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 Exposição Rafael Pereira: A Cabeça de Zumbi, segunda individual do artista no espaço paulistano, abre a programação de 2026 da Galeria Estação

 Composta por 27 pinturas inéditas, além da série Nbimda, dedicada a 16 divindades do candomblé de Angola de matriz Bantu, a mostra, que tem texto de catálogo assinado por Renato Menezes, evidencia a maturação do artista, que amplia repertórios, técnicas e subjetividades após o impacto de Lapidar Imagens


 Aberta ao público em 5 de março, com visitação até 11 de abril, a exposição Rafael Pereira: A Cabeça de Zumbi inaugura a programação de 2026 da Galeria Estação, reafirmando a força poética e a crescente complexidade do trabalho do artista paulistano de 39 anos. Ao longo de sua trajetória Rafael percorreu diversos Estados do Brasil, viveu por 14 anos decisivos em Teófilo Otoni (MG) e, atualmente, reside em Caraguatatuba, no litoral norte de São Paulo.

Desde Lapidar Imagens, sua primeira exposição individual na galeria, realizada em 2023, o artista atravessou um ciclo de amadurecimento que ampliou seu vocabulário visual ao revisitar aspectos estruturantes de sua trajetória — da formação como lapidador de pedras preciosas às experiências de circulação pelo país. Esse percurso se desdobra agora em uma mostra que articula memória, identidade e subjetividade.

 “Desde que Rafael entrou na Estação, em 2023, acompanhamos de perto seu processo consistente de amadurecimento. Ele é um artista que cresceu em segurança, em repertório e em consciência do próprio trabalho. Entre Lapidar Imagens e esta nova individual sua obra ganhou densidade. A exposição reflete um salto real em sua trajetória. Quando um artista como ele encontra um espaço institucional que o apoia, ele ganha o mundo. No caso dele, nosso respaldo foi fundamental para que ele se sentisse mais livre para arriscar, aprofundar processos e ampliar sua linguagem”, defende Vilma Eid, sócia-fundadora da Galeria Estação.

 Produzidas no biênio 2024 – 2025, as pinturas inéditas incorporam um universo multicolorido de retratos, paisagens e elementos simbólicos que, segundo o artista, emergem de uma escuta profunda de si mesmo, em um processo consciente de desaceleração: “Hoje eu sinto que o meu trabalho acontece em outro tempo. Antes, eu tinha muita urgência, uma necessidade de produzir o tempo todo, quase como se eu precisasse provar alguma coisa. Agora eu entendo que esses processos devem ser mais lentos, que a pintura precisa de tempo para maturar, assim como eu”, explica.

 Composta por dois núcleos expositivos, a mostra reúne 27 pinturas no 2º andar da Galeria Estação, e apresenta, no mezanino, a série Nbimda, formada por 16 pinturas de cabeças de dimensões variáveis. Cada obra representa uma divindade (nkisi) cultuada no candomblé de Angola de matriz Bantu. Ao abordar esse conjunto, o historiador da arte Renato Menezes, autor do texto crítico do catálogo da mostra, destaca a centralidade simbólica da cabeça como elo entre o corpo, a ancestralidade e o divino:

 “O que para os europeus se apresentou unicamente como fisionomia, isto é, como emanação da personalidade, revela-se, na pintura de Pereira, como elo com o divino: a cabeça, orí para os Iorubá e mutuê para os Bantu. É na cabeça onde reside a força vital do indivíduo; está ali sua conexão com o nkisi, a energia ancestral e destino individual que cada sujeito traz consigo ao nascer. O tema da cabeça ancestral organiza a série Nbimda”, destaca Menezes.

 Ao exaltar e ressignificar a ancestralidade afrodiaspórica que constitui parte majoritária da sociedade e da formação cultural brasileira, Rafael também explicita sua intenção de dar maior complexidade às discussões sobre racialidade, afastando-se de leituras reducionistas em favor da construção de uma subjetividade negra.

“Não quero que meu trabalho seja lido só a partir de um corte racial. Não quero que um corpo negro sorrindo seja visto como um acontecimento, enquanto um corpo branco sorrindo é só uma imagem. O que me interessa é construir uma subjetividade negra que seja complexa, íntima e contraditória. Não quero negar a questão racial. Quero ir além dela. Quero que meu trabalho seja visto como imagem e experiência, e que a negritude esteja ali de forma profunda, não como um rótulo”, provoca o artista.

Segundo Menezes, essa produção recente, marcada pela força intuitiva do gesto pictórico, amplia ainda mais as leituras possíveis sobre a obra de Rafael, já insinuadas na interpretação de caráter modernista dos trabalhos presentes em Lapidar Imagens.

“Em um primeiro momento, sua obra parece resultar diretamente da absorção desses códigos da retratística tradicional para, a partir deles, imaginar futuros, reconstituir histórias e inventar identidades, superando o modo como a vida negra foi avaliada. Por outro lado, o artista cria fisionomias a partir de sua imaginação, como em um exercício de ajuste de contas com a história e de acesso a uma dimensão da memória neutralizada pelo trauma: a intuição é uma tecnologia ancestral. Assim, ele faz reexistir, por meio de suas cores, a presença viva de pessoas atravessadas por sentimentos, pensamentos e desejos silenciosos”, observa Menezes no catálogo.

A exposição evidencia, ainda, a ampliação de técnicas experimentadas durante o período formativo de Pereira, como o uso de bastão de giz pastel óleo sobre papel, revelando processos investigativos de um trabalho em transformação. Parte das obras foi produzida em março de 2025, durante a residência artística realizada por ele em Goiânia (GO), no Sertão Negro Ateliê e Escola de Artes, projeto idealizado pelo artista visual e educador Dalton Paula e pela professora e pesquisadora de cinema Ceiça Ferreira. Localizado em um quilombo do bairro conhecido como Setor Shangri-lá, o espaço articula tradições culturais afro-brasileiras e práticas de arte contemporânea, com atividades em cerâmica, gravura, capoeira angola, agroecologia e cineclube.

“A residência no Sertão Negro foi decisiva para o Rafael, não apenas no plano técnico, mas como experiência de troca com outros artistas e abertura de mundo. Ele voltou mais seguro, mais consciente da própria voz — e isso aparece com força nesta exposição, que mostra um Rafael mais amplo com trabalhos diferentes reunidos em dois núcleos distintos. São quase duas exposições que se complementam e ajudam a entender melhor o artista. Abrir a programação de 2026 com o Rafael foi uma decisão muito consciente. Ele tem um público forte, seu trabalho tem ótima circulação e esse é o momento exato para fazermos sua segunda individual”, conclui Vilma Eid.

 

Sobre Rafael Pereira

Nascido em São Paulo, em 1986, mudou-se para Teófilo Otoni (MG) com a família ainda criança e foi lá que se especializou no trabalho com pedras preciosas. De volta à capital, aos 17 anos, Rafael se revezava entre o trabalho para pagar as contas e a prática da pintura e do desenho, atividades que foi desenvolvendo de maneira autodidata, experimentando com tinta a óleo, nanquim e giz pastel.
Aos 24 anos decidiu se dedicar exclusivamente à profissão de artista, vendendo seu trabalho nas ruas das diversas cidades onde morou Brasil afora. As vivências pessoais guiam a pesquisa de Rafael Pereira e formam o repertório imagético de sua obra. Sua ancestralidade de matriz africana dita muito do ritmo estético de seu trabalho, com suas simbologias e cores vivas. Seu processo de criação inicia-se justamente a partir do emprego das cores na tela, que aos poucos vão decodificando as figuras mentais e os sentimentos relacionados até se transformarem na composição.
Desde suas primeiras produções, então incentivadas pelo casal de colecionadores Claudete Guitar e Torquato Saboia Pessoa, até as mais recentes, pode-se identificar muito da sua própria história. A série de pinturas Catadores de Cana (2021), por exemplo, trata da realidade dos cortadores de cana, resgatando não apenas a profissão de seu pai, mas, também, o que provavelmente tenha causado sua morte.

O retrato tem sido uma categoria bastante trabalhada pelo artista por meio de representações de pessoas que passam por sua vida, e em seu ambiente familiar. Essas figuras, que geralmente olham profundamente quem as observam, povoam a imaginação do artista. Outra importante prática de sua pesquisa é a xilogravura.

De forma autodidata e com a ajuda de outros artistas, Rafael utilizou inicialmente referências do modernismo brasileiro para investigar a fundo os processos da técnica, bem como seus materiais e ferramentas. Artistas como Cândido Portinari, Ismael Nery, Lasar Segall e Tarsila do Amaral inspiram os cenários, traços e temas em suas obras.

 

Sobre a Galeria Estação

Com um acervo entre os pioneiros e mais importantes do país, a Galeria Estação, inaugurada no final de 2004 por Vilma Eid e Roberto Eid Philipp, consagrou-se por revelar e promover a produção de arte brasileira não-erudita. Sua atuação foi decisiva para a inclusão dessa linguagem no circuito artístico contemporâneo ao editar publicações e realizar exposições individuais e coletivas sob o olhar dos principais curadores e críticos do país. O elenco, que passou a ocupar espaço na mídia especializada, vem conquistando ainda a cena internacional ao participar, entre outras, das exposições Histoire de Voir, na Fondation Cartier pour l’Art Contemporain, na França, em 2012, e da Bienal Entre dois Mares – São Paulo | Valencia, na Espanha, em 2007. Emblemática desse desempenho internacional foi a mostra individual Veio – Cícero Alves dos Santos, em Veneza, paralelamente à Bienal de Artes, em 2013.
No Brasil, além de individuais e de integrar coletivas prestigiadas, os artistas da galeria têm suas obras em acervos de importantes colecionadores e de instituições de grande prestígio e reconhecimento, como a Pinacoteca do Estado de São Paulo, o Museu de Arte de São Paulo, o Museu Afro Brasil (SP), o Pavilhão das Culturas Brasileiras (SP), o Instituto Itaú Cultural (SP), o SESC São Paulo, o MAM- Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro e o MAR, na capital fluminense.

 

SERVIÇO

Exposição Rafael Pereira: A Cabeça de Zumbi

Quando: de 5 março a 11 de abril de 2026

Onde: Galeria Estação

Endereço: Rua Ferreira Araújo, 625 - Pinheiros, São Paulo

Vernissage: 05/3 (quinta-feira), a partir das 18h

Horários de funcionamento da galeria: segunda a sexta, das 11h às 19h; sábados, das 11h às 15h; não abre aos domingos.

Tel: 11 3813-7253


Fonte: assessoria de imprensa

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Shopping Pátio Paulista 

inicia nova programação de Hora do Conto

Evento, que acontece em parceria com a da Livraria da Vila,

apresenta novos personagens e novas histórias

O Shopping Pátio Paulista tem nova edição Hora do Conto, com contação de histórias infantis, baseadas em livros selecionados do universo infanto-juvenil.  A cada encontro, histórias diferentes, com personagens que estimulam a criatividade, com interpretação e monitoria da Cia SóPapo.

Para fevereiro, as histórias contam as aventuras dos personagens de “Bibo cresceu, mas só um pouquinho…”, da autora brasileira, Silvana Rando, de “Leotolda” da espanhola, Olga de Dios, “Perigoso!” do britânico, Tim Warnes, e “Van Dog” da polonesa, Mikołaj Pasiński. 


As sessões acontecem sempre às 15h, no piso Paraíso (2º andar). Os ingressos gratuitos são limitados e podem ser resgatados no app Iguatemi One, escolher Shopping Pátio Paulista (aba “Eventos”).

“O objetivo em trazer a Hora do Conto, com histórias e personagens consagrados, é contribuir para estimular o prazer da leitura entre os pequenos, de forma divertida, criativa e lúdica”, explica Taciana Melo, Gerente de Marketing do Shopping Pátio Paulista.

Serviço

Hora do Conto, Shopping Pátio Paulista

Livraria da Vila, Piso Paraíso

Rua Treze de maio, 1947, Bela Vista

Ingressos gratuitos, que podem ser pré - resgatados pelo app Iguatemi One. Vagas limitadas consulte disponibilidade.

Sempre às 15 horas 

07/fev -Bibo cresceu, mas só um pouquinho… (Editora Brinque-Book)

14/fev - Leotolda (Editora Boitatá)

21/fev - Perigoso! (Editora Ciranda)

28/fev - Van Dog; (Editora Piu)

Recomendado para crianças, que devem estar acompanhadas por pais ou responsável acima de 18 anos.

Mais sobre o Pátio Paulista - Inaugurado em novembro de 1989, o Shopping Pátio Paulista recebe hoje paulistas vindos de todas as partes da cidade – e do país – graças à sua localização privilegiada: em plena avenida Paulista, com fácil acesso por metrô e grandes avenidas. São cerca de 300 operações, distribuídas em sete pisos, entre vestuário, alimentação, serviços, entretenimento e lazer, com três pisos de estacionamento.  

Na sua fachada, um relógio de mais de 5 metros de altura é referência para toda São Paulo. 

Para mais informações, www.iguatemi.com.br/shoppingpatiopaulista e em @patiopaulistaoficial (instagram)

Fonte: assessoria de imprensa

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  Encontre o Extraordinário

em Meio às Cicatrizes

Obra marca estreia literária de Fernanda Machado e

propõe uma jornada de cura, autoconhecimento e reconexão interior


Por Carina Gonçalves 

A professora de meditação e mentora espiritual Fernanda Ester Machado estreia no universo literário com o livro Encontre o Extraordinário em Meio às Cicatrizes, publicado pela Editora Gente. Inspirada em sua própria trajetória de superação, a autora convida o leitor a transformar a dor em força e autenticidade, apresentando práticas terapêuticas e reflexões profundas sobre autoconhecimento, espiritualidade e amor-próprio.

Com uma linguagem acessível e sensível, Fernanda compartilha vivências pessoais e histórias de alunos e mentorados de cursos e retiros realizados em diferentes partes do mundo. O livro propõe uma imersão em temas como perdão, empatia, medo e reconstrução emocional, conduzindo o leitor por um processo de autocura e reconexão com sua essência. A autora apresenta ainda o Método SOL (Sofrimento Obrigatório Liberta), desenvolvido por ela, que reúne sete etapas voltadas à libertação de condicionamentos, aceitação da própria história e celebração da transformação interior.

Segundo Fernanda, o autoconhecimento é o caminho mais poderoso de libertação e plenitude. Baseada em estudos com mestres como Deepak ChopraMichael Beckwith e monges budistas na Índia e na Tailândia, ela combina espiritualidade ancestral, neurociência e práticas integrativas para oferecer uma abordagem terapêutica voltada à cura emocional. “As cicatrizes não são sinais de fraqueza, mas registros da nossa capacidade de atravessar tempestades e florescer depois delas”, afirma a autora, que já impactou mais de 15 mil pessoas por meio de retiros, cursos e mentorias presenciais e online.

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"Encontre o Extraordinário em Meio às Cicatrizes" marca estreia literária de Fernanda Machado com proposta de cura e reconexão com o eu interior

Com base em sua própria trajetória de superação, autora apresenta o Método SOL e convida o leitor a transformar a dor em força e autenticidade


A professora de meditação e mentora espiritual Fernanda Ester Machado lança seu primeiro livro, Encontre o Extraordinário em Meio às Cicatrizes, pela Editora Gente, que chegou às livrarias no dia 10 de setembro.

Com linguagem acessível e abordagem sensível, a obra reúne vivências pessoais e práticas terapêuticas para conduzir o leitor por um processo profundo de autocura e ressignificação de traumas. Além de seus próprios relatos, Fernanda compartilha experiências com alunos e mentorados em cursos e retiros espirituais ao redor do mundo, promovendo um diálogo inspirador sobre perdão, identidade, espiritualidade, medo, empatia e reconstrução.

A obra nasce do reencontro da autora com sua própria essência, após vivências marcadas por dor, ansiedade e recomeços. Ao compartilhar sua trajetória e os caminhos que a levaram à transformação, Fernanda convida o leitor a refletir sobre as feridas que carrega e, sobretudo, sobre o poder que tem de ressignificá-las. O livro é uma combinação entre ensinamentos espirituais, vivências pessoais e exercícios práticos voltados à cura emocional e à reconexão com o amor-próprio.

“Minha missão com este livro é mostrar que todos temos o potencial de encontrar o extraordinário dentro de nós, mesmo quando a vida nos marca com dores profundas. As cicatrizes não são sinais de fraqueza, mas registros da nossa capacidade de atravessar tempestades e florescer depois delas”, explica a autora. “Nós temos muitas crenças arraigadas em nosso ser, e todas as nossas ações, nossos relacionamentos e nossas interações com o mundo são espelhos dessas crenças. Ao compreendê-las, somos capazes de desvendar os mistérios de nossos próprios padrões de pensamento, abrindo as portas para uma vida de plenitude e realização”, acrescenta.

Com uma linguagem acolhedora, o livro propõe uma jornada que envolve espiritualidade, ciência do comportamento, autocompaixão e práticas terapêuticas, sempre com o olhar encorajador da autora e a ideia de que a transformação emocional é possível, concreta e acessível a todos que estejam dispostos a olhar para dentro. Baseado em estudos com mestres como Deepak Chopra e monges budistas na Tailândia e na Índia, Fernanda apresenta uma abordagem que une espiritualidade ancestral, neurociência e práticas integrativas.

“Acredito que o autoconhecimento é o caminho mais poderoso de libertação. E não existe liberdade maior do que viver em paz com a própria história”, ressalta Fernanda.

 

Método SOL (Sofrimento Obrigatório Liberta)

Criado pela escritora, o inédito Método SOL (Sofrimento Obrigatório Liberta) propõe um caminho estruturado em sete etapas. A jornada começa com o silenciamento da dor, seguido da observação das feridas emocionais, da libertação de condicionamentos e da aceitação plena da própria história. A partir desse ponto, Fernanda convida à reconexão com a essência e à cocriação de uma nova realidade mais alinhada com o propósito da alma. Por fim, o processo culmina na celebração da transformação, com cicatrizes não mais como marcas de dor, mas como provas da força adquirida.

“Trago relatos de pessoas que vivenciaram o método e comprovaram seus efeitos transformadores em aspectos como autoestima, perdão, empoderamento e equilíbrio emocional. Utilizo ferramentas práticas inspiradas no Ayurveda, no Reiki e na meditação, que ajudam o leitor a colocar em movimento o seu processo de autocura”, afirma.

“Já acompanhei centenas de histórias de pessoas que carregavam dores profundas e que, por meio dos métodos que compartilho, conseguiram se reencontrar. Nada é mais gratificante do que ver alguém sair da escuridão emocional e perceber que é possível viver com leveza, coragem e autenticidade”, conclui Fernanda.

 

Sobre a autora

Fernanda Ester Machado é professora de meditação, mentora espiritual e coach em Ayurveda certificada pelo Chopra Global. Também reikiana e professora de yoga, encontrou na espiritualidade o caminho para sua própria cura após vivências de abandono e sofrimento. 

Estudou com mestres como Deepak Chopra, Bob Proctor, Michael Beckwith e Roger Gabriel, além de realizar treinamentos com monges budistas na Índia e na Tailândia. Ao longo dos últimos anos, impactou mais de 15 mil pessoas em retiros, mentorias e cursos presenciais e online. Seu trabalho une espiritualidade, ciência e práticas terapêuticas, com foco em autoconhecimento, cura interior e desenvolvimento humano.

Seu público é formado majoritariamente por mulheres em busca de reconexão com sua essência, libertação emocional e transformação de vida.

 

SERVIÇO

Título: Encontre o Extraordinário em Meio às Cicatrizes

Subtítulo: Reprograme sua mente, liberte-se dos traumas da infância e crie uma narrativa para a sua vida

Autor: Fernanda Ester Machado

ISBN: 978-65-6107-063-8

Páginas: 192

Preço de capa: R$ 74,90

Preço e-book: R$ 52,40

Pré-lançamento: 10 de agosto de 2025

Lançamento: 10 de setembro de 2025

Gênero: Desenvolvimento pessoal


Fonte: assessoria de imprensa

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  Nilton Bobato lança 

“É proibido falar mal de Deus”

Nova obra do escritor iguaçuense reúne contos distópicos

que abordam religião, política e questões sociais


Um Brasil tomado por grupos paramilitares, um professor que tenta provar a inexistência de Deus e um Conselho Celestial com Cristo, Maomé, Buda, Oxalá e até o demônio para decidir o destino da humanidade. Este é o cenário de “É proibido falar mal de Deus: prosa quase distópica”, novo livro do escritor e ex-vice-prefeito de Foz do Iguaçu, Nilton Bobato. O lançamento, pela Artêra, selo da editora Appris, acontece no dia 12 de outubro, na Livraria Ponta de Lança, em São Paulo.  

O livro se divide em três séries de contos e a narrativa mistura ficção e fatos inspirados na realidade, abordando temas como política, religião, direitos humanos e relações afetivas, em um tom que o autor classifica como antifascista, antirracista e antihomofóbico. “É uma distopia que seria ficção se não fosse tão real. Não escrevi para servir a uma causa, mas porque esses temas surgiram naturalmente com os personagens”, afirma Bobato.

A estética literária da obra chama atenção. Cada bloco de contos é introduzido por um decreto fictício, inspirado nos ataques de 8 de janeiro de 2023, que cria um efeito contínuo de tensão narrativa. Os diálogos misturam as vozes do narrador e das personagens, sem travessões ou aspas, desafiando o leitor a identificar quem fala. “A ideia é causar um efeito para além da leitura individual de cada conto. O leitor vai viver tensões em sequência, como se fosse um romance com vários núcleos com seus protagonistas específicos”, explica o autor.

O livro conta com prefácio do romancista e reitor da Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG), Miguel Sanches Neto; apresentação de Joane Vilela, doutora em Educação pela Universidade do Estado de São Paulo (Unesp); e segunda orelha assinada pelo premiado escritor português José Luís Peixoto.

Diagnosticado com Parkinson em 2018, Nilton Bobato encara a literatura como forma de resistência e de vida. Atualmente, cursa Mestrado em Literatura Comparada na Universidade Federal da Integração Latino-Americana (UNILA). “Tenho um amigo chamado Parkinson. Ele vai me seguir até o fim da vida, mas se eu não cuidar dele, me derruba. A literatura é uma das minhas formas de cuidado e acredito que ajuda os leitores a encontrar novas interpretações da realidade e da alma humana”, disse o autor.

Sobre o autor: Nilton Bobato é professor de Língua Portuguesa, mestrando em Literatura Comparada pela Universidade Federal de da Integração Latino-Americana (Unila), jornalista e  mantém forte atuação na cena literária paranaense com oito livros publicados. Em Foz de Iguaçu foi vice-prefeito, vereador e secretário municipal das pastas de saúde, administração e governança. 


Sobre a editora: O Grupo Editorial Appris conta com cinco selos editoriais, das mais diversas áreas técnicas, científicas e literárias. Com 14 anos no setor e a experiência de seus editores, que atuam há mais de 35 anos no mercado editorial, a Appris possui um catálogo com mais de 12 mil obras publicadas e que continua a crescer com uma média de 70 lançamentos por mês.

Serviço

Lançamento do livro “É proibido falar mal de Deus: prosa quase distópica”

Data: 12 de outubro (domingo)

Local: Livraria Ponta de Lança (Rua  Aureliano Coutinho, 26   - Vila Buarque, São Paulo/SP)

Horário: 17h


Fonte: assessoria de imprensa

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𝐃𝐞𝐬𝐜𝐨𝐛𝐫𝐢𝐧𝐝𝐨 𝐜𝐨𝐦𝐨 𝐥𝐢𝐝𝐚𝐫 𝐜𝐨𝐦 𝐨 𝐓𝐃𝐀𝐇:

𝐔𝐦𝐚 𝐣𝐨𝐫𝐧𝐚𝐝𝐚 𝐝𝐞 𝐞𝐦𝐩𝐨𝐝𝐞𝐫𝐚𝐦𝐞𝐧𝐭𝐨

 


Este livro é mais do que um guia, é uma jornada de compreensão, aceitação e força.

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Cada página traz oportunidades de aprendizado e crescimento.

Histórias reais mostram lutas, conquistas e a resiliência de quem convive com o transtorno.

Desmistifica estigmas e valoriza virtudes e talentos únicos ligados ao TDAH.

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 Editora Joaninha lança O valente fidalgo Dom Quixote - em verso e prosa, de José de Nicola

Clássico universal ganha nova roupagem, com ilustrações de Antônio Amaral; uma adaptação sensível e criativa da narrativa de Cervantes, voltada ao público jovem, mas com apelo universal. Lançamento será nesta segunda, 11/08, às 18 hs, na Livraria da Vila, em São Paulo.

 

Um dos maiores clássicos da literatura ocidental, Dom Quixote de La Mancha, de Miguel de Cervantes, ganha nova vida nas mãos do autor José De Nicola. Com ilustrações de Antônio Amaral, o livro O valente fidalgo Dom Quixote – em verso e prosa, lançamento da Editora Joaninha, apresenta uma adaptação poética e acessível da célebre narrativa escrita há mais de quatro séculos. Voltado especialmente para o público jovem, o título convida também leitores adultos a redescobrir, de forma renovada e cativante, a essência do cavaleiro sonhador que luta contra moinhos de vento. Lançamento será nesta segunda, 11/08, às 18 hs, na Livraria da Vila, em São Paulo.

 

Trabalhando a linguagem poética na prosa e nos versos, transitando por formas que evocam até mesmo a tradição dos haicais japoneses, José De Nicola propõe uma leitura instigante, que preserva a alma da obra original sem abrir mão de um estilo próprio. “Ler o Dom Quixote original, hoje, é praticamente impossível para a maioria dos leitores. É uma leitura para poucos”, afirma o autor. “Minha intenção foi apresentar quem foi Quixote e o que fez, sua jornada da loucura à lucidez, sem deturpar Cervantes.”

 

A obra resgata as principais passagens do texto cervantino, como a criação do cavaleiro andante, o encontro com Sancho Pança, as batalhas quixotescas e o confronto com a realidade, sempre com lirismo, sensibilidade e um forte respeito ao espírito do texto original. O resultado é um jogo literário refinado, que alterna passagens narrativas, momentos poéticos e reflexões filosóficas, tornando a leitura fluida, envolvente e significativa.

 

Literatura viva e acessível

A adaptação se soma a um importante movimento editorial e educacional: dar nova roupagem a grandes clássicos, tornando-os acessíveis às novas gerações sem comprometer seu valor literário e simbólico. Em tempos de distrações digitais e distanciamento das grandes obras, a proposta de José De Nicola representa uma ponte entre o cânone literário e os jovens leitores do século XXI.

 

“O valente fidalgo Dom Quixote – em verso e prosa” também dialoga com professores, educadores e mediadores de leitura, oferecendo uma ferramenta potente para o trabalho em sala de aula ou clubes de leitura, promovendo reflexões sobre imaginação, coragem, loucura, amizade e a eterna luta por ideais – temas que mantêm Dom Quixote mais atual do que nunca.

 

Sobre o Autor

José De Nicola é professor, licenciado em Letras, com especialização em ensino de língua e literatura. Desde 1984, dedica-se a produzir livros didáticos nas áreas de Literatura, Gramática e Produção de Textos. Seu primeiro livro, Literatura Brasileira – das origens aos nossos dias, publicado pela editora Scipione, com sucessivas reedições, é até hoje obra fundamental no universo escolar. Ainda na área de didáticos, é autor de Gramática – palavra, frase, texto e Práticas de linguagem – leitura & produção de textos e Painel da literatura em língua portuguesa.

 

Na área de paradidáticos, escreveu comentários para a coleção de clássicos da editora Scipione, além de Análise e interpretação de poesia e Fernando Pessoa.

 

Pela editora Moderna, publicou obras para o público infanto-juvenil: Entre ecos e outros trecos (poesia); Alfabetário (poesia); A preguiça da praça (prosa).

 

Em obras gerais, publicou, em coautoria,  A voz dos outros – poesia africana em língua portuguesa (Casa de Letras), O olhar da plateia – três contos de Machado de Assis (Oficina de Letras), Semana de 22 – antes do começo, depois do fim (Estação Brasil/Sextante).


Ficha Técnica:

 

Título: O valente fidalgo Dom Quixote – em verso e prosa

Editora: Joaninha

Autor: José de Nicola

Ilustrações: Antônio Amaral

No. de Páginas: 72

Formato: 20.5 x 27.5

ISBN: 978-6561321167

Preço: R$ 81,00


Fonte: assessoria de imprensa

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 Empresário capixaba lança livro 

autobiográfico sobre superação


 “Tente outra vez – a sentença de um passado”, obra do empresário capixaba Rogério Tristão, mostra o contexto histórico da era Collor de Mello, fala de sua militância, dos dias de uma prisão política e da resiliência que fez com que ele se sobressaísse como empresário da área de tecnologia


  

Resiliência resume a mensagem que o livro “Tente outra vez – a sentença de um passado”, do empresário capixaba Rogério Tristão, traz ao leitor. Com edição de Vicente Vilardaga (autor de “À Queima-Roupa - O Caso Pimenta Neves”, “A Clínica - A Farsa e os Crimes de Roger Abdelmassih” e de “João de A a Z”), a obra mistura a história pessoal de Tristão com o contexto político social do Espírito Santo na virada da década de 80 para 90: a era Collor de Mello, a presidência do movimento estudantil, reconquista da meia entrada, a liderança dos caras-pintadas e o impeachment.
 

A história de Rogério Tristão se mistura com este cenário: ele vivenciou intensamente a militância e viveu um episódio traumático: foi preso por conta de estar portando um CD da banda Planet Hamp. Foram 15 dias de prisão, em 1996, mas que se estendeu por toda a vida.
 

Da ascensão do jovem aspirante à política, passando por dias de tensão e humilhação no presídio, até sua saída e a queda de sua reputação, o livro mostra a trajetória de um personagem real, que dificilmente poderia reverter esse cenário e vencer, pessoalmente e profissionalmente.
 

Mas não foi o que aconteceu. A obra também retrata o esforço da retomada pessoal e profissional, o início da trajetória no mundo da inovação e da tecnologia, no qual atua até hoje com sucesso nacional e internacional, levando a marca do Espírito Santo para o mundo.
 

“Agora minhas filhas, gêmeas de 17 anos, sabem da minha experiência na cadeia como preso político e resolvi contar essa história com a certeza de que isso não afetará em nada a confiança que elas têm em mim”, conta Tristão.
 

Ele, que sempre foi uma pessoa sem vícios e preocupada com a saúde e o bem-estar, se orgulha de sua trajetória e é essa a mensagem que gostaria de deixar à sua família e aos que vierem. “Orgulho-me da minha reconstrução pessoal. Apesar de ter sido considerado um criminoso - absolvido no processo-, sabia dos meus valores e nunca deixei meus sonhos morrerem. Minha criatividade e inquietude me levam mais longe, mesmo que a vida seja dura”, afirma o executivo. E completa: “aos meus 54 anos, vejo um longo caminho para continuar inovando e contribuindo com a sociedade.”
 

A venda do livro “Tente outra vez – a sentença de um passado” será revertida para a instituição Vovô Chiquinho. Para adquirir o exemplar, acesse aqui.


Fonte: assessoria de imprensa

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  DVS Editora reúne best-sellers 

na Bienal do Livro Rio 2025

Editora terá espaço com obras consagradas, como "Liderando o Futuro" 

de Martha Gabriel, e "Gatilhos Mentais", de Gustavo Ferreira


DVS Editora, referência nacional na publicação de livros relacionados à carreira, inovação, negócios e marketing, está confirmada na Bienal do Livro Rio 2025, que acontece entre os dias 13 e 22 de junho, no Riocentro, na Barra da Tijuca. 

A casa editorial terá destaque na Arena do Livro, espaço de exposição da Gráfica Viena, localizado no estande Z42, pavilhão 4. Serão mais de 50 títulos disponíveis para o público interessado em obras para o desenvolvimento do potencial pessoal e profissional. 

Best-sellers como “Gatilhos Mentais”, de Gustavo Ferreira, “Liderando o Futuro”, finalista do Prêmio Jabuti, de Martha Gabriel, “Unbound Marketing”, de Rafael Kiso, “Marketing de Conteúdo: A Moeda do Século XXI”, de Rafael Rez, e “Copywriting”, de Paulo Maccedo, serão algumas das opções disponíveis. 

Outros destaques serão obras como “O Código da Persuasão”, de Christophe Morin e Patrick Renvoise, e “O Olhar para o Extraordinário”, de Carlos Ferreirinha e Leandro Crepaldi, ambos também entre os mais vendidos da editora.  

Fundada em 2001, a DVS Editora nasceu do desejo de transformar ideias em pontes para o conhecimento. Ao oferecer conteúdos relevantes, atuais e de alta qualidade, os títulos publicados cumprem o papel de formar mentes inquietas, líderes visionários e profissionais que buscam não apenas sucesso, mas significado em suas trajetórias. 

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 "Morada"

Exposição Inédita de Nina Pandolfo apresenta as diversas faces da obra da Artista Plástica


 

    Por dois meses, a partir de 8 de abril, a arte de Nina Pandolfo ocupará os 250 metros quadrados do Vão Central do Pátio Higienópolis, com obras criadas especialmente para "Morada", mostra que tem cocuradoria da própria artista

    As meninas de olhos grandes curiosos e sedutores, que já estiveram em galerias, museus e grandes espaços públicos de 37 cidades de 17 países, criadas pela paulistana de Tupã, Nina Pandolfo, poderão ser conhecidas e revisitadas em a "Morada", mostra que reúne os trabalhos da artista, que o Pátio Higienópolis apresenta a partir de 8 de abril, no Vão Central.  As obras ocuparão 250 metros quadrados, que serão divididos cenograficamente em galerias – cada uma revelando um aspecto da obra da artista plástica.

    "Eu sempre pensei numa arte que fosse para todo mundo". Foi com essa ideia que Nina Pandolfo construiu uma carreira sólida e celebrada internacionalmente. Nascida em 1977, teve suas primeiras experiências com arte ainda na infância, pintando quadros; e já na adolescência, no início dos anos 1990, participou de grupos de teatro de rua, momento em que conheceu o grafite, base de sua obra e que a revelou para o mundo.  Em seu vasto currículo, é a primeira vez que apresenta seus trabalhos em shopping.

    "Expor no Pátio Higienópolis é uma experiência bastante empolgante – estar num lugar confortável, acessível e surpreender o público assíduo do shopping, aguçando sua curiosidade, será uma experiência enriquecedora", avalia Nina.

    Descobrindo a Morada – A entrada da exposição é uma das meninas de Nina  reproduzida em formato gigante, cujos olhos se movimentam, convidando o visitante para conhecer o seu processo criativo e seu universo, por meio de galerias temáticas. A interatividade e experiências imersivas seguem por todo o roteiro, conforme o projeto de expografia, elaborado pela Special Project Lab.   "É como se as obras se expandissem", Nina explica. 

    "Quando pinto um quadro, é como se eu fizesse uma fotografia de um espaço, de uma cena, de um local. Eu faço só um recorte mental para colocar ali na tela. Mas, ao redor, existe muito mais. E é isso que a imersão trará". Em outra experiência, o público explora a própria criatividade e realiza uma interação virtual com um quadro de Nina, que poderá ser reconstruído com a movimentação e alteração de elementos.


Galerias da Morada:

·   Nina pelo Mundo apresenta um recorte da carreira da artista, em fotos, das centenas de suas exposições internacionais nas últimas duas décadas – de Cuba, passando por Índia, Alemanha e Azerbaijão, entre outros países.

·    Galeria Imersiva Fluorescente: Obras originais inéditas, que ocupam todo o ambiente, pintadas com tinta fluorescente que destaca diferentes profundidades, cores e texturas.

·   Galeria Interativa com Realidade Aumentada - Aqui, estão expostas duas obras originais (Raquimona e Mikimi), além de outras duas (Minúcias da Vida e Sentimentos Oblíquo), que por meio de filtros ganham movimento.

·   Galeria Imersiva Video Mapping – O público poderá experimentar a sensação de mergulhar nas obras da artista e acompanhar seu processo criativo por meio de recursos de sons e movimento. 

 

Mais sobre Nina Pandolfo

Nasceu em 1977 no interior de São Paulo e veio para a capital paulista ainda bebê. Sempre demonstrou interesse em pintar e desenhar. Na adolescência, junto com um grupo de amigos, experimentou a emoção da primeira pintura de rua. Aos poucos a artista foi transferindo suas meninas, que já rabiscava e pintava em telas, para os muros da cidade. Nina fez parte da geração de artistas brasileiros que cresceu grafitando nos anos 90 e levou a arte das ruas para os principais museus e galerias do mundo. 

Sua primeira exposição, Um Minuto de Silêncio, aconteceu em 1999 - uma coletiva realizada na Funarte, em São Paulo. Internacionalmente, Nina fez sua estreia em 2002, participando com algumas telas da coletiva I Don t Know, na galeria Die Farberie, em Munique, na Alemanha. Desde então, a artista já participou de projetos de intervenção urbana e exposições em galerias no Brasil e ao redor do mundo, em países como Alemanha, Cuba, Espanha, Estados Unidos, França, Grécia, entre outros. Foi também responsável por pintar, em 2007, junto com OsGemeos e o artista Nunca, a fachada do Castelo Kelburn, em Glasgow, na Escócia.  Desde fevereiro deste ano de 2025, suas obras estão expostas em Bahrein, no Oriente Médio.

 

Serviço:

Morada por Nina Pandolfo

(Exposição interativa com recorte de trabalhos e obras inéditas de Nina Pandolfo, com cocuradoria da própria artista)- Shopping Pátio Higienópolis (Av. Higienópolis 618 – Vão Central, São Paulo)

8 de abril a 8 de junho – Diariamente, incluindo finais de semana e feriados, das 12h às 20h. Acesso Gratuito: sujeito à fila de espera. Agendamento e reservas antecipadas pelo app Iguatemi One, aba "Eventos", Pátio Higienópolis. Crianças menores de 12 anos devem estar acompanhados por responsáveis.


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