Dia das crianças

Que tal presentear os pequenos com livros no 
Dia das Crianças?

Pesquisa Retratos da Leitura no Brasil aponta que quase 50% dos leitores afirmam terem sido presenteados com livros pelos familiares



            O Dia das crianças está chegando e os pedidos dos pequenos já começaram. As listas estão recheadas de nomes de brinquedos, não é mesmo? E os livros? Entrou algum pedido de livro na lista? Claro que as crianças podem ganhar brinquedos, mas temos estimulado o potencial leitor de nossos filhos?
            A quarta edição da Pesquisa Retratos da Leitura no Brasil – encomendada pelo Instituto Pró-Livro ao Ibope Inteligência e considerada o maior e mais completo estudo sobre o comportamento do leitor brasileiro, aponta que 33% dos leitores respondentes sofreram a influência de alguém para começar a gostar de ler. Destes 33%, 19% dos entrevistados alegaram que algum dos responsáveis ou parente influenciou seu desejo pela leitura. Percebe-se a partir destes dados que a família tem grande relevância na formação de leitores.


Retratos da Leitura no Brasil – IPL – Base: Amostra (5.012) – Pessoas que influenciaram no gosto
pela leitura.
           
            A pesquisa aponta ainda que, em relação ao hábito de leitura dos pais, 17% dos entrevistados leem com frequência, 24% leem às vezes e 53% nunca leem. Os resultados também demonstram que a relação entre a maior escolaridade dos pais de leitores quando comparada à escolaridade dos pais de não leitores. Nesta última pesquisa, apenas 12% das mães e 11% dos pais dos leitores são analfabetos. Já em relação aos não leitores, 28% das mães e 25% dos pais são analfabetos.
            A pesquisa informa que as principais formas de acesso ao livro são: compra em loja física ou pela internet 43%, presente 23% e empréstimo de algum familiar ou amigo 21%. Entre os leitores, 48% afirmam receber livros como presentes da família. Entre os que compraram livros nos últimos 3 meses, esse percentual cresce para 56%.
            Dentre os fatores que influenciam na escolha de um livro para a leitura, foram citados: tema ou assunto (30%), dicas de outras pessoas (11%) e o autor (12%). Já as principais razões para a leitura, foram citados: gosto (25%), atualização cultural ou conhecimento geral (19%) e distração (15%). O “tema ou assunto” influencia mais a escolha dos adultos e daqueles com escolaridade mais elevada, atingindo 45% das menções entre os que têm Ensino Superior. Já a “capa” de um livro é o principal motivo de escolha na faixa etária entre 5 e 13 anos. Nas faixas etárias correspondentes aos ciclos da escolarização básica (Ensino Fundamental e Médio), as “dicas dos professores” são as de maior peso para aqueles que estão entre os 5 e os 10 anos de idade.


Pesquisa Retratos da Leitura no Brasil – IPL – Base: Leitores (2798) – Fatores que influenciam na leitura de um livro.

            De acordo com o estudo, ter um influenciador de leitura dentro de casa faz bastante diferença para criar novos leitores, crianças que crescerão com o hábito de ler. Os índices que se referem aos pais ainda são baixos, há muito a se melhorar. As políticas de fomento à leitura que o IPL promove têm como intuito proporcionar momentos literários e de estreitamento das relações entre os pais e filhos.  
            Então, que tal aproveitar o Dia das Crianças e presentear com um livro? Escolha temas que sejam do interesse do seu filho, reserve tempo para ler com ele e ajude-o a descobrir novas aventuras e aprendizados por meio da leitura.

Sobre o Instituto Pró-Livro: Instituto Pró-Livro (IPL), foi criado no final de 2006 pelas entidades do livro – Abrelivros, CBL e SNEL, com o objetivo principal de fomento à leitura e à difusão do livro. Iniciou suas atividades em 2007. Atualmente é  mantido pelas entidades fundadoras e por contribuições voluntárias de editoras.  As entidades do livro, representando a cadeia produtiva, fundaram o Instituto Pró-Livro assumindo o compromisso de responsabilidade social junto a representantes do governo e sociedade civil, para a promoção de ações de fomento à leitura, orientado pela missão de transformar o Brasil em um país de leitores. O IPL realiza periodicamente a pesquisa Retratos da Leitura do Brasil, maior e mais completo estudo sobre o comportamento do leitor brasileiro, para avaliar impactos, orientar políticas públicas do livro e da leitura, promover a reflexão e estudos sobre os hábitos de leitura do brasileiro e, desta forma, melhorar os indicadores de leitura e o acesso ao livro. www.prolivro.org.br

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Lançamento: Geni e o Zepelin

Zeppelin, história em quadrinhos inspirada na música "Geni e o Zepelin”, será lançada na Escola Panamericana de Arte

O lançamento do livro do ilustrador e designer gráfico,
 Ricardo Antunes, acontecerá no dia 29 de setembro

Descrição: Descrição: E:\RICARDO ANTUNES\imagens baixa\capa zep.jpg

O livro em quadrinhos “Zeppelin” será lançado no dia 29 de setembro, em São Paulo (SP), na Escola Panamericana de Arte (Unidade Groenlândia). A história é inspirada na música "Geni e o Zepelin", e conta com uma narrativa exclusivamente visual, toda em preto e branco e sem texto. A obra marca a estreia do ilustrador e designer gráfico, Ricardo Antunes no mundo dos quadrinhos.

"Zeppelin" narra a vida de uma prostituta hostilizada pelos moradores da cidade onde vive, mas que um dia poderá salvar essa cidade da destruição vinda de um zepelin. A história é uma grande metáfora sobre preconceito, ingratidão e redenção.

Durante o lançamento, o público poderá participar da sessão de autógrafos com o artista. Em dezembro, Ricardo também estará presente na ComicCon, em São Paulo, com uma mesa especial no Artist's Alley.

Publicado pela editora Reference Press/Ricardo Antunes, o projeto foi um dos vencedores do Programa de Apoio à Cultura do Governo do Estado de São Paulo (PROAC), em 2016.

O álbum em quadrinhos conta com 68 páginas e formato 30 cm X 21,5 cm em papel couché 170g.

Sobre o livro:

Zeppelin, Ricardo Antunes
Páginas: 68
Formato: 30 x 21,5 cm
Papel: couché 170gr
Preço: R$ 35


Serviço:

Lançamento na Escola Panamericana de Arte
Data:29 de setembro de 2017
Horário: a partir das 18h
Local: Escola Panamericana de Arte, unidade Groenlândia

Sobre Ricardo Antunes:

Ricardo Antunes é ilustrador, designer gráfico e editor nascido em São Paulo (SP). Durante cinco anos foi professor na Escola Panamericana de Arte e hoje é moderador no maior fórum de ilustração do País, “Ilustragrupo”. Como editor criou duas importantes publicações sobre a área, “Guia do Ilustrador” e “Ilustrar Magazine”. Em 2011 criou sua editora, a Reference Press, focada em livros de arte e ilustração. O artista já ganhou dois prêmios na HQMIX, premiação mais importante de design gráfico no Brasil.

Para outras informações:

Fonte: Way Comunicações - assessoria de imprensa
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Lançamento: O Vendedor de Sapatos

Ex- Onu lança livro “O Vendedor de Sapatos” em São Paulo

Bruno Peres, palestrante que também já atuou na Discovery Channel, 
estreia na literatura no dia 20 de outubro.

Que o sapato é indispensável no nosso dia a dia já sabemos, mas fazer dele um meio de transformar as pessoas é algo difícil de imaginar. Mas não é que o senhor Alberto consegue?

Em o Vendedor de Sapatos, conhecemos o jovem Ricardo, que depois de diversas frustrações pessoais acaba indo parar em uma viagem de carro com o seu tio-avô Alberto, um carismático senhor que vende calçados a bordo de uma Caravan 1982 .

Desacreditado que essa viagem poderia ser divertida, Ricardo caminha o tempo todo desconfiado, mas vai mudando de ideia ao compreender o que realmente vale a pena na vida e quais são os valores imprescindíveis que devemos levar em consideração, como ajudar uma criança a voltar a estudar ou ainda socorrer uma mulher em trabalho de parto no meio da estrada!

“Eu espero que esse livro seja uma viagem também para o leitor. Que ele comece de um jeito e termine de outro. Que assim como o Ricardo eles consigam refletir que todos nós somos passíveis de erros e de aprendizagem” – Bruno Peres.


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Lançamento: O mar de Cecília

Navegando pelo mar de Cecília

Livro da Editora do Brasil convida público infantojuvenil a navegar por labirinto de imagens, que se conectam com estrofes curtas e revelam um mar em homenagem à poesia de Cecília Meireles





Cecília Meireles, um dos grandes nomes da poesia em língua portuguesa, acaba de ser homenageada com o livro O mar de Cecília, da escritora e ilustradora Rosinha, lançamento da Editora do Brasil. “Minha intenção é convidar o leitor a conhecer a obra de Cecília e homenageá-la com um poema visual”, conta Rosinha.

Cecília escreveu três livros para os pequenos e foi considerada a responsável pela maturidade da poesia infantojuvenil. Rosinha leu um destes livros, Isto ou Aquilo, com nove anos de idade e desde então passou a conviver com os poemas de Cecília.

Para a homenagem, Rosinha criou um conceito no qual expôs suas emoções usando estrofes curtas com referências da poetisa e ilustrações apaixonantes em grafite e lápis de cor sobre papel, que pudessem ser um labirinto para levar o leitor de uma página à outra.

O processo criativo fez com que a escritora, para chegar ao texto, lesse toda a obra e percebesse a importância do mar na poesia de Cecília. “A intenção foi apresentar para a criança, os poemas que me marcaram”, diz Rosinha, que fez o texto antes das ilustrações. “Depois desse mergulho na obra, busquei um conceito que juntasse meu sentimento dessa leitura com o que estava vivendo naquele momento de criação”, conta.

Foi a partir daí que Rosinha passou a criar imagens como se fossem uma espécie de labirinto que se conecta com o texto. Segundo Rosinha, a última imagem de cada página tem uma ligação com a primeira da página seguinte, fazendo com que o leitor navegue, com suas visões, pelo Mar de Cecília.

“Assim busquei criar um poema visual que não repetisse literalmente o texto, mas que criasse uma poética que possibilitasse a imaginação do leitor”, revela Rosinha, que deixa claro: “É uma visão muito particular da obra de Cecília”.

“Faz parte do meu desejo de ilustrar alguns poetas que gosto e são importantes demais, sob meu ponto de vista. Cecília foi a primeira e espero conseguir homenagear outros”, diz a autora.

Texto e ilustrações: Rosinha
Formato: 30 cm × 15 cm
Número de Páginas: 32 páginas
ISBN: 978-85-10-06549-8
Preço sugerido: R$ 51,70

Sobre a autora:
Rosinha nasceu em Recife. Formou-se em Arquitetura, pela Universidade Federal de Pernambuco, mas depois de se apaixonar pela literatura para crianças e jovens, fechou o escritório e passou a se dedicar à ilustração. Iniciou-se na arte em 1992. Fez cursos de arquitetura, desenho e pintura, além de Literatura Infantil. Em 1994 lançou seu primeiro livro, Som Coração. Desde então, procurou pretextos para caminhar entre imagens e palavras. Em destaque, a coleção Palavra Rimada com Imagem, que ganhou vários prêmios da FNLIJ, prêmio Açorianos e o prêmio Jabuti.

Sobre a Editora do Brasil: Fundada em 1943, a Editora do Brasil atua há mais de 70 anos com a missão de mudar o Brasil por meio da educação. Como empresa 100% brasileira, foca a oferta de conteúdos didáticos, paradidáticos e literários direcionados ao público infantojuvenil. Foi fundadora da CBL, SNEL, FNLIJ, IPL e da Abrelivros. Os títulos estão disponíveis para comercialização por meio da loja virtual da Editora Brasil (http://www.editoradobrasil.com.br/lojavirtual/) ou nas lojas físicas, em São Paulo (Rua Conselheiro Nébias, 887 – Campos Elíseos, São Paulo - SP), Rio de Janeiro (Rua do Bispo, 150 - Rio Comprido-RJ) e Natal (Rua dos Caicós, 1533 – Alecrim, Natal- RN).


Fonte: Jô Ribes Comunicação - Assessoria de Imprensa 
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Lançamento:Que amores de sons

Que amores de sons


A Editora do Brasil acaba de lançar a obra infanto-juvenil Que amores de sons, parceria entre o escritor português Alexandre Honrado e a escritora brasileira Penélope Martins. Uma narrativa sobre uma linda história de amor recheada de onomatopeias divertidas e diferentes, que trata de forma sensível sobre o encontro de dois personagens que amam os sons, a música e as coisas simples da vida. Os cenários deslumbrantes criados pela ilustradora espanhola Nívola Uyá complementam a beleza desse livro feito para pequenos e grandes que amam singelas histórias de afeto.

No dia 23 de setembro, das 15h às 18h, na livraria NoveSete (R. França Pinto, 97 - Vila Mariana, São Paulo - SP, 04049-020) Penélope Martins apresentará a obra. O evento será aberto ao público.

Sugerimos a obra também como opção de leitura para o dia 01 de outubro, Dia internacional da música.
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Lançamento: Grandes Crimes

Livro “Grandes Crimes” lança novo olhar sobre eventos que mudaram história brasileira

Capa Grandes Crimes

A história de um país também é feita dos crimes cometidos pelos cidadãos eque provocam forte impacto na opinião pública, elevado apelo midiático e, até mesmo, influenciam nos rumos do país. São os segredos mais bem guardados de 12 crimes com grande repercussão nacional que têm os detalhes revelados no livro Grandes Crimes. A nova leitura é apresentada por alguns dos nomes mais importantes do direito nacional, entre advogados, juízes, ministros e integrantes do Ministério Público. Os autores recontam alguns dos principais crimes ocorridos no Brasil desde o início do século XX até hoje. A obra é organizada por Pierre Moreau com textos de Alice Luz, Antônio Cláudio Mariz de Oliveira, Arnaldo Malheiros Filho, Celso Lafer, Eduardo Muylaert, Eros Roberto Grau, José Alexandre Tavares Guerreiro, José Paulo Cavalcanti Filho, José Renato Nalini, Luiza Nagib Eluf e René Ariel Dotti.



  

O livro Grandes Crimes será apresentado e debatido no INSPER SP, em 05 de outubro, quinta, com abertura 18h30, seguido de debate e sessão de autógrafos (Rua Quatá, 300, Vila Olímpia, SP).

São atentados políticos, como o Riocentro, ou homicídios de grande repercussão midiática, como o da atriz Daniella Perez. Há crimes de racismo, canibalismo ou de natureza passional, como o assassinato de Ângela Diniz por Doca Street, cujo julgamento mudou para sempre o modo como o direito brasileiro entende a liberdade da mulher. Os episódios de Grandes crimes são apresentados em narrativas que, sem desviarem dos fatos, lançam sobre eles um novo olhar, na qual a dimensão trágica dos eventos é observada à luz conscienciosa do direito.


CASOS E AUTORES

Doutor Smith
Por Arnaldo Malheiros Filho, criminalista e professor de Direito Penal, representou políticos e empresários em grandes casos de repercussão nacional, in memoriam.

Imigrações, mortes e malas
Por Antônio Cláudio Mariz de Oliveira, criminalista, mestre em Direito Processual, presidente da OAB-SP (1987-91), atuou como secretário de Justiça (90) e de Segurança Pública de São Paulo (90/91)

Os crimes dos dois Euclides
Por Eros Roberto Grau, ministro do Supremo Tribunal Federal (04-11), doutor e livre docente pela USP, doutor honoris causa em diversas universidades e membro da Academia Paulista de Letras.

Os três canibais
Por José Paulo Cavalcanti Filho, jurista, ex-secretário-geral do Ministério da Justiça, ex-presidente do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE), consultor da Unesco e do Banco Mundial.

Choque emotivo na província
Por José Renato Nalini, jurista, desembargador aposentado e ex-presidente do Tribunal de Justiça de São Paulo, atual secretário de Educação do Estado de SP.

Madrugada de agosto
Por José Alexandre Tavares Guerreiro, mestre e doutor em Direito Comercial pela USP, membro do Instituto Brasileiro de Direito Comercial Comparado e árbitro da Câmara Brasil – Canadá.

O assassinato do deputado Rubens Paiva
Por Pierre Moreau, sócio fundador do Moreau Advogados e da Casa do Saber. Membro do Conselho do Insper Direito e professor visitante da Universitat St Gallen-CH. 

Doca Street: o preço do machismo
Por René Ariel Dotti, professor de Direito Penal da UFPR, ex-presidente do Conselho Nacional de Política Criminal e Penitenciária, ex-magistrado do Tribunal Regional Eleitoral do PR e coautor de anteprojetos de lei.

Investigação sobre o atentado do Riocentro
Por Eduardo Muylaert, membro do Instituto Brasileiro de Direito Constitucional, ex-secretário da Justiça e da Segurança Pública do Estado de São Paulo, ex-juiz do Tribunal Regional Eleitoral de SP.

O assassinato de Daniella Perez
Por Alice Luz, criminalista especializada em Direito Penal Econômico, sócia do Instituto Brasileiro de Ciências Criminais (IBCCRIM) e do Instituto de Defesa do Direito de Defesa (IDDD).

O caso PC Farias
Por Luiza Nagib Eluf, procuradora de Justiça do Ministério Público Paulista, ex-secretária dos Direitos da Cidadania do Ministério da Justiça e integrante da Academia Brasileira de Direito Criminal.

O caso Ellwanger
Por Celso Lafer, jurista, ex-ministro das Relações Exteriores, doutor honoris causa em diversas universidades e membro da Academia Brasileira de Letras.

Fonte: assessoria de imprensa 
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Aventura - GiraMundo – Uma história surrealmente real

Jovem brasileiro que foi de Roma a Jerusalém pegando carona, quase sem dinheiro, lança livro contando sobre sua experiência


Em 2015, Stefano Giorgi, 26 anos, fez algo que a maioria das pessoas sempre quer fazer, mas nunca tem tempo ou coragem: jogou tudo para o alto, comprou uma passagem só de ida para Roma, partindo em uma jornada de autoconhecimento até Jerusalém. 

Como se isso não fosse o bastante, Stefano resolveu deixar quase todo seu dinheiro para trás e seguir seu caminho apenas com 200 euros para o caso de uma emergência. O que se seguiu a sua decisão foi uma série de aventuras e desventuras que o levaram a Ibiza e lhe renderam um livro, batizado de GiraMundo – Uma história surrealmente real. 

GiraMundo – Uma história surrealmente real, é narrado como uma conversa de bar. Em todas as histórias que conta, o autor busca criar uma intimidade com o leitor, às vezes até mesmo forçando a amizade. Apesar do começo da narrativa ser espiritual, muitas partes são repletas de erotismo explicíto, malandragem e os bastidores das festas do verão europeu.

 O livro é uma espécie de On the Road misturado com Na Natureza Selvagem contemporâneo, com passagens que poderiam facilmente pertencer a filmes de besterol como “Se Beber Não Case” ou “Caindo na Estrada”. Apesar do tom ácido e ligeiramente grosseiro, GiraMundo tenta passar mensagens profundas de jeitos não convencionais em temas polêmicos como religião, política e drogas. É uma obra escrita para dialogar diretamente com uma geração que busca uma vida não convencional, assim como um tipo de literatura rápido, divertido e próximo.

Fonte: assessoria de imprensa
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Bienal Internacional do Livro de Pernambuco

                     Bienal Internacional do Livro de Pernambuco



por Shirley Cavalcante

Consolidada como um dos principais eventos literários do Nordeste brasileiro, a Bienal Internacional do Livro de Pernambuco se torna a Bienal das oportunidades. A próxima já tem data marcada, e será de 6 a 15 de outubro de 2017.

Enquanto o Sudeste do Brasil está superlotado com grandes editoras, o Nordeste está expandindo  e tendo, cada vez mais, a necessidade de editoras que se apresentem e conquistem o seu espaço no mercado editorial dessa região.

Apresentamos 10 motivos para você estar na Bienal Internacional do Livro de Pernambuco.
  1. O Pernambuco é um dos principais Estados do Nordeste e se destaca pelo seu desenvolvimento e economia.
  2. Estar próximo, por ter como limites os Estados da Paraíba, Bahia, Ceará, Alagoas e Piauí.
  3. O Estado tem a terceira maior Bienal Internacional do Livro do Brasil.
  4. Bienal Internacional do Livro de Pernambuco TEM ENTRADA GRATUITA.
  5. Na Bienal Internacional do Livro de Pernambuco, o escritor pode se inscrever gratuitamente para adquirir um horário e lançar o seu livro na Plataforma de Lançamentos de Livros.
  6. Seus estandes têm um dos melhores preços por metro quadrado do Brasil, balanceando assim os custos de quem deseja trazer livros de outros Estados, como os do Sudeste, onde Rio de Janeiro e São Paulo têm os preços mais altos por metro quadrado na aquisição de estandes.
  7. Na Bienal Internacional do Livro de Pernambuco a editora de grande porte é destaque, enquanto em outros Estados pode ser só mais uma editora a participar.
  8. Na Bienal Internacional do Livro de Pernambuco o editor ainda consegue negociar diretamente com um dos principais gestores, um dos maiores produtores culturais do Nordeste, Rogério Robalinho.
  9. Bienal tem inúmeras parcerias com blogs e mídias locais, que a promovem e a divulgam com frequência.
  10. Há uma parceria com a Divulga Escritor, Revista Literária da Lusofonia, Portal Literário, e-mail marketing, grupos e páginas nas redes sociais.
Diante de tantas oportunidades, você, editor, não pode ficar de fora, vamos somar e conquistar cada vez mais novos leitores nordestinos.

Para participar, acesse o site:

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Especial Bienal do Livro 2017

Mauro Felippe lança livro de poemas e provocações “Humanos” na XVIII Bienal Internacional do Livro no Rio

Advogado é o autor independente com maior estande no evento literário



Apaixonado pelo universo das letras desde a infância, o advogado catarinense Mauro Felippe vem ao Rio para lançar, de forma independente, seu quarto livro de poemas durante a 18ª Edição da Bienal Internacional do Livro, que acontecerá de 31 de agosto a 10 de setembro de 2017, no Riocentro. O título “Humanos” é o quarto livro do autor e reúne poemas que provocam reflexões sobre a vida em sociedade e/ou solitária. Mauro fará seu lançamento oficial no sábado, dia 2, em seu estande de 40 metros quadrados – o maior, segundo a organização do evento, entre os estandes de autores independentes.

Com um estilo próprio, o autor coloca em seus poemas pitadas de realismo, envolvendo temas psicológicos e filosóficos. Poemas que, segundo ele, chegam sem hora marcada, quase prontos em seus pensamentos para que possam refletir sobre a sociedade e a vida cotidiana. “As virtudes e desgraças do ser humano são o centro de tudo o que passo aos leitores”, explica.

O novo escritor, hoje com de 51 anos de idade, iniciou seus primeiros rascunhos ainda na adolescência, mas só resolveu lançar a sua primeira publicação há três anos. “A literatura sempre fez parte do meu convívio familiar. Fui muito incentivado pelos meus pais desde criança e até hoje. Somos de uma família que lê muito, principalmente grandes temas literários”, revela. A descoberta pelo Direito e a ideia de se lançar como autor vieram – como Mauro costuma mencionar – “num estalo”.

“Após anos cursando Engenharia de Alimentos, “um estalo”, inexplicável, me fez seguir outro caminho profissional. Com dois Diplomas, optei pelo de Direito. Hoje sou uma pessoa realizada, profissionalmente. Sou daquele tipo incansável e apaixonado pelo que faço e ainda tenho muito a aprender. Há 23 anos não vejo jamais a ideia de um dia encerrar esta carreira. É a minha vida”, conta.

Em 2014, “outro estalo” o fez pensar em lançar um livro como um troféu pessoal por duas décadas de carreira na área jurídica. Mas, o livro nada tem a ver com Direito, mas com poesia, aquela inspirada, profunda, do fundo da alma. “Eu lancei o meu primogênito, “Nove” e no mesmo ano participei da 24ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo, considerado o maior encontro literário do País e um dos mais importantes do mundo. E, inesperadamente, sem qualquer ambição, esse livro vendeu muito bem em todos os estados brasileiros. Aquilo que eu jamais havia sonhado se tornou um negócio sério”, comemora.

Na Bienal seguinte, em 2016, lançou simultaneamente dois livros: o “Ócio” e o “Espectros”, respectivamente. Segundo Mauro, todos os seus livros são completamente distintos e independentes entre si. “Um não é a sequência do outro, como, aliás, não são cada um dos textos. Por isso até, as páginas não são sequer numeradas. São como livros de cabeceira, para a cada dia ler um texto novo e refletir, pois a temática é a mesma: a essência da alma”, comenta. Todos eles têm mais uma coisa em comum: são ilustrados pelo artista Rael Dionisio. Todas as ilustrações são surrealistas.


Em pouco tempo, suas publicações ultrapassaram mais de 135 mil curtidas nas redes sociais.  “Nunca imaginei que meus poemas fossem agradar tantos leitores. Até hoje, ainda não mensurei o tamanho de tudo isto. Resta-me, apenas, o sincero agradecimento a todos”, acrescenta. Mauro Felippe é de Urussanga, pequena cidade com pouco mais de 20 mil habitantes, de Santa Catarina. Também fã de futebol, torce pelo time carioca Botafogo. É casado, tem dois filhos pequenos e já teve uma banda de rock.

Além da participação como expositor das duas últimas edições da Bienal de São Paulo, esta é a primeira participação do autor na BienalInternacional do Rio. Este ano, participará também da X Bienal Internacional do Livro de Pernambuco, em outubro.


Incentivo à leitura e apoio a entidades

Estimular as crianças à leitura. Foi com essa intenção que o escritor se propôs a colocar em prática uma publicação com a participação de alunos das escolas municipais de sua cidade natal e região. O livro “Sociedade dos Poemas Vivos” foi o pontapé inicial para um projeto que está sendo levado como incentivo às crianças e seus pais de todas as idades e colégios. A distribuição às bibliotecas é de forma gratuita e outros novos trabalhos como este estão previstos para os próximos meses. “A única essência deste livro é acordar as crianças para o mundo da leitura e da escrita. Sabendo ler bem, saberão escrever também muito bem. Consegui os textos com as professoras, e as crianças e seus pais somente souberam que suas obras passariam a ser imortais no dia do lançamento do livro”, conta. Mauro Felippe também destina os recursos arrecadados com a venda de seus títulos às entidades assistenciais, principalmente nas áreas da saúde e dignidade humanas.



Mauro Felippe na XVIII Bienal Internacional do Livro do Rio de Janeiro
De 31 de agosto a 10 de setembro de 2017
Riocentro – Rua Salvador Allende, 6.555 – Barra da Tijuca – Rio de Janeiro
Mais informações: www.bienaldolivro.com.br

Obras
Humanos (2017)
Ócio: Poesia & Provocações (2016)
Espectros: Poesia & Provocações (2016)
Sociedade dos Poemas Vivos (2014)
Nove : Poesia, Reflexões e Crônicas (2014)
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Especial Bienal do Livro 2017


Com ainda mais romance, erotismo e agora poesia, Editora Pandorga celebra o primeiro domingo de Bienal
Se preparando para receber o público de leitores ávidos, a Editora Pandorga preparou uma nova programação para quem estiver no primeiro domingo, dia 03/08, na 18a edição da Bienal do Rio de Janeiro. Agora, a editora trará poesia aos leitores com a autora Áurea Stella, erotismo com JC Ponzi e uma linda história inspiradora de Bárbara Shênia. Com tantos lançamentos assim, a casa editorial promete agradar os mais diversos públicos, com emoção e romance, no maior evento literário do Brasil.
Confira abaixo a programação para o primeiro domingo da Bienal do Rio de Janeiro
Dia 03/09 - Domingo
 
14 horas
Sessão de autógrafos do livro Livro-me
Autora: Áurea Stella
Sobre a obra: Talvez o leitor possa considerar que o título desta obra sugira que alguém necessite desfazer-se de alguma coisa. A licença poética, contudo, permite-me transformar o substantivo “livro” em verbo. Neste caso, o verbo “livrar-se” toma para si o sentido do substantivo e deixa de significar tornar-se livre de alguma coisa, passando a exprimir a ideia de transformar-se em livro. Esta é a minha segunda coletânea de crônicas. Penso que agora estou definitivamente me livrando, isto é, traduzinho, cada vez mais, ideias em palavras, transformando-as em livros. Quando faço este movimento – que se inicia de fora para dentro, mas que só se concretiza quando expresso reflexões em palavras escritas, livro-me. Quando livro-me, as ideias não me pertencem mais, ganham mundo, vão viajar por onde nem se pode imaginar.  Contudo, eu também acabo me livrando, no sentido literal, tornando-me mais leve, quando faço materializarem-se, no papel, sentimentos relacionados às dores do mundo, da alma e de amores de que falava na minha obra anterior. Palavralgia, e que continuo abordando no presente trabalho. Livro-me quando ponho a esburacada alma para fora. Só a sutil matéria de que é formada a imaginação é passível de preenche-la, transformando o que é oco em algo mais substancial. Então, em vez de pedir a Deus que me livre, digo “Deu me livro”, doando, assim, um pouco de alma, uma pequena contribuição, com aquilo que mais gosto de fazer: livrar-me. Então, livrai-me, Senhor!

 
15 horas
Sessão de autógrafos do livro Voraz
Autora: Barbara Shênia
Sobre a obra: Clara é uma brasileira que tem um relacionamento complicado e cheio de traições com Eric. Todo o sofrimento causado pelas idas e vindas desse romance acaba afetando seu lado profissional e sua vida social. Após ser demitida e encontrar Eric mais uma vez com outra mulher, Clara decide retomar sua vida e, seguindo o conselho de uma de suas amigas, resolveu fazer uma viagem para a Grécia. Assim que desembarca na Grécia, ela conhece Alexandros. Clara fica encantada com a beleza dele, mas ao mesmo tempo desapontada com sua arrogância, Alexandros, grego e multimilionário, a deseja no momento em que coloca os olhos nela, mas com medo de que ela se interesse apenas por seu dinheiro, ele tenta não se envolver e acaba sendo grosseiro. Recheado de romance, ciúmes, intriga e cenas quentíssimas, Voraz envolve o leitor em uma viagem imaginária. É um dos seis livros que conta a história de cinco amigas. Clara, Alice, Lívia, Ana e Giulia vão fazer você viver junto com elas novos conceitos sobre sexo e aventuras na vida de mulheres contemporâneas, ousadas e românticas. 

 
17 horas
Sessão de autógrafos do livro Sem limites para o prazer
Autora: JC Ponzi
Sobre a obra: Jessica Becker é o tipo de garota invejada por todos. Linda e nascida em berço de ouro, ela sabe o poder que tem nas mãos e utiliza seus atributos para satisfazer suas vontades. Nem mesmo homens mais velhos, de reputação ilibada, conseguem resistir aos encantos da aluna mais popular da MVA. Com planos bem traçados e prestes a concluir o último ano de high school, Jessica se vê balançada pelo novato Theodore e começa a questionar os meios que utiliza para alcançar seus objetivos. Será o ingênuo rapaz capaz de despertar sentimentos verdadeiros na garota mimada e sem escrúpulos?
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Especial Bienal do Livro

 Autora do fenômeno “A garota no trem”, Paula Hawkins
 vem à Bienal do Rio com o mais recente “Em águas sombrias”


  
9788501109941



 Autora do fenômeno “A garota no trem”, Paula Hawkins vem à Bienal do Rio de 2017, onde conversa com fãs no sábado, 2 de setembro. Ela lança no Brasil seu livro mais recente, “Em águas sombrias”, romance no qual investiga como as memórias confusas do passado podem enganar e influenciar o presente. 

Na pequena e fictícia Beckford, no interior da Inglaterra, o rio que atravessa a cidade é praticamente personagem da trama. É num lugar específico do rio, conhecido como Poço dos Afogamentos, que Nel Abott é encontrada morta. Outras mulheres já morreram ali, o que vem acontecendo há mais de um século, e Nel vinha se dedicando a um projeto sobre as histórias destas mulheres. Apesar do aparente suicídio, uma investigação é conduzida pela polícia. Jules, a irmã de Nel, é obrigada a voltar para a cidade de onde saiu há muito tempo. Ela precisa cuidar de Lena, a filha adolescente da irmã. Voltar para aquele lugar não é fácil para Jules, dona de um passado cheio de traumas.

Para narrar as histórias de Nel, Jules, Lena e de outras tantas mulheres de Beckford, Paula Hawkins assume as vozes de diferentes personagens, intercalando capítulos sob os pontos de vista de diversos moradores da cidade. Com a mesma escrita frenética e uma abordagem crua dos instintos humanos de “A garota no trem”, mas de forma ainda mais complexa e sofisticada, a autora mostra que, sob a superfície calma de uma pequena e pacata cidade, sempre há histórias traumáticas do passado.

“Eu gosto da visão que as mudanças de perspectiva podem proporcionar; a forma de ver um evento pelos olhos de diferentes personagens muda nosso entendimento daquele evento, nos dá uma ideia melhor do que realmente aconteceu ou até levanta dúvidas em nossa mente, não apenas sobre o evento em si, mas sobre a motivação dos personagens em contar a história”, explica Paula, em entrevista de divulgação. “A história é narrada por múltiplos pontos de vista, embora dessa vez eu tenha bem mais perspectivas e seis narrativas diferentes em primeira pessoa. Necessariamente essas narrativas não são confiáveis, como toda narrativa em primeira pessoa. Todo mundo mente, exagera e esconde, em maior ou menor escala”, diz.

Além de falar sobre memória, Paula Hawkins mais uma vez conta uma história sobre mulheres. A autora é hábil em unir tramas de suspense com alto sucesso comercial à discussão de temas relevantes e contemporâneos. Se em “A garota no trem” abordou os relacionamentos abusivos e as nuances da maternidade, neste “Em águas sombrias” fala sobre machismo e misoginia em suas mais diversas formas, e da maneira que a sociedade ainda enxerga e silencia as mulheres.

“A garota no trem” já vendeu 20 milhões de exemplares pelo mundo, e 300 mil apenas no Brasil. O livro inspirou um longa-metragem homônimo, protagonizado por Emily Blunt e sucesso de bilheteria. “Em águas sombrias” também já teve seus direitos de adaptação vendidos para a DreamWorks.

TRECHO:

Você se jogou?
Você se jogou?
Aquele verbo, que pronunciei com total desconforto. Você não se jogaria. Nunca, jamais, não é assim que se faz.Você me disse isso. O penhasco não é alto o suficiente, você disse. São só 55 metros do topo até a superfície da água – as pessoas podem sobreviver à queda. Então, você disse, se estiver determinada, se estiver determinada mesmo, precisa tomar certas providências. Mergulhar de cabeça. Se estiver decidida, não pode se jogar, tem de mergulhar de cabeça.
E a não ser que esteja determinada, para que fazer uma coisa assim? Não dê uma de turista. Ninguém gosta de turistas.
As pessoas podem sobreviver à queda, mas isso não quer dizer que vão sobreviver. Aí está você, afinal, e não mergulhou de cabeça. Caiu em pé e eis o resultado: suas pernas estão quebradas, sua coluna está quebrada, você está quebrada. O que isso significa, Nel? Que perdeu a coragem? (Nem um pouco a sua cara.) Que não conseguiu conceber a ideia de cair de cabeça e desfigurar o seu lindo rosto? (Você sempre foi muito vaidosa.) Não faz sentido para mim. Não é típico de você fazer o que disse que não faria, ir contra si mesma.”



Paula Hawkins trabalhou como jornalista durante 15 anos. Começou na literatura escrevendo livros românticos sob o pseudônimo Amy Silver. “A garota no trem” foi seu primeiro thriller, e sua estreia sob seu nome real, e vendeu 20 milhões de exemplares em todo o mundo.

Serviço: 

EM ÁGUAS SOMBRIAS
(Into the water)

PAULA HAWKINS

Páginas: 364
Preço: R$ 42,90
Tradução: Claudia Costa Guimarães
Editora: Record

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