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Ideias para um Futuro Sustentável

Recebi um exemplar da obra Ideias para um Futuro Sustentável e, além da belíssima apresentação — com acabamento nobre, capa dura e impressão de alta qualidade —, a publicação se destaca pela relevância dos conteúdos e pela forma educativa e inspiradora como aborda os desafios ambientais, sociais e econômicos da atualidade.

A obra propõe uma reflexão sobre sustentabilidade e responsabilidade coletiva, apresentando temas fundamentais como consumo consciente, reciclagem, preservação ambiental, diversidade, inclusão, economia circular e os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Agenda 2030 da ONU.

Com linguagem acessível e participação ativa de estudantes de diferentes regiões do país, o livro reforça a importância do engajamento das novas gerações na construção de um futuro mais equilibrado, humano e sustentável.


Release: 

IDEIAS PARA UM FUTURO SUSTENTÁVEL

“Ideias para um Futuro Sustentável” é uma ação cultural formada pela publicação de um livro, a realização de ações formativas, um kit pedagógico e materiais acessíveis, desenvolvida com o objetivo de estimular a consciência ambiental entre os jovens, promovendo práticas sustentáveis no ambiente escolar e incentivando o engajamento com questões ambientais.

A ação foi desenvolvida pela editora Bela Vista Cultural e contou com o patrocínio do Zmax Blue Ship Group, Cinpal, Wilson Sons e Grupo Dass, além do apoio da Itabom, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura.

A PUBLICAÇÃO

A obra propõe ampliar o conhecimento sobre desenvolvimento sustentável, abordando de forma integrada os desafios ambientais, sociais e econômicos na construção de um futuro equilibrado.

Apresenta os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Agenda 2030 da ONU e, no eixo ambiental, trata de temas como consumo responsável, poluição, reciclagem, economia circular, preservação da natureza e gestão de resíduos. No eixo social, discute diversidade, inclusão, igualdade de oportunidades e convivência comunitária. Já na dimensão econômica, destaca o impacto das escolhas de consumo e exemplos de cidades que adotaram tecnologias sustentáveis para melhorar a mobilidade e a qualidade de vida.

A publicação se encerra com textos elaborados a partir de sugestões de estudantes de diferentes faixas etárias do ensino fundamental de escolas de São Paulo, Rio de Janeiro e Maranhão. Nessas unidades de ensino, ocorreram palestras e encontros que estimularam a reflexão dos alunos sobre responsabilidades individuais e coletivas diante das questões sociais e ambientais. O resultado é um conjunto de relatos que expressam as percepções desses jovens a respeito dos principais temas ligados à sustentabilidade.


Serviço: https://www.belavistacultural.com.br/ideiasparaumfuturosustentavel 


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 𝐏𝐫𝐨𝐣𝐞𝐭𝐨 𝐝𝐞 𝐕𝐢𝐝𝐚 𝐞 𝐂𝐢𝐝𝐚𝐝𝐚𝐧𝐢𝐚

Recebi um exemplar da obra Projeto de Vida e Cidadania e, além da apresentação impecável — com acabamento nobre, capa dura e impressão de alta qualidade —, a publicação chama atenção pela relevância dos conteúdos e pela forma educativa como aborda temas fundamentais para a formação pessoal, social e profissional dos jovens e da sociedade como um todo.

A obra apresenta reflexões importantes sobre planejamento de vida, cidadania, ética, educação financeira, mercado de trabalho, sustentabilidade e escolhas conscientes, incentivando estudantes e leitores a compreenderem melhor seu papel no mundo e a construírem trajetórias mais responsáveis e equilibradas..

Com linguagem acessível, didática e conteúdos elaborados por especialistas, o livro se torna uma importante ferramenta de apoio para estudantes, educadores e famílias, contribuindo para a formação de cidadãos mais preparados, conscientes e conectados com os desafios do futuro.

Release:

PROJETO DE VIDA E CIDADANIA

“Projeto de Vida e Cidadania” é uma ação cultural formada pela publicação de um livro, a produção de uma exposição fotográfica digital, a realização de apresentações culturais, uma cartilha pedagógica e um audiobook, desenvolvida com o intuito de apresentar questões fundamentais para o projeto de vida de estudantes (e de qualquer pessoa) que tiverem acesso ao seu conteúdo e expandir o horizonte destes alunos e dos leitores em geral. O projeto pretende ser uma ferramenta de auxílio na preparação dos estudantes como parte integrante da sociedade, para que reflitam e entendam seu espaço no mundo, tanto no que diz respeito ao estudo, às finanças e ao trabalho, como também no que concerne às escolhas de estilos de vida saudáveis, sustentáveis e éticos.

A ação foi desenvolvida pela editora Bela Vista Cultural e contou com o patrocínio das empresas BNY Mellon e Adiq, além do apoio da Capitale Energia e da Perseus, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura (Lei Rouanet). 

A PUBLICAÇÃO

Cuidadosamente elaborado por especialistas no assunto, o livro traz conteúdos importantes para a criação de um planejamento bem-sucedido, com base em uma boa formação, disciplina

e valores pessoais. A obra aborda esse planejamento em detalhes e tem o objetivo de servir como material de apoio para professores, estudantes e seus familiares. Com uma linguagem simples e didática, a publicação apresenta um apanhado geral de assuntos diversos, trazendo dicas sobre cidadania, ética, finanças pessoais, mercado de trabalho e meio ambiente e sustentabilidade, dentre outros assuntos.

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Serviço: https://www.belavistacultural.com.br/projetodevidaecidadania

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 Cultura e Vida no Trânsito 


Recebi um exemplar da obra Cultura e Vida no Trânsito e, além da apresentação sofisticada — com acabamento nobre, capa dura e impressão de alta qualidade —, a publicação se destaca pela relevância das informações e pela abordagem educativa sobre mobilidade, cidadania e conscientização no trânsito.

A obra propõe uma reflexão sobre o papel do cidadão na construção de um trânsito mais seguro e humano, reunindo conteúdos que analisam desde a evolução histórica dos meios de transporte até os desafios enfrentados pelas grandes metrópoles na mobilidade urbana atual.

Com linguagem acessível e informativa, o livro evidencia como os transportes influenciaram o desenvolvimento econômico, cultural e social das cidades, ao mesmo tempo em que reforça a importância de atitudes responsáveis, respeito às leis e práticas conscientes para melhorar a convivência e a segurança no trânsito.


Release: 

CULTURA E VIDA NO TRÂNSITO

“Cultura e Vida no Trânsito” é uma ação cultural formada pela publicação de um livro, a realização de apresentações culturais, uma cartilha pedagógica, a produção de uma exposição fotográfica digital e um audiobook, desenvolvida para estimular o debate a respeito do papel do cidadão consciente no trânsito, divulgando boas práticas e informações abalizadas às leis que regulam o setor, ao mesmo tempo em que analisa a formação histórica e a importância dos meios de transporte em nossas vidas.

A ação foi desenvolvida pela editora Bela Vista Cultural e contou com a apresentação da Porsche e patrocínio Suhai Seguradora, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura (Lei Rouanet).  

A PUBLICAÇÃO

O livro tem início com a contextualização do transporte ao longo da história, mostrando como os principais caminhos e o desenvolvimento dos diferentes modais influenciaram a economia, a cultura e o crescimento das nossas cidades.

Em sua segunda parte, a obra aborda a dinâmica das metrópoles quanto ao trânsito, seus erros e acertos, e analisa o papel do cidadão para a criação de um ambiente urbano bem mais seguro, adotando práticas que favorecem a eficiência nos deslocamentos diários.

Serviço: https://www.belavistacultural.com.br/culturaevidanotransito 

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Saúde, Alimento e Cultura

Recebi um exemplar da obra Saúde, Alimento e Cultura e, além da belíssima apresentação — com acabamento nobre, capa dura e impressão de alta qualidade —, o livro se destaca pela riqueza de informações relevantes sobre alimentação saudável, qualidade de vida e a influência cultural na construção dos hábitos alimentares brasileiros.

A publicação apresenta uma abordagem educativa e acessível sobre a importância da alimentação para a saúde física e emocional, reunindo conteúdos que vão desde a história dos alimentos presentes na mesa dos brasileiros até dicas práticas para uma rotina mais equilibrada e saudável. A obra também evidencia como diferentes povos e tradições culturais contribuíram para moldar a culinária e os costumes alimentares do Brasil ao longo dos séculos.

Com linguagem informativa e conteúdos atuais, o livro reforça a importância da conscientização sobre escolhas alimentares mais saudáveis e seus impactos positivos no bem-estar e na qualidade de vida.


Release: 

SAÚDE, ALIMENTO E CULTURA

“Saúde, Alimento e Cultura” é uma ação cultural formada pela publicação de um livro, a realização de apresentações culturais, uma cartilha pedagógica, a produção de uma exposição fotográfica digital e um audiobook, desenvolvida para apresentar, de maneira geral, como uma boa alimentação é fundamental para a saúde e a qualidade de vida, contribuindo para a discussão do assunto junto ao público estudantil (e de qualquer pessoa) e mostrar como nossos hábitos alimentares foram se desenvolvendo ao longo dos últimos séculos, com base em tantas influências e contribuições de outros povos, moldando assim nossa culinária.

A ação foi desenvolvida pela editora Bela Vista Cultural e contou com o patrocínio da Siemens, por meio da Fundação Siemens, e do Grupo GEA, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura (Lei Rouanet).


A PUBLICAÇÃO

A obra aborda aspectos práticos e teóricos sobre alimentação saudável, como um hábito fundamental para as pessoas que buscam saúde, bem-estar e qualidade de vida.

Destinado a todos que desejam aprimorar a arte de cuidar de si, o livro traz uma série de tópicos diferenciados que envolvem desde a história dos principais alimentos presentes na mesa dos brasileiros até as explicações de como os nossos hábitos alimentares foram influenciados pelos imigrantes e pelo regionalismo presente na culinária brasileira.

Dicas práticas para manter uma alimentação balanceada, sazonalidade dos alimentos,  importância da água para o funcionamento do organismo, como montar uma dieta equilibrada e completa, alimentos que fortalecem o sistema imunológico, que retardam o envelhecimento e que combatem a insônia, são alguns dos assuntos abordados no livro para orientar pessoas que gostariam de levar uma vida alimentar mais equilibrada, possibilitando uma melhora na qualidade de vida e na saúde como um todo. 

Serviço: https://www.belavistacultural.com.br/saudealimentoecultura 

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Arco da Vida: 
a Reserva da Biosfera do Cinturão Verde da Cidade de São Paulo 

Recebi um exemplar da obra Arco da Vida: a Reserva da Biosfera do Cinturão Verde da Cidade de São Paulo e, além da apresentação sofisticada — com acabamento nobre, capa dura e impressão de alta qualidade —, a publicação se destaca pela relevância das informações e pela forma sensível como aborda a importância ambiental, cultural e histórica desse ecossistema essencial para milhões de pessoas.

A obra apresenta um panorama sobre a Reserva da Biosfera do Cinturão Verde da Cidade de São Paulo, destacando sua biodiversidade, riquezas naturais e o patrimônio material e imaterial que coexistem na região. Além de valorizar os 30 anos da Reserva, celebrados em 2024, o livro reforça a necessidade de preservação ambiental e conscientização sobre um dos mais importantes cinturões ecológicos da Metrópole Paulista.


Release:

ARCO DA VIDA: A RESERVA DA BIOSFERA DO CINTURÃO VERDE DA CIDADE DE SÃO PAULO

“Arco da Vida: a Reserva da Biosfera do Cinturão Verde da Cidade de São Paulo” é uma ação cultural formada pela publicação de um livro, a realização de apresentações culturais, uma cartilha pedagógica e um audiobook, desenvolvida para estimular o conhecimento sobre a Reserva da Biosfera do Cinturão Verde da Cidade de São Paulo, um ecossistema de unidades de conservação fundamental para a vida de milhões de habitantes da região metropolitana de São Paulo, cujo aniversário de 30 anos é celebrado em 2024, além de divulgar questões relacionadas ao patrimônio material e imaterial, ao meio ambiente e à biodiversidade que coexistem na Reserva. A ação foi desenvolvida pela editora Bela Vista Cultural e contou com o patrocínio da Combio, por meio do Proac ICMS.

A PUBLICAÇÃO

O livro tem início com uma contextualização da Reserva da Biosfera do Cinturão Verde da Cidade de São Paulo, para depois discorrer sobre a sua biodiversidade, características naturais e adentrar no patrimônio cultural e imaterial que coexiste em contato com o meio ambiente, demonstrando a sua importância para a Metrópole Paulista.


Serviço: https://www.belavistacultural.com.br/arcodavida

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Cerrado Imaterial – Berço da Vida


Recebi um exemplar da obra Cerrado Imaterial – Berço da Vida e, além da apresentação impecável — com acabamento nobre, capa dura e impressão de alta qualidade —, a publicação impressiona pela riqueza de informações e pela sensibilidade ao retratar a importância do Cerrado e das comunidades que preservam suas tradições culturais.

A obra destaca o valor do segundo maior bioma brasileiro, essencial para a biodiversidade, para as nascentes hidrográficas e para o equilíbrio climático, ao mesmo tempo em que valoriza os saberes, hábitos e a identidade cultural dos moradores da zona rural de Catalão e Ouvidor, no sudeste goiano. Um verdadeiro registro de memória, pertencimento e preservação cultural.

 

Release:

CERRADO IMATERIAL - BERÇO DA VIDA

“Cerrado Imaterial – Berço da Vida” é uma ação cultural formada pela publicação de um livro, a realização de apresentações culturais, uma cartilha pedagógica, uma exposição fotográfica e um audiobook, desenvolvida com o objetivo de levar o assunto às salas de aula, registrando e divulgando o estilo de vida, as tradições culturais e os hábitos das pessoas que vivem em áreas rurais e pequenas comunidades dos municípios de Catalão e de Ouvidor, no sudeste goiano, com o objetivo de destacar o patrimônio cultural dos habitantes da Zona Rural local.

A ação foi desenvolvida pela editora Bela Vista Cultural e contou com o patrocínio da CMOC Brasil, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura (Lei Rouanet).

 

A PUBLICAÇÃO

A obra destaca a importância do segundo maior bioma brasileiro, o Cerrado, que abriga nascentes de importantes bacias hidrográficas e uma alta biodiversidade, desempenhando um papel crucial na regulação do clima global.

Além dos serviços ecossistêmicos proporcionados pelo Cerrado, nas páginas seguintes são ressaltados o estilo de vida, as tradições culturais e os hábitos das pessoas que vivem em áreas rurais e pequenas comunidades dos municípios de Catalão e de Ouvidor, no sudeste goiano, com o objetivo de destacar o patrimônio cultural dos habitantes da Zona Rural local.

O livro não só evidencia a relevância do bioma, mas também convida o leitor a compreender a profunda inter-relação entre os saberes dos povos locais e a terra, resultando em um patrimônio histórico-cultural único. Os habitantes do Cerrado preservam uma cultura ancestral que fortalece os laços de pertencimento ao lugar, criando uma identidade marcada pela simplicidade e sabedoria, que encanta por sua autenticidade.

Serviço: https://www.belavistacultural.com.br/cerradoimaterial


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 Caminho das Águas no Brasil destaca a importância da preservação hídrica e da consciência ambiental


Recebi um exemplar da obra Caminho das Águas no Brasil e, além da excelente apresentação editorial — com acabamento nobre, capa dura e impressão de alta qualidade —, a publicação chama atenção pela relevância e profundidade das informações apresentadas sobre um tema tão essencial para a sociedade: a água e sua importância para o futuro sustentável do planeta.

Em um momento em que as discussões sobre sustentabilidade, preservação ambiental e uso consciente dos recursos naturais se tornam cada vez mais urgentes, a obra surge como uma importante iniciativa cultural e educativa voltada à valorização da riqueza hídrica brasileira.

O projeto, desenvolvido pela editora Bela Vista Cultural, vai além da publicação de um livro e propõe uma experiência multiplataforma, com apresentações culturais, cartilha pedagógica, exposição digital e audiobook, ampliando o acesso à informação e aproximando o tema da sociedade, especialmente do ambiente escolar.

Com olhar informativo e educativo, a obra apresenta a água como um recurso essencial para diferentes setores da vida e da economia, destacando sua relação direta com energia, saneamento, saúde, logística, biodiversidade e qualidade de vida. Ao mesmo tempo, reforça a necessidade de participação coletiva em práticas sustentáveis e iniciativas de cidadania ambiental.

Repleta de referências históricas, curiosidades e exemplos práticos, a publicação também evidencia como a água acompanha a evolução das civilizações desde os primórdios da humanidade, despertando fascínio, desenvolvimento e transformação social ao longo do tempo.

Mais do que um projeto cultural, Caminho das Águas no Brasil se posiciona como um instrumento de conscientização e reflexão sobre a responsabilidade coletiva de preservar um dos patrimônios naturais mais valiosos do Brasil.


Release: 

CAMINHO DAS ÁGUAS NO BRASIL

“Caminho das Águas no Brasil” é uma ação cultural formada pela publicação de um livro, a realização de apresentações culturais, uma cartilha pedagógica, uma exposição digital e um audiobook, desenvolvida com o objetivo de levar o assunto às salas de aula, destacando a riqueza hídrica existente em nosso país, ao mesmo tempo em que apresenta informações relacionadas a esse recurso natural que permeia nosso cotidiano: consumo, energia, saneamento, logística, economia e saúde, além de estimular a participação da sociedade em iniciativas voltadas à cidadania ambiental e sustentável.

A ação foi desenvolvida pela editora Bela Vista Cultural e contou com a apresentação do Zmax Blue Ship Group e patrocínio das empresas Águas Prata e Hstern, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura (Lei Rouanet).

A PUBLICAÇÃO

Além de destacar a incrível riqueza hídrica existente no país, o livro oferece uma visão detalhada sobre as potencialidades da água, que incluem a geração de energia limpa e ecológica, a contribuição para a sobrevivência da biodiversidade da flora e da fauna brasileiras, o uso da água em inúmeras formas de lazer, a relação direta desse recurso natural com nossa saúde, entre outros assuntos.

Repleta de exemplos, a publicação também revela como a água nos fascina desde sempre, trazendo histórias que remontam às primeiras civilizações do planeta.

Serviço: 

https://www.belavistacultural.com.br/product-page/caminho-das-%C3%A1guas-no-brasil


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A VIZINHA DAS SETE CORDAS 

Neste livro, Hugo Almeida explora os limites entre o dentro e o fora, lugar e circunstância, em narrativas que se desdobram como enigmas. Nos quinze contos escritos ao longo de dez anos, o autor constrói uma arquitetura narrativa marcada pela concisão e pela força imagética. Cada conto se abre como palimpsesto, em camadas de sentidos e referências. O autor reafirma sua sofisticação estética, presente em obras anteriores como Certos casaisVale das Ameixas e Mil corações solitários. O resultado é uma narrativa enxuta e poética, que convida o leitor a desvendar silêncios, gestos e perplexidades.

 Serviço: 

Edição: 1ª - Ano: 2026

Assunto: conto - Idioma: Português - País de Produção: Brasil

ISBN: 978-65-83126-41-2 - Formato: brochura, 14 x 21 cm - Nº de Páginas: 152


  

Opiniões sobre a obra:

Por Lara Vaz-Tostes

    A vizinha das sete cordas é um livro em que o leitor entra achando que vai apenas acompanhar histórias e termina com a sensação de ter atravessado vidas. Há algo de raro na escrita de Hugo Almeida: ele observa sem crueldade, ironiza sem desumanizar e toca o trágico sem teatralidade. Sua prosa é lúcida sem ostentação — como quem sabe que a literatura não precisa gritar para ferir (ou salvar).

     O livro se organiza em três movimentos — Dentro de casa, Fora de casa e Além — que são mais do que divisões formais: são modos de estar no mundo. Dentro de casa, o cotidiano perde o verniz. A casa surge como cenário moral, espaço de pequenas rachaduras, delicadezas frágeis e colapsos silenciosos. Contos como “Nas nuvens”, “Canoa do tempo” e “Assim de touca e máscara?” mostram que o que parece leve ou cômico, muitas vezes, é apenas a forma que a vida encontra para suportar a própria gravidade.

     Fora de casa, o mundo se torna mais áspero. Há encontros, choques, atravessamentos. Textos como “Ponto cego”, “Dona Justina”, “Duas estrelas” e “Encontro na Capela Dourada” revelam um olhar atento ao humano em seus instantes mais contraditórios: o gesto bonito onde ninguém esperava, a brutalidade disfarçada de normalidade, o afeto que insiste mesmo quando já chega tarde.

     E então vem o Além, que não é fuga — é tributo. A literatura aparece como fidelidade ao que nos formou, como dívida amorosa. O livro sugere, com sobriedade, que há coisas que o tempo não apaga — apenas muda de lugar dentro da gente.

    O que une os contos é uma eletricidade sutil: o texto parece sempre prestes a acontecer “algo” — e essa iminência é linguagem. Hugo não força a mão, não moraliza, não se exibe. Confia no detalhe, no ritmo, no corte certo. 

    Com humor fino, repertório e uma escrita elegante e impura (no melhor sentido), A vizinha das sete cordas não entrega lições — entrega presença. Ao final, o leitor não fica com uma moral, nem com uma resposta: fica um incômodo singular e bom — o de reconhecer, em silêncio, alguma coisa de si.

 

Por Whisner Fraga

     Estes belíssimos contos de A vizinha das sete cordas iluminam o que há de mais íntimo e doloroso no ser humano: amor, culpa, perda, redenção — as personagens caminham por territórios instáveis, onde o mínimo gesto pode salvar ou condenar. com o lirismo dilacerante do autor e o olhar alerta dos narradores, as histórias de hugo almeida reforçam que toda vida é travessia e, nas sombras das veredas, pulsa um lampejo de espanto, fé e humanidade.


Por quem as cordas vibram
Por Eltânia André

     O lugar define o homem? O lugar e as circunstâncias (numa perspectiva de Ortega y Gasset) destinam, confirmam ou marcam o território do conflito, da resistência, do horizonte aberto (ou não) aos sonhos? N’Os Lusíadas, Camões canta e decanta uma epopeia sobre o sair de casa, e em sua Odisseia, Homero empreende o voltar para casa. Habitar o lugar desejado extrapola os confins dos mares e as amarras territoriais; ao revés do tempo, a sorte e os acontecimentos são senhores do destino, mas não do afeto. 

       Nesse jogo — ou antítese — dentro de/fora de, o autor de A vizinha das sete cordas nos conduz por caminhos que se (des)dobram e não se excluem ou apartam completamente. Numa torção similar à Fita de Möbius — objeto contraintuitivo que surpreende e atrai pelo desafio, em que o interior e o exterior apontam para uma instância não delimitada, na escrita de Hugo Almeida o dentro e o fora emergem como enigmas. Coloca diante do leitor um campo gravitacional de especulações, no qual não há respostas nem saídas imediatas, mas um permanente questionamento e um contínuo desvendar, diante do erro, do crime, do indulto e do insólito, que se afunilam numa peleja, num espaço coreográfico de gestos mínimos, de expressões contidas, de silêncios e evasões que falam mais que o enunciado. Aqui também importam, em chave elíptica, o não-dito e a estrutura formal que se impõe pela concisão e economia de meios, tanto estilísticos quanto semânticos. 

     No intenso e denso percurso pelas situações e contingências que subjazem na consciência do ser, impõe-se escavar, esmiuçar os enredos e sentir as perplexidades e motivações de um autor que dá vida a uma arquitetura narrativa permeada de sutilezas e planos que se abrigam sob/sobre palavras, títulos, citações etc.,  como numa sequência de palimpsestos. Nada está ou acontece por acaso nem por mero enxerto ou enfeite na configuração dos contos, pois a sofisticação concede primazia a recursos muito peculiares, em que o menos diz sempre mais. Essa particularidade em Hugo Almeida é dominante, uma rara qualidade que reside na força temática, emocional e imagética e se traduz nos cortes, nas frases breves e precisas, albergando (in)tens(ç)ões sub-reptícias. 

       Na linha de suas obras anteriores (oportuno lembrar, entre as mais recentes, os contos de Certos casais, de 2021; e os romances Vale das Ameixas, de 2024, e a reedição, em 2025, do premiado Mil corações solitários, bem como a publicação, no mesmo ano, do ensaio A voz dos sinos: o sagrado, a mulher e o amor na obra de Osman Lins, estes três pela Editora Sinete), em A vizinha das sete cordas, com o mesmo rigor estético que perpassa o amplo espectro de sua produção, o autor realiza, num claro viés ontológico, a sondagem de vidas rotineiras envoltas num cotidiano de névoas, impulsos e contradições, retratando situações e sentimentos, confidências e segredos, medos e apreensões, sonhos e pesadelos. 

        Nos quinze contos que enfeixam A vizinha das sete cordas, escritos ao longo dos últimos dez anos, flui um caudal narrativo em que afluentes e influências trazem densos sedimentos à cultura e à dicção literárias desse incontornável escritor. Destaco, ainda, a conexão com obras e autores, tanto nos diálogos intertextuais e nas epígrafes que representam um nexo temático, quanto nas dedicatórias, que se convertem em homenagem e reconhecimento afetivo àqueles que cruzaram sua trajetória literária, acadêmica e existencial como inesgotáveis referências.

   “Nas nuvens”, primeiro dos cinco contos da série Dentro de casa, abre a porta para espreitarmos as tramas e os dramas, assim como o vão das palavras, as sensações, o insinuado e o interdito, emulando a interrogação: viver nos arranha-céus, próximo às nuvens ou para além delas repousar na maquete idealizada, seria existir numa dimensão liliputiana? Já em “O casal do farol”, Sóstrato guarda segredos no iCloud, enquanto a mocinha, no vaivém da ambiguidade, “feito a maré e o tempo, oscila. Não-sim”. Num movimento pendular perto-longe, eles vislumbram a cidade pelo vértice do farol numa busca do invisível ou do imprevisível. 

     “Por mares sempre navegados”, escrito no pós-pandemia que confinou o mundo nos limites da casa, carrega no título a inversão do desbravamento, da glória de ir além. Daí advindo um triângulo que não se fecha, eu diria que, para não morrer de tédio, uma mãe conta mil e uma histórias para sua filha, num esforço análogo ao de Sherazade, para enganar o tédio. E assim como Emma Bovary estranha as orelhas de seu marido Charles, “Ah, meu Deus! Por que suas orelhas são assim!?”, certo dia, Marília se pergunta, ao ver Arthur eriçar a juba inexistente, “O que é você? De onde veio?”, enquanto a criança apreende mais do que o suposto. Retornando ao tema da quarentena em “Canoa do tempo”, eis a metáfora da embarcação que segue o curso das águas e provoca outra pergunta — Para onde vai o mundo? — numa alusão ao incognoscível. A epígrafe de Manuel Bandeira, que amplia o belíssimo “Assim de touca e máscara?”, sugere que o concreto e o simples podem ser transformados em abstrato, sublime. E essa é a experiência esperada por Áurea. Com uma flor na touca, ela aceita pousar como modelo-vivo, e o seu corpo-ateliê responde de antemão com esperança aos domínios de Alonso — artista capaz de converter barro em bronze. 

    “Ponto cego”, primeiro dos sete contos da seção Fora de Casa, deságua num final surpreendente. Na sequência, “Dona Justina” personifica ou mimetiza a justiça, alguém que incorpora a imanência do perdão e conhece bem os poderes da oferta de um café coado na hora. “Duas estrelas”, duas histórias, tantas peregrinações, dupla face do infortúnio. Em “Encontro na Capela Dourada”, um observador anônimo, entre quitutes e frutas, ouve e grava as “confissões” (em nome do pai) de Mariana, Nicolau e Horiundo com H, h de horror. Por falar em Horiundo, Justina, Sóstrato e outros, vale ressaltar que os nomes das personagens não são escolhidos aleatoriamente, há uma pertinência com fatos históricos, mitológicos ou literários. “A vizinha das sete cordas”, que dá título ao livro, conta sobre Mira, aquela que mira pelo olho-mágico. E de como sua vida se transformou ao conviver com a vizinha Elvira, “coração re-don-do”, divertida, musical, prestativa — aprendeu e ensinou que sons e cores ajudam a organizar a vida, até que... Sobre “Influxologia alemã”, somos levados na torrente paródica de “um delirante, trôpego e sibilino labirinto de falácias e sofismas” quando um “tal juiz simplesmente pediu... (‘é ina-crre-di-tá-vel!’) a anulação dos 7 a 1 da Alemanha no Brasil na Copa de 2014, no Mineirão, e a consequente derrogação (‘foi a palavrra que usou’) do título da seleção alemã”.  

      Na última parte, Além — Tributo a três eternos, há uma viagem sensível e paralelística aos territórios criativos de Osman Lins, Clarice Lispector, Manuel Bandeira.   

     No mesmo sentido, no pungente “E depois desse desterro?”, Hugo Almeida apresenta as catorze estações de Dario, feito um Jesus renascido e repaginado do antológico “Uma vela para Dario”, do mestre-vampiro de Curitiba, Dalton Trevisan, ao som de “Fita amarela”, de Noel Rosa.

    Vários podem ser os olhares que culminarão em novas e significativas leituras deste conjunto nascido do manejo de um autor familiarizado com os signos e símbolos da linguagem. De seu cuidadoso processo de lima e lapidação, surge uma escrita elaborada, enxuta e poética, que transcende o óbvio e as aparências. Portanto, cabe aos leitores a tarefa instigante de abrir picadas na imensidão de A vizinha das sete cordas — corda extra que impõe complexidade, profundidade e beleza em todo o livro.

 

Outros livros de Hugo Almeida (clique no link para  mais informações sobre a obra)

 Vale das ameixas - romance (2024)

 A voz dos sinos - o sagrado, a mulher e o amor na obra de Osman Lins - crítica literária (2024)

 Mil corações solitários - romance (2025)

 

 

Sobre o autor: Hugo Almeida é autor dos romances Mil corações solitários (Prêmio Nestlé-88) e Vale das ameixas. A obra A vizinha das sete cordas é o seu quinto livro de contos. Organizou Osman Lins: o sopro na argila, ensaios, e as coletâneas Nove, novena: variações e Feliz aniversário, Clarice, selecionada pelo PNLD/MEC-2021. Mineiro, vive em São Paulo desde 1984.


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 Exposição Rafael Pereira: A Cabeça de Zumbi, segunda individual do artista no espaço paulistano, abre a programação de 2026 da Galeria Estação

 Composta por 27 pinturas inéditas, além da série Nbimda, dedicada a 16 divindades do candomblé de Angola de matriz Bantu, a mostra, que tem texto de catálogo assinado por Renato Menezes, evidencia a maturação do artista, que amplia repertórios, técnicas e subjetividades após o impacto de Lapidar Imagens


 Aberta ao público em 5 de março, com visitação até 11 de abril, a exposição Rafael Pereira: A Cabeça de Zumbi inaugura a programação de 2026 da Galeria Estação, reafirmando a força poética e a crescente complexidade do trabalho do artista paulistano de 39 anos. Ao longo de sua trajetória Rafael percorreu diversos Estados do Brasil, viveu por 14 anos decisivos em Teófilo Otoni (MG) e, atualmente, reside em Caraguatatuba, no litoral norte de São Paulo.

Desde Lapidar Imagens, sua primeira exposição individual na galeria, realizada em 2023, o artista atravessou um ciclo de amadurecimento que ampliou seu vocabulário visual ao revisitar aspectos estruturantes de sua trajetória — da formação como lapidador de pedras preciosas às experiências de circulação pelo país. Esse percurso se desdobra agora em uma mostra que articula memória, identidade e subjetividade.

 “Desde que Rafael entrou na Estação, em 2023, acompanhamos de perto seu processo consistente de amadurecimento. Ele é um artista que cresceu em segurança, em repertório e em consciência do próprio trabalho. Entre Lapidar Imagens e esta nova individual sua obra ganhou densidade. A exposição reflete um salto real em sua trajetória. Quando um artista como ele encontra um espaço institucional que o apoia, ele ganha o mundo. No caso dele, nosso respaldo foi fundamental para que ele se sentisse mais livre para arriscar, aprofundar processos e ampliar sua linguagem”, defende Vilma Eid, sócia-fundadora da Galeria Estação.

 Produzidas no biênio 2024 – 2025, as pinturas inéditas incorporam um universo multicolorido de retratos, paisagens e elementos simbólicos que, segundo o artista, emergem de uma escuta profunda de si mesmo, em um processo consciente de desaceleração: “Hoje eu sinto que o meu trabalho acontece em outro tempo. Antes, eu tinha muita urgência, uma necessidade de produzir o tempo todo, quase como se eu precisasse provar alguma coisa. Agora eu entendo que esses processos devem ser mais lentos, que a pintura precisa de tempo para maturar, assim como eu”, explica.

 Composta por dois núcleos expositivos, a mostra reúne 27 pinturas no 2º andar da Galeria Estação, e apresenta, no mezanino, a série Nbimda, formada por 16 pinturas de cabeças de dimensões variáveis. Cada obra representa uma divindade (nkisi) cultuada no candomblé de Angola de matriz Bantu. Ao abordar esse conjunto, o historiador da arte Renato Menezes, autor do texto crítico do catálogo da mostra, destaca a centralidade simbólica da cabeça como elo entre o corpo, a ancestralidade e o divino:

 “O que para os europeus se apresentou unicamente como fisionomia, isto é, como emanação da personalidade, revela-se, na pintura de Pereira, como elo com o divino: a cabeça, orí para os Iorubá e mutuê para os Bantu. É na cabeça onde reside a força vital do indivíduo; está ali sua conexão com o nkisi, a energia ancestral e destino individual que cada sujeito traz consigo ao nascer. O tema da cabeça ancestral organiza a série Nbimda”, destaca Menezes.

 Ao exaltar e ressignificar a ancestralidade afrodiaspórica que constitui parte majoritária da sociedade e da formação cultural brasileira, Rafael também explicita sua intenção de dar maior complexidade às discussões sobre racialidade, afastando-se de leituras reducionistas em favor da construção de uma subjetividade negra.

“Não quero que meu trabalho seja lido só a partir de um corte racial. Não quero que um corpo negro sorrindo seja visto como um acontecimento, enquanto um corpo branco sorrindo é só uma imagem. O que me interessa é construir uma subjetividade negra que seja complexa, íntima e contraditória. Não quero negar a questão racial. Quero ir além dela. Quero que meu trabalho seja visto como imagem e experiência, e que a negritude esteja ali de forma profunda, não como um rótulo”, provoca o artista.

Segundo Menezes, essa produção recente, marcada pela força intuitiva do gesto pictórico, amplia ainda mais as leituras possíveis sobre a obra de Rafael, já insinuadas na interpretação de caráter modernista dos trabalhos presentes em Lapidar Imagens.

“Em um primeiro momento, sua obra parece resultar diretamente da absorção desses códigos da retratística tradicional para, a partir deles, imaginar futuros, reconstituir histórias e inventar identidades, superando o modo como a vida negra foi avaliada. Por outro lado, o artista cria fisionomias a partir de sua imaginação, como em um exercício de ajuste de contas com a história e de acesso a uma dimensão da memória neutralizada pelo trauma: a intuição é uma tecnologia ancestral. Assim, ele faz reexistir, por meio de suas cores, a presença viva de pessoas atravessadas por sentimentos, pensamentos e desejos silenciosos”, observa Menezes no catálogo.

A exposição evidencia, ainda, a ampliação de técnicas experimentadas durante o período formativo de Pereira, como o uso de bastão de giz pastel óleo sobre papel, revelando processos investigativos de um trabalho em transformação. Parte das obras foi produzida em março de 2025, durante a residência artística realizada por ele em Goiânia (GO), no Sertão Negro Ateliê e Escola de Artes, projeto idealizado pelo artista visual e educador Dalton Paula e pela professora e pesquisadora de cinema Ceiça Ferreira. Localizado em um quilombo do bairro conhecido como Setor Shangri-lá, o espaço articula tradições culturais afro-brasileiras e práticas de arte contemporânea, com atividades em cerâmica, gravura, capoeira angola, agroecologia e cineclube.

“A residência no Sertão Negro foi decisiva para o Rafael, não apenas no plano técnico, mas como experiência de troca com outros artistas e abertura de mundo. Ele voltou mais seguro, mais consciente da própria voz — e isso aparece com força nesta exposição, que mostra um Rafael mais amplo com trabalhos diferentes reunidos em dois núcleos distintos. São quase duas exposições que se complementam e ajudam a entender melhor o artista. Abrir a programação de 2026 com o Rafael foi uma decisão muito consciente. Ele tem um público forte, seu trabalho tem ótima circulação e esse é o momento exato para fazermos sua segunda individual”, conclui Vilma Eid.

 

Sobre Rafael Pereira

Nascido em São Paulo, em 1986, mudou-se para Teófilo Otoni (MG) com a família ainda criança e foi lá que se especializou no trabalho com pedras preciosas. De volta à capital, aos 17 anos, Rafael se revezava entre o trabalho para pagar as contas e a prática da pintura e do desenho, atividades que foi desenvolvendo de maneira autodidata, experimentando com tinta a óleo, nanquim e giz pastel.
Aos 24 anos decidiu se dedicar exclusivamente à profissão de artista, vendendo seu trabalho nas ruas das diversas cidades onde morou Brasil afora. As vivências pessoais guiam a pesquisa de Rafael Pereira e formam o repertório imagético de sua obra. Sua ancestralidade de matriz africana dita muito do ritmo estético de seu trabalho, com suas simbologias e cores vivas. Seu processo de criação inicia-se justamente a partir do emprego das cores na tela, que aos poucos vão decodificando as figuras mentais e os sentimentos relacionados até se transformarem na composição.
Desde suas primeiras produções, então incentivadas pelo casal de colecionadores Claudete Guitar e Torquato Saboia Pessoa, até as mais recentes, pode-se identificar muito da sua própria história. A série de pinturas Catadores de Cana (2021), por exemplo, trata da realidade dos cortadores de cana, resgatando não apenas a profissão de seu pai, mas, também, o que provavelmente tenha causado sua morte.

O retrato tem sido uma categoria bastante trabalhada pelo artista por meio de representações de pessoas que passam por sua vida, e em seu ambiente familiar. Essas figuras, que geralmente olham profundamente quem as observam, povoam a imaginação do artista. Outra importante prática de sua pesquisa é a xilogravura.

De forma autodidata e com a ajuda de outros artistas, Rafael utilizou inicialmente referências do modernismo brasileiro para investigar a fundo os processos da técnica, bem como seus materiais e ferramentas. Artistas como Cândido Portinari, Ismael Nery, Lasar Segall e Tarsila do Amaral inspiram os cenários, traços e temas em suas obras.

 

Sobre a Galeria Estação

Com um acervo entre os pioneiros e mais importantes do país, a Galeria Estação, inaugurada no final de 2004 por Vilma Eid e Roberto Eid Philipp, consagrou-se por revelar e promover a produção de arte brasileira não-erudita. Sua atuação foi decisiva para a inclusão dessa linguagem no circuito artístico contemporâneo ao editar publicações e realizar exposições individuais e coletivas sob o olhar dos principais curadores e críticos do país. O elenco, que passou a ocupar espaço na mídia especializada, vem conquistando ainda a cena internacional ao participar, entre outras, das exposições Histoire de Voir, na Fondation Cartier pour l’Art Contemporain, na França, em 2012, e da Bienal Entre dois Mares – São Paulo | Valencia, na Espanha, em 2007. Emblemática desse desempenho internacional foi a mostra individual Veio – Cícero Alves dos Santos, em Veneza, paralelamente à Bienal de Artes, em 2013.
No Brasil, além de individuais e de integrar coletivas prestigiadas, os artistas da galeria têm suas obras em acervos de importantes colecionadores e de instituições de grande prestígio e reconhecimento, como a Pinacoteca do Estado de São Paulo, o Museu de Arte de São Paulo, o Museu Afro Brasil (SP), o Pavilhão das Culturas Brasileiras (SP), o Instituto Itaú Cultural (SP), o SESC São Paulo, o MAM- Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro e o MAR, na capital fluminense.

 

SERVIÇO

Exposição Rafael Pereira: A Cabeça de Zumbi

Quando: de 5 março a 11 de abril de 2026

Onde: Galeria Estação

Endereço: Rua Ferreira Araújo, 625 - Pinheiros, São Paulo

Vernissage: 05/3 (quinta-feira), a partir das 18h

Horários de funcionamento da galeria: segunda a sexta, das 11h às 19h; sábados, das 11h às 15h; não abre aos domingos.

Tel: 11 3813-7253


Fonte: assessoria de imprensa

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Shopping Pátio Paulista 

inicia nova programação de Hora do Conto

Evento, que acontece em parceria com a da Livraria da Vila,

apresenta novos personagens e novas histórias

O Shopping Pátio Paulista tem nova edição Hora do Conto, com contação de histórias infantis, baseadas em livros selecionados do universo infanto-juvenil.  A cada encontro, histórias diferentes, com personagens que estimulam a criatividade, com interpretação e monitoria da Cia SóPapo.

Para fevereiro, as histórias contam as aventuras dos personagens de “Bibo cresceu, mas só um pouquinho…”, da autora brasileira, Silvana Rando, de “Leotolda” da espanhola, Olga de Dios, “Perigoso!” do britânico, Tim Warnes, e “Van Dog” da polonesa, Mikołaj Pasiński. 


As sessões acontecem sempre às 15h, no piso Paraíso (2º andar). Os ingressos gratuitos são limitados e podem ser resgatados no app Iguatemi One, escolher Shopping Pátio Paulista (aba “Eventos”).

“O objetivo em trazer a Hora do Conto, com histórias e personagens consagrados, é contribuir para estimular o prazer da leitura entre os pequenos, de forma divertida, criativa e lúdica”, explica Taciana Melo, Gerente de Marketing do Shopping Pátio Paulista.

Serviço

Hora do Conto, Shopping Pátio Paulista

Livraria da Vila, Piso Paraíso

Rua Treze de maio, 1947, Bela Vista

Ingressos gratuitos, que podem ser pré - resgatados pelo app Iguatemi One. Vagas limitadas consulte disponibilidade.

Sempre às 15 horas 

07/fev -Bibo cresceu, mas só um pouquinho… (Editora Brinque-Book)

14/fev - Leotolda (Editora Boitatá)

21/fev - Perigoso! (Editora Ciranda)

28/fev - Van Dog; (Editora Piu)

Recomendado para crianças, que devem estar acompanhadas por pais ou responsável acima de 18 anos.

Mais sobre o Pátio Paulista - Inaugurado em novembro de 1989, o Shopping Pátio Paulista recebe hoje paulistas vindos de todas as partes da cidade – e do país – graças à sua localização privilegiada: em plena avenida Paulista, com fácil acesso por metrô e grandes avenidas. São cerca de 300 operações, distribuídas em sete pisos, entre vestuário, alimentação, serviços, entretenimento e lazer, com três pisos de estacionamento.  

Na sua fachada, um relógio de mais de 5 metros de altura é referência para toda São Paulo. 

Para mais informações, www.iguatemi.com.br/shoppingpatiopaulista e em @patiopaulistaoficial (instagram)

Fonte: assessoria de imprensa

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