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Um drible no preconceito

A clássica cena em que um coleguinha é sempre excluído pelos colegas ao montar o time de futebol é o fio da meada de mais uma bela história que Telma Guimarães conta em Bela jogada!, lançamento da Editora do Brasil

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Telma Guimarães parte de uma situação bastante comum entre as crianças para falar sobre preconceito, aceitação, respeito, trabalho em equipe e união no livro Bela jogada, com ilustrações de Fabiana Salomão, um lançamento da Editora do Brasil.

No campinho de futebol do clube, meninos e meninas começam a escolher os colegas para escalar os times. Nesses momentos, Cândido, que é meio gordinho, sempre acaba ficando de escanteio. Ninguém o escolhe. “Mas eu sou bom pra caramba no jogo!”, ele tenta argumentar. Mesmo assim, a turma não dá bola para ele e, invariavelmente, Cândido fica no banco vendo os colegas disputarem a partida.

Certa vez, ele aproveitou o tempo para desenhar jogadas. O time de Ricardo estava perdendo feio quando ele foi substituído. Viu os desenhos do Cândido, achou que o menino entendia mesmo de futebol e mostrou para os amigos. Então, eles resolveram chamar o garoto para o gol. E não é que, além de fazer grandes defesas, Cândido ainda comandou o time na reação, dando orientações de jogadas e mudanças de posição?

“Quem é bom observador, muitas vezes, consegue ver os erros nas jogadas, dar bons palpites. Acho que por isso comecei esse texto. Queria falar dos que nunca são chamados... sobre como também são importantes e como podem virar um jogo...às vezes, usando somente nosso lápis e papel!”, explica Telma.

Indicado para crianças entre 6 e 8 anos, o livro faz parte da coleção De todo mundo, que foi criada para tratar com leveza e humor temas importantes para o desenvolvimento humano. Com ilustrações atrativas, de brinde cada livro da coleção traz, no final, uma HQ que complementa de forma divertida o tema abordado.

A rica diversidade de nossa linguagem

Mexerica e bergamota, carrinho de rolimã e de lomba. As diferentes expressões e palavras que usamos para denominar algumas coisas, dependendo da região do país, são abordadas de forma divertida no livro Como é que se diz?, de Telma Guimarães, um lançamento da Editora do Brasil

capa_como_e_que_se_diz_2019Criança parece que tem um radar para novidades, como mostra o livro Como é que se diz?, de Telma Guimarães, com ilustração de Luciano Tasso, um lançamento da Editora do Brasil. Assim o radarzinho de Leo logo acendeu o alerta, quando um caminhão de mudança parou na frente da casa ao lado da sua. Novos vizinhos estavam chegando: um casal e duas crianças, cujas idades regulavam com a dele e de sua irmã, Helena. Leo ficou intrigado principalmente pelo jeito de falar da família, que usava umas palavras esquisitas, que ele nunca tinha ouvido, como piá e cusco.

Leo chamou a irmã e foram espiar o movimento mais de perto. Descobriram que o casal Ângelo e Aline e seus filhos, Paulinho e Mariana, vinham de outra região do país, por isso falavam daquele jeito diferente. Longe de estranharem, Leo e Helena viram na chegada dos vizinhos um mundo de possibilidades de brincadeiras, amizades, ricas trocas culturais e de experiências.

Com esse encontro de culturas, Telma aproveita para mostrar ao pequeno leitor que o jeito de falar varia de acordo com o lugar onde moramos. Que o Brasil é rico nessa diversidade de linguagem, e que pode ser muito divertido aprender com essas diferenças. Foi o que perceberam Leo, Helena, Paulinho e Mariana ao descobrir que mexerica também pode ser chamada de bergamota, que carrinho de rolimã é conhecido como carrinho de lomba e semáforo pode ser sinaleiro.

Acostumada a viajar pelo Brasil inteiro divulgando seus livros e falando sobre leitura, Telma sempre escuta palavras e expressões diferentes e típicas dos lugares por onde passa. Daí nasceu a ideia de fazer esse livro. “Pensava em tudo o que ouvi nessas andanças e como nossa língua é rica. E nada como um vizinho novo, vindo de outra região, para trazer, junto com o caminhão de mudança, algumas diferenças também no modo de falar”, conta a escritora.

Indicado para crianças entre 9 e 10 anos, o livro faz parte da coleção De todo mundo, que foi criada para tratar com leveza e humor temas importantes para o desenvolvimento humano. Com ilustrações atrativas, de brinde, cada livro da coleção traz, no final, uma HQ que complementa de forma divertida o tema abordado.

Talentos trocados, ensinamento dobrado 

Ao organizar o show de talentos de sua turma, a professora Cleusa propôs um desafio a seus alunos: fazer algo diferente do que se propunham. Os ensinamentos que essa troca de papéis proporciona estão em O som de cada um, de Telma Guimarães, um lançamento da Editora do Brasil

capa_O som de cada um_2019Em muitas escolas é comum organizar todo ano um show de talentos, em que os alunos podem mostrar seus dons. Vale cantar, dançar, fazer malabarismos, mágica, contar piada, tocar um instrumento... Para organizar o evento na sua classe, a professora Cleusa começou a anotar as habilidades de cada estudante e percebeu que um deles não estava muito empolgado. Era Donaldo, que disse não saber fazer nada. A professora insistiu, queria saber se ele gostava de alguma coisa. Ele confessou que era fã de música sertaneja e foi alvo de gozações de colegas, que achavam esse gênero musical muito chato. Luciano logo anunciou que ia cantar um rap, um ritmo muito mais popular entre estudantes da turma, que aplaudiram prontamente a decisão do amigo.

Diante desse episódio de puro preconceito, a professora tomou uma decisão: trocar as atividades que cada aluno tinha se proposto a fazer. O que ia fazer mágica, contaria piada. O que ia cantar música sertaneja, faria um rap. E o cantor de rap comporia uma música sertaneja... E Cleusa explicou: “Mudanças sempre fazem bem! Cada um de vocês tem habilidades diferentes e precisamos exercitá-las de várias maneiras. Tenho certeza de que o resultado vai ser bom e todos nós vamos curtir!”.
Esse é o enredo de O som de cada um, de Telma Guimarães, com ilustrações de Carla Irusta, um lançamento da Editora do Brasil. Essa narrativa estimulante desafia os limites, os rótulos e as dificuldades pessoas.
Com isso, a ideia da escritora foi levar os leitores a refletir sobre como apreciar ou, ao menos, respeitar algo diferente do que gostam. E a professora tem um papel fundamental como mediadora dessa reflexão. “Fiquei surpresa com os alunos desta história. Despiram-se de preconceitos e foram criativos. A professora, então, nem imaginava que seu próprio estilo musical também mudaria!”, escreve Telma.
Indicado para crianças entre 8 e 9 anos, o livro faz parte da coleção De todo mundo, que foi criada para tratar com leveza e humor temas importantes para o desenvolvimento humano. Com ilustrações atrativas, de brinde, cada livro da coleção traz, no final, uma HQ que complementa de forma divertida o tema abordado.

Diferenças culturais dentro da sala de aula 

A chegada de quatro alunos estrangeiros na turma do 5º ano e uma professora atenta e sensível renderam uma ótima oportunidade de aprendizagem contada no livro Todo mundo junto, de Telma Guimarães, lançamento da Editora do Brasil

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Imigração, uma importante questão do mundo contemporâneo, e o respeito às diferenças são temas abordados com muita sensibilidade no livro Todo mundo junto, de Telma Guimarães, com ilustração de Evandro Marenda, um lançamento da Editora do Brasil.

Na obra, Mirtes é professora de Geografia e se vê diante de um desafio: mediar a integração dos quatro alunos estrangeiros à turma do 5º ano. Vindos da Síria, da Bolívia, do Peru e de Angola, eles despertavam o riso dos colegas por causa do jeito de se vestirem, dos nomes e sotaques. A professora sentiu logo que esse comportamento fazia as crianças estrangeiras se sentirem mal. Então, tratou de criar um projeto para virar esse jogo, transformando a curiosidade das crianças em rico aprendizado e respeito pelas diferenças.

A autora teve a ideia de escrever este livro ao ler no jornal uma reportagem sobre crianças imigrantes. “Depois de ler mais sobre famílias que buscam melhores condições de vida aqui, neste enorme país, iniciei a história. O que parece começar com pequenos conflitos torna-se uma experiência muito enriquecedora, tanto para Mirtes, a professora, como para todos os seus alunos”, escreve Telma.

Indicado para crianças que estão no 5º ano escolar, o livro faz parte da coleção De todo mundo, que foi criada para tratar com leveza e humor temas importantes para o desenvolvimento humano. Com ilustrações atrativas, de brinde, cada livro da coleção traz, no final, uma HQ que complementa de forma divertida o tema abordado.

Fonte: assessoria de imprensa

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