre suas atitudes e o mundo que o cerca.

Sobre a autora
Formada em Estatística pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro, Simone Mota também cursou dois mestrados, que não chegou a concluir: Engenharia de Petróleo, na Universidade Estadual do Norte Fluminense, e Letras, na Universidade Estácio de Sá. Mas se encontrou mesmo foi escrevendo livros para criança. Estreou nesse ofício em 2011 e já tem nove obras publicadas, seis deles em uma coleção e uma poesia na antologia do Prêmio UFF de Literatura, do qual foi finalista. Sobre seu novo livro ela diz: “ ‘Que cabelo é esse?’ é uma frase ecoante na minha vida. E na ignorância de seu sentido, acabei imaginando. O eco reverberou e virou essa história. É difícil saber quando isso aconteceu. As histórias são assim mesmo, existem e escolhem como e quando serão contadas. Eu fui escolhida para contar essa para vocês.”

Ficha técnica
Obra: Que cabelo é esse, Bela?
Autora: Simone Mota
Número de páginas: 32
Preço: R$ 43,10

Sobre a Editora do Brasil:
A Editora do Brasil está há 75 anos buscando sempre renovar produtos e serviços, para levar conteúdos atuais e materiais de qualidade para milhares de educadores e alunos da Educação Infantil ao Ensino Médio. Em todos os cantos do país, professores e gestores que trabalham com os nossos livros têm acesso a um projeto didático comprometido com a ética e com uma educação cada dia melhor. Nossa missão é ser uma editora de melhor conteúdo e maior presença na educação brasileira. Isso significa que, antes de mais nada, temos compromisso com o dinamismo do conhecimento. A educação que transforma também tem que se transformar. Mais do que nunca, estamos ao lado dos educadores, observando, analisando e discutindo os novos desafios do ensino em nosso país. Assim, fornecer o melhor conteúdo educacional é mais do que a nossa missão, é a nossa é razão de existir. Mais informações pelo site: www.editoradobrasil.com.br.

Fonte:assessoria de imprensa 
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LEITURA INTERATIVA COM NARRATIVA EM CONSTRUÇÃO

O jogo da forca serviu de inspiração para o divertido livro Palavra-chave, de Selma Maria, um lançamento da Editora do Brasil

capa_palavra_chave_mercado_2019Uma experiência de sala de aula, relatada por uma educadora da cidade paulista de Jundiaí intrigou a poeta e artista plástica Selma Maria. A educadora passara uma lição de casa para os alunos em que pedia para que eles completassem um jogo de forca a partir da figura de duas galinhas que viam desenhadas no canto da folha sulfite. No dia seguinte, o aluno mais esforçado da classe foi o único que entregou a lição em branco. Ao perguntar por quê, ela recebeu a seguinte resposta: “Professora, você fez uma pegadinha, não é? Tudo está feito... GA e as linhas: galinhas!”.

Selma ficou com isso na cabeça: “Passei anos pensando na genialidade desse menino e, por fim, nasceu esta história que virou este livro”. Ela se refere à obra Palavra-chave, com ilustração de Nina Anderson, um lançamento da Editora do Brasil. Mais que uma leitura, Selma propõe uma divertida brincadeira aos jovens leitores.

Inspirada no jogo da forca, a história é protagonizada por passarinhos que comem letras. A autora então desafia o leitor a participar da construção da narrativa ao interagir com as páginas e completar as palavras com letras faltando. É uma forma divertida de estimular as potencialidades do leitor em formação.

Sobre a autora
Poeta e artista plástica, Selma Maria também é pesquisadora de brinquedos e brincadeiras. Além de fazer exposições de suas obras, ela atua em projetos de arte e educação e ministra palestras sobre brinquedos, bichos e palavras. Tem outros livros publicados para crianças, como O livro do palavrão e Maria José é, José Maria ia.

Sobre a ilustradora
Nascida em São Paulo, em 1992, Nina Anderson começou a ilustrar livros infantojuvenis aos 18 anos e já emprestou o seu talento em várias publicações. Ela conta que não sabia que esse seria seu caminho quando começou a fazer os primeiros rabiscos. “Quando descobri que poderia colorir livros para crianças como a que fui, não parei de espalhar meus desenhos por aí”, diz ela.

Ficha técnica
Obra: Palavra-chave 
Autora: Selma Maria
Ilustradora: Nina Anderson
Formato: 25 x 21,5 cm
Número de páginas: 40
ISBN: 978-85-10-06896-3
R$: 42,90

Sobre a Editora do Brasil:
A Editora do Brasil está há 75 anos buscando sempre renovar produtos e serviços, para levar conteúdos atuais e materiais de qualidade para milhares de educadores e alunos da Educação Infantil ao Ensino Médio. Em todos os cantos do país, professores e gestores que trabalham com os nossos livros têm acesso a um projeto didático comprometido com a ética e com uma educação cada dia melhor. Nossa missão é ser uma editora de melhor conteúdo e maior presença na educação brasileira. Isso significa que, antes de mais nada, temos compromisso com o dinamismo do conhecimento. A educação que transforma também tem que se transformar. Mais do que nunca, estamos ao lado dos educadores, observando, analisando e discutindo os novos desafios do ensino em nosso país. Assim, fornecer o melhor conteúdo educacional é mais do que a nossa missão, é a nossa é razão de existir.
Mais informações pelo site: www.editoradobrasil.com.br.

Fonte: assessoria de imprensa 
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     A carta do Gildo

 Autora e ilustradora: Silvana Rando

O livro
Catarina mudou de escola no começo do ano. Um belo dia, os colegas da escola antiga receberam uma carta dela contando suas impressões sobre o novo colégio. Animados – e cheios de saudade – todos resolveram responder. Mas um furo na bolsa do carteiro mudou o rumo das correspondências, que foram parar até no sapato da mulher gorila do parque. Os alunos começaram a receber respostas a suas cartas, mas a de Gildo não chegava nunca. Será que só ele vai ficar sem?
Sobre a autora
Silvana Rando nasceu em Sorocaba, interior de São Paulo. É autora de livros para crianças, e uma das coisas que mais gosta de fazer é desenhar. Em 2006, começou a trabalhar como ilustradora, e desde então já ilustrou mais de quarenta títulos. Ganhou, em 2011, um Jabuti na categoria ilustração por seu livro Gildo, em que um elefante corajoso enfrenta seu medo de balões.



Fonte: assessoria de imprensa 
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Paralelo entre eleições no passado e atualmente 

 Durante a Ditadura Militar, a visita a um parque infantil despertou em Murilo o desejo que está expresso no título do livro O menino que queria ser prefeito, de Manuel Filho, um lançamento da Editora do Brasil. Com uma rica contextualização da época, a obra oferece ferramentas para comparação com os dias de hoje




A Prefeitura de São Bernardo do Campo, o autor Manuel Filho e a Editora do Brasil lançam no dia 27 de outubro (sábado), às 9h30, na Cidade da Criança (Teatro Amazonas – Rua Tasman, 301, Jd do Mar), em são Bernardo do Campo, a história de O menino que queria ser prefeito, de Manuel Filho, com ilustração de Thais Linhares. A obra transcorre no final da década de 1970, quando o Brasil era governado pelo General Ernesto Geisel. Isto é, vivíamos o período da Ditatura Militar, na qual os direitos políticos dos brasileiros eram bastante restritos e não podíamos eleger o presidente do país. Trata-se de uma obra bastante oportuna já que nesse momento o país vive um ano eleitoral, fornecendo subsídios para fazer um paralelo entre os direitos políticos do cidadão ontem e hoje.

É com o pano de fundo do governo militar que o protagonista, o menino Murilo, encasqueta com uma coisa: ele queria ser prefeito. Tudo começa com um passeio ao parque infantil Cidade da Criança, em São Bernardo do Campo, repleto de atrações que seduziam a garotada, como o Submarino, o Teleférico, a Casa Maluca, a Cidade Amazônica e muito mais.

Acompanhado da mãe, da irmã e de um amigo da escola, Murilo rumava para a fila do Teleférico quando se deparou com uma aglomeração em torno de uma figura curiosa: um garoto de cartola, trajando fraque e gravata borboleta, que desfilava pelo parque, distribuindo doces e sorrisos. Curioso, quis saber de um funcionário do parque quem era o garoto e descobriu embasbacado que se tratava do Prefeitinho da Cidade da Criança. E mais: uma das vantagens desse garoto era poder brincar de graça no parque todo! Murilo não teve dúvidas. “Daquele dia em diante eu só queria saber uma coisa:  Como é que alguém se torna prefeito? Será que tinha que ser filho do dono do parque? Comprar uma coisa? Participar de um concurso?”. Dias depois, não é que ele teve a resposta? E veio pela boca da diretora de sua escola: “Nossa escola foi escolhida para concorrer à eleição do prefeitinho da Cidade da Criança”.

Numa época em que a democracia era um conceito distante do cotidiano das pessoas, Murilo terá muito o que aprender sobre o processo democrático e a liberdade enquanto batalha para realizar o seu sonho. E seu tio será a chave para desvendar os segredos sobre esse jogo político que seu pai e sua mãe procuram manter longe das crianças.

Com a obra, o autor amplia o conhecimento sobre o processo eleitoral, permitindo que o leitor possa comparar as diferenças entre as eleições do passado com as atuais, livres e dentro da democracia, quando é possível escolher um candidato a qualquer cargo eletivo. Também é ressaltado o aspecto da responsabilidade, uma vez que a facilidade de acesso permite que, hoje, todo candidato seja investigado profundamente nos quesitos de ética, propostas e cidadania.

A reconstituição de época é bastante precisa, o que possibilita conhecer aspectos curiosos, que deixaram de existir como a expectativa da instalação de um telefone fixo, TV preto e branco e saudosos apresentadores de programa de auditório, como Hebe Camargo. Além disso, o leitor pode acompanhar as lembranças sobre o surgimento da TV e do cinema no Brasil.

Assim, de uma maneira divertida, Manuel Filho dá o seu recado aos jovens leitores sobre ética, democracia e um período bem delicado da história do Brasil. De quebra, ainda revisita uma lembrança da infância, uma vez que ele próprio, quando criança, costumava ir ao parque enfocado no livro e almejara ser o prefeitinho. “A Cidade da Criança ainda é um local incrível, e eu passei nela alguns dos anos mais felizes da minha vida. Este livro é a realização de um sonho”, diz ele.

Sobre o autor
Nascido em São Bernardo do Campo, SP, em 1968, ainda criança, Manuel Filho era assíduo frequentador de bibliotecas públicas em sua cidade, onde devorava livros, revistas e gibis. O ouro do fantasma, da célebre coleção Vaga-Lume, foi seu primeiro livro publicado. Desde então, já publicou mais de 50 títulos, merecendo vários prêmios e incentivos literários, como o Jabuti e o ProAC-SP. Também já recebeu por cinco vezes o selo de “Acervo Básico” da Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil (FNLIJ). Ministra oficinas literárias pelo País inteiro e ainda atua como ator e cantor.

Sobre a ilustradora
Thais atua na área editorial, de cinema e de animação. Possui diversos trabalhos publicados como ilustradora, escritora e quadrinista, alguns deles adotados no PNBE (Programa Nacional Biblioteca na Escola) e também outros programas municipais e estaduais de adoção de livros para bibliotecas e escola.

Ficha técnica
Obra: O menino que queria ser prefeito 
Autora: Manuel Filho
Formato: 16 x 23 cm
Número de páginas: 104
ISBN: 978-85-10-06806-2
R$: R$ 51,20

Sobre a Editora do Brasil:
A Editora do Brasil está há 75 anos buscando sempre renovar produtos e serviços, para levar conteúdos atuais e materiais de qualidade para milhares de educadores e alunos da Educação Infantil ao Ensino Médio. Em todos os cantos do país, professores e gestores que trabalham com os nossos livros têm acesso a um projeto didático comprometido com a ética e com uma educação cada dia melhor. Nossa missão é ser uma editora de melhor conteúdo e maior presença na educação brasileira. Isso significa que, antes de mais nada, temos compromisso com o dinamismo do conhecimento. A educação que transforma também tem que se transformar. Mais do que nunca, estamos ao lado dos educadores, observando, analisando e discutindo os novos desafios do ensino em nosso país. Assim, fornecer o melhor conteúdo educacional é mais do que a nossa missão, é a nossa é razão de existir.

Fonte: assessoria de imprensa
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